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Até o fim de 2013, o Rio de Janeiro contará com mais de 11 mil novos imóveis

MINOLTA DIGITAL CAMERAPara o último trimestre do ano, são prometidos lançamentos para todos os gostos e bolsos. Confira.

O Rio de Janeiro de prepara para receber, até dezembro, cerca de 11.600 novos imóveis, que devem ser distribuídos entre todo o Rio. Dentre os bairros que mais foram valorizados entre agosto e setembro, segundo pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Bangu foi o local que registrou a maior variação, com o metro quadrado passando de R$ 2.425 em agosto para R$ 3.152 em setembro, um aumento de 29,96%. Em seguida aparecem as regiões da Gávea e de Laranjeiras, com aumentos de 14,35% e 13,61%, respectivamente.
Outra área que continua em valorização é a Zona Oeste. Na Barra da Tijuca, o valor do metro quadrado em agosto foi de R$ 8.583 e em setembro chegou a R$ 9.250 e no Recreio dos Bandeirantes foram somados quase 10% na variação de preço durante o mesmo período – passando de R$ 6.373 em agosto para R$ 7.005 em setembro.
Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, setembro foi um dos melhores meses de 2013 em termos de resultados. “E as previsões para os últimos meses do ano continuam muito boas, principalmente em Campo Grande, região que terá vários lançamentos importantes” afirma o especialista.
Além do grande número de novos imóveis, as opções surgem para aqueles que fazem parte do programa “Minha Casa, Minha Vida” e também para médio e alto padrões cariocas. “Outra região que também vem conquistando novos empreendimentos no município do Rio é o Grande Méier”, comenta Freitas.
Grandes lançamentos de imóveis serão feitos nos últimos meses do ano, pois parte dos projetos previstos para serem lançados no terceiro trimestre foram postergados para os três últimos meses de 2013, devido a prazos de aprovação mais longos do que os esperados.
Além disso, pelo menos no Rio de Janeiro, a valorização dos imóveis deve continuar avançando mesmo depois do término de 2013 – afinal, em 2014 acontece a Copa do Mundo e logo depois, em 2016, os Jogos Olímpicos. “Com os investimentos que a cidade está recebendo em infraestrutura e segurança, acreditamos que o mercado imobiliário vai ganhar ainda mais reconhecimento como pólo turístico e as perspectivas quem trabalha com imóveis, seja antes, durante, ou depois desses grandes eventos, são os melhores possíveis,” conclui Freitas.
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Os cuidados que devem ser tomados ao anunciar um imóvel

960x720_27355Com a temporada chegando, a procura – e oferta – por imóveis aumenta. Veja como evitar dores de cabeça nesse processo.

Ainda faltam alguns meses para o natal e o ano novo, mas, para quem deseja alugar um imóvel e aproveitar esse período sem ter maiores dores de cabeça, a pesquisa, negociação e demais preocupações devem começar desde já – principalmente se o imóvel for em algum destino turístico, como o Rio de Janeiro, Búzios, Fortaleza, Ilha Bela, Angra dos Reis, Porto Seguro, Salvador, litoral de Santa Catarina, etc.
Para o proprietário do imóvel que deseja alugá-lo durante a temporada opções de sites para anunciar o produto não faltam. Ainda assim, convém ao proprietário tomar os devidos cuidados para não criar problemas com o inquilino ou com a Lei, tornando o processo de aluguel por temporada mais seguro – e rentável.
Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, comenta que existem algumas ações que devem ser tomadas pelos proprietários do imóvel antes de alugá-lo – e que essas atitudes podem prevenir de futuros problemas.
“Uma importante dica é verificar quem é o inquilino. Se ele for brasileiro, você pode pedir o CPF dele e verificar suas pendências de crédito, mas, se o inquilino for estrangeiro, a coisa complica um pouco. Nesse caso, o proprietário acaba ficando mais no escuro mesmo” diz Freitas – que sugere que, caso o proprietário não se sinta totalmente confortável ao alugar o apartamento para um estrangeiro, não o faça, pois, caso isso aconteça, ele não conseguirá relaxar durante o período em que estiver fora.
O especialista também comenta que o certo é não deixar objetos de valor à mostra na casa a ser alugada. “Se você vai alugar um imóvel que não é a sua própria residência, essa parte é mais fácil, mas caso se trate da sua própria casa, esteja ela ocupada por você ou não, é aconselhável guardar objetos de valor em local seguro”, alerta. Freitas comenta que se, ao conhecer o locatário pessoalmente, surge qualquer suspeita, não fique constrangido em não hospedá-lo ali. “Você quebrará o contrato e sofrerá as consequências, mas é mais seguro”, orienta.
Freitas lembra que é direito do locador receber parte ou até a totalidade do valor do aluguel antecipadamente, – e, para evitar possíveis golpes ou problemas que possam surgir, o ideal é que o proprietário sempre peça o pagamento antecipado, na chegada do inquilino, principalmente ele for estrangeiro.
Também é de extrema importância, seja no aluguel de um quarto ou de uma casa inteira, a realização e assinatura, pelas duas partes, de um contrato, que determine o prazo de locação do imóvel. “Tudo deve ser descrito com detalhes no imóvel. Se for um quarto ou uma casa com mobília, o ideal é escrever tudo que existe dentro do ambiente” diz. O especialista aconselha que, ao estipular o valor do aluguel, o proprietário já inclua o valor estimado das contas de luz, água, gás etc., e as demais taxas que podem existir – como o condomínio, por exemplo. “E isso já deve ficar claro tanto no contrato quanto no anúncio do imóvel na internet”, alerta Freitas.
É claro que todo proprietário deseja passar uma boa imagem do seu produto para os futuros compradores, mas o anúncio não deve ser exagerado. Para Freitas, ele deve ser realista, descrever tudo que o imóvel tem, eventuais restrições, localização e de fotos que não sejam excessivamente retocadas. “Se o inquilino for brasileiro e se sentir enganado ao chegar ao imóvel, ele pode querer uma indenização”, diz o advogado. Além disso, inquilinos podem fazer comentários negativos no seu anúncio, dificultando locações futuras e prejudicando a sua reputação na internet – por isso é sempre bom tomar cuidados.
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Como fazer o seu imóvel se destacar nos classificados online

0adiceComo fotos bem tiradas e os diferenciais do imóvel realçados de forma correta no anúncio podem fazer a diferença na hora da negociação.

Procurar imóveis pela internet já se tornou uma prática muito comum antes de fazer qualquer negociação, seja apenas para pesquisar preços, por curiosidade ou para conhecer imóveis que estão a venda em certo raio de distância. Hoje, muitos compradores não precisam nem sair de casa antes de fazer uma pré-seleção pela internet para escolher os seus imóveis favoritos, – e por isso é tão importante caprichar no anúncio do imóvel nos classificados online, já que esse pode ser o diferencial para acelerar a negociação e concretizar a venda.
Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, existem algumas “táticas” que podem ajudar no processo de valorizar o imóvel no mundo virtual, – mas que é sempre necessário mostrar a verdade, sem enganações ou truques. “O ideal é descrever o imóvel da forma correta, tirar fotos de boa qualidade, de bons ângulos, dando destaque aos diferenciais do imóvel”, comenta Freitas.
O especialista comenta que a localização do imóvel é um dos principais critérios levados em consideração por quem está em busca de um novo lar. “Por isso, o anunciante deve ter uma grande atenção na hora de preencher o endereço no anúncio,” diz. Freitas ressalta que, além de informar o endereço da propriedade, é importante destacar os pontos positivos da região, citando, por exemplo, supermercados, shoppings, padarias, farmácias, transporte público, etc.
Sabe-se que muitas pessoas deixam de fazer compras pela internet quando se deparam com poucas informações dos produtos. Para isso não acontecer, é importante fornecer todo tipo de informação que pode ser relevante para a compra, como a metragem do imóvel, o valor do condomínio, o valor do IPTU, o número de dormitórios e cômodos, etc. “Também é importante destacar os eventuais diferenciais que o imóvel possa ter, como armários embutidos, varanda, reformas que tenham sido feitas e qualquer outro tipo de característica que agregue valor à propriedade”, observa.
Outra característica importante para um anúncio de internet ser valorizado são as suas imagens. Quanto mais fotos de boa qualidade, mais chances o imóvel terá de atrair mais e melhores compradores. “Na hora de tirar as fotos é importante organizar a casa, fotografar o imóvel em dias de sol para que a iluminação favoreça a imagem; fotografar todos os cômodos, a fachada do prédio ou da casa e as áreas comuns do condomínio; publicar vídeos, quando possível; e publicar as fotos na maior resolução permitida pelo site” exalta Freitas. Além disso, fotos tiradas do ângulo correto fazem toda a diferença. “Quando a pessoa se posiciona em um canto do cômodo, a foto transmite melhor a profundidade do ambiente do que quando a pessoa se posiciona no centro de uma parede”, afirma. Segundo ele, uma máquina com lente grande angular também permite que a imagem capture melhor o espaço.
Outras características importantes para o anúncio online são estipular um preço justo para o imóvel, atender os compradores prontamente, ter todos os documentos do imóvel em mãos, deixar o ambiente sempre pronto para receber visitas – e, sempre que receber os compradores, esteja na companhia de mais uma pessoa.
Como em qualquer tipo de negociação iniciada no ambiente virtual, é importante que o comprador tome alguns cuidados para se certificar de que o comprador não é mal intencionado. Antes de marcar a visita, converse com ele por telefone e pergunte por que ele quer comprar o imóvel, qual seria o tipo de pagamento, onde ele está morando atualmente e qual é a urgência em finalizar a negociação.
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A Copa do Mundo e o mercado imobiliário brasileiro

0aMundo_gera_oportunidades_no_mercado_imobili_rioCom o Brasil escolhido para ser a sede da Copa do Mundo de 2014 – e o Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016 – a economia do país já está em desenvolvimento.
O Brasil vive um momento de dedicação com a movimentação geral das cidades para receber importantes eventos esportivos como a Copa do Mundo e Olimpíadas. São novas e modernas estruturas, desenvolvimento no turismo, na área hoteleira e imobiliária, planejamentos de políticas públicas, etc. Esses e outros fatores tornam as cidades brasileiras mais atrativas – e a consequência é boa: a valorização delas, repercutindo no setor imobiliário.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas, a Copa do Mundo tem potencial para injetar R$ 142 bilhões na economia brasileira, e o setor imobiliário deve ser um dos mais favorecidos com o evento, – principalmente no que envolve as 12 capitais brasileiras que irão sediar o evento.
Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, comenta que isso acontece devido ao investimento no desenvolvimento da infraestrutura e da mobilidade urbana dessas regiões, razões que contribuem para o aumento no preço dos imóveis.
Para o especialista, a Copa trará resultados promissores para o setor imobiliário. “A expectativa dos frutos decorrentes da Copa no setor imobiliário é real e promissora, pois teremos uma injeção pecuniária de mais de R$ 33 bilhões no País, incluindo o investimento em portos, aeroportos, segurança e saúde. E a valorização dos imóveis acompanha o crescimento das cidades,” explica.
Além disso, como se não bastasse, os investimentos estimulam a geração de empregos e de renda. É estimado que até 2014 sejam criados 3,6 milhões de novos empregos, e esse cenário favorece o mercado imobiliário. “O aumento da renda e a liberação de crédito contribuem para o aquecimento do mercado, pois a renda extra é um incentivo a mais para as pessoas investirem em bens duradouros, como os imóveis,” comenta Freitas.
Outro fator que contribui para a alta do mercado é a estabilidade econômica do País, o que atrai investimentos e visitantes estrangeiros, que ajudam na estimulação do mercado. Por meio de milhares de visitas estrangeiras e publicidade de todos os gêneros, o Brasil terá uma maior visibilidade e, com isso, poderá desfrutar de investimentos estrangeiros.
No Rio de Janeiro, a valorização dos imóveis deve continuar avançando não só por conta da Copa, mas também em função dos Jogos Olímpicos de 2016. “Com os investimentos que a região está recebendo em infraestrutura e segurança, acreditamos que a cidade vai ganhar ainda mais reconhecimento como pólo turístico e as perspectivas para o mercado imobiliário, mesmo depois da Copa, são os melhores possíveis,” conclui Freitas.
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Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro são as que mais se valorizaram em 2013

0aBolha Imobiliaria Rio (2)Apesar de o Leblon e Ipanema ainda conterem os metros quadrados mais caros do país, as maiores valorizações de preços ficam longe dali.

Os bairros de Leblon e Ipanema, no Rio de Janeiro, continuam sendo, sem novidade para ninguém, as regiões brasileiras com os imóveis mais caros. Porém, em um período de um ano – de julho de 2012 a julho de 2013, – os metros quadrados brasileiros que registraram maior aumento ficam localizados em bairros da zona oeste e da zona norte da capital fluminense.
Segundo dados do Índice FipeZap, os imóveis que tiveram as maiores altas nos preços ficam no bairro da Penha, na zona norte carioca, que sofreram com uma valorização de 57% no intervalo analisado – e somente no mês de julho, os valores do metro quadrado nessa região cresceram 17% em relação a junho.
Também na parte norte da cidade, Madureira foi o segundo lugar que registrou as maiores valorizações nos preços. Lá, a alta foi de 41%. Em seguida aparece Vargem Grande, na zona oeste, que completou a lista das principais altas nos preços, com 39%.
Para Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, essas regiões estão se valorizando desde 2012 porque recebem altos investimentos segurança pública e infraestrutura.
“A pacificação, o crescimento do financiamento imobiliário e a grande força econômica da população dessas regiões são alguns dos fatores para a valorização do metro quadrado nessa área”, diz Freitas, que comenta que a Zona Sul já é considerada saturada por muitas pessoas devido aos seus altos valores.
“Tanto as construtoras como o poder público voltaram a investir na Zona Norte. Exemplo disso é Marechal Hermes, em que há a expectativa de receber a extensão do Parque Madureira. Dessa forma, quem quer investir na região já começa desde agora”, comenta o especialista.
Apesar do aumento dos valores nas zonas norte e oeste, em valores absolutos, o Leblon, na zona sul do Rio, continua sendo o metro quadrado mais caro da cidade e do país, valendo R$ 21.767. O bairro vizinho, Ipanema, segue logo atrás, com o valor de R$ 18.177. Além disso, a cidade do Rio continua apresentando o maior preço médio do metro quadrado no país: R$ 9.160, contra R$ 8.346 em Brasília e R$ 7.192 em São Paulo.
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ABAMI elege novo presidente para o biênio de 2013-2015

posse carlos samuel 037Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, é eleito o novo presidente da Associação.

No dia 17 de setembro foi realizada a eleição que decidiu pelo próximo presidente da Associação Brasileira dos Advogados do Mercado Imobiliário (ABAMI) durante o biênio de 2013 a 2015. O resultado, que teve Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, como vencedor, teve a cerimônia de posse realizada na terça-feira, dia 24 de setembro.
A ABAMI, instituição fundada em 1989 por um grupo de advogados, surgiu pela a necessidade de reunir permanentemente os especialistas militantes no mercado imobiliário. A associação é destinada à pesquisa, discussão, debates, cursos e seminários de matérias de interesse do mercado imobiliário. Hoje, com pouco mais de 20 anos de história, a ABAMI conquistou projeção nacional, apoio da sociedade e credibilidade junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Freitas, o atual presidente, está ligado com a ABAMI desde o seu surgimento, porém, se fez mais ativo nos últimos seis anos – e, antes de assumir o cargo de presidente, o advogado foi vice presidente na gestão passada. Essa é uma das razões que fez com que Freitas assumisse a responsabilidade do cargo, a própria indicação da ex presidente da ABAMI Ângela Soares das Conceição.
Juntamente com a história da ABAMI, podemos citar a história da Primar Administradora de Bens, uma empresa familiar que está no mercado há mais de 43 anos, especializada na gestão de condomínios, locação, compra e venda de imóveis e atua em todo Grande Rio destacando-se pelo serviço personalizado, executado com eficiência e segurança.
Ao assumir o cargo, Freitas afirmou que essa é uma emoção ímpar, principalmente se forem levados em conta os nomes dos antigos presidentes da instituição, por quem o advogado possui tremendo respeito.
Ele afirma que essa é uma responsabilidade muito grande e a sua meta é manter a ABAMI como ela está. O que o atual presidente pretende acrescentar na sua gestão é tentar difundir mais a educação de advogados imobiliários no Rio de Janeiro e nacionalmente. O direito imobiliário tem ficado cada vez mais específico e detalhado e está evoluindo cada vez mais – e, para isso, é preciso que a educação nessa área seja propagada.
Apesar de assumir o cargo, Freitas não irá abrir mão da sua empresa, a Primar, durante esses dois anos de presidência. Ele afirma que, por ter uma equipe muito boa na Primar – em grande parte formada por sua família e pessoas de alta confiança, – e pelas pessoas do corpo diretivo da ABAMI serem muito qualificadas, ele afirma que será um período de aprendizado e muito produtivo.
Em seu discurso de posse, Carlos Samuel não pôde deixar de agradecer em especial seu sogro, Antônio José da Silva, precursor da Primar e grande responsável por fazer com que Carlos Samuel seguisse a carreira de advogado, e sua esposa, Elizabeth dos Santos Silva Freitas, a quem ele agradeceu pela compreensão e por ter “cedido o tempo dele para o trabalho”.

Carlos Samuel de Oliveira Freitas eleito presidente da ABAMI

PRIMAR BARRA (028)A posse do cargo será realizada hoje, dia 24 de setembro.

No último dia 17 de setembro, foi realizada a eleição que decidiria o próximo presidente da Associação Brasileira dos Advogados do Mercado Imobiliário (ABAMI) durante o próximo biênio (2013-2015).
O resultado, que decidiu por Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, como presidente da entidade, terá a cerimônia de posse hoje, dia 24 de setembro.
A ABAMI, fundada em 1989 por um grupo de advogados, surgiu pela a necessidade de reunir permanentemente os advogados militantes no mercado imobiliário, destinada à pesquisa, discussão, debates, cursos, seminários de matérias de interesse do mercado imobiliário. Com 20 anos de existência, a ABAMI conquistou projeção nacional, apoio da sociedade e credibilidade junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Juntamente com a história da ABAMI, podemos citar a história da Primar Administradora de Bens, uma empresa familiar que está no mercado há 44 anos, é especializada na gestão de condomínios, locação, compra e venda de imóveis e atua em todo Grande Rio destacando-se pelo serviço personalizado, executado com eficiência e segurança.
Carlos Samuel, advogado e diretor da Imobiliária Primar Administradora de Bens, agora eleito presidente da ABAMI, está muito contente com essa nova responsabilidade, feliz pela conquista e desejoso por esse novo desafio.
Local: Associação Brasileira dos Advogados do Mercado Imobiliário (ABAMI)
Endereço: Av. Rio Branco, 135/grupo 504 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Data: 24/09/2013.
Horário do coquetel: 19h
Tel/fax: (021) 2533-7271 e (021)2242-4633

Quase metade dos moradores de condomínios não estão satisfeitos com os síndicos

1288296562O que leva a aprovação do síndico ser baixa, como melhorá-la, ou como deixar o cargo de forma amigável.

Pesquisa feita por uma associação de síndicos profissionais mostra que quase 50% dos moradores de condomínios têm reclamações contra o síndico e não estão satisfeitos com a sua gestão. A principal queixa contra os “prefeitos do condomínio” é que eles não resolvem as reclamações dos moradores – que são muitas, de várias naturezas: desde a vaga na garagem, passando pelo cachorro do vizinho que não para de latir, a falta de espaço para as crianças, os problemas nas áreas comuns do condomínio, etc.
“É difícil agradar, sempre tem alguém que não concorda, mesmo com a decisão que parece mais acertada e com o apoio da maioria. Não tem jeito, o síndico nunca agrada a todo mundo”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Freitas comenta que essa é uma função que pode exigir tanto da pessoa que já está se tornando comum a figura do “síndico profissional”. “O síndico profissional é aquele que não mora no condomínio, mas recebe salário para administrar tudo. Uma profissão como qualquer outra”, explica.
O caixa do condomínio é um dos pontos mais delicados. Manter o equilíbrio das contas é complicado. Em alguns casos, até um conserto necessário como a troca de uma peça do elevador pode gerar uma grande confusão. Além disso, existem os problemas administrativos, o comportamento agressivo – tanto da parte do síndico quanto dos moradores, – o síndico que não quer sair do cargo… “São inúmeras questões que precisam ser pensadas antes de assumir o cargo. Geralmente não são atendidas as vontades de todos e, muitas vezes, a taxa de condomínio aumenta, – aumentando também a insatisfação com o síndico” ressalta Freitas.
O síndico é presença necessário em um condomínio, mas o que fazer quando a maior parte dos moradores começa a ficar insatisfeita com a sua atuação? Segundo Freitas existem duas maneiras de retirar um síndico do cargo: de forma amigável ou jurídica.
“É preciso lembrar que, mesmo destituído, o síndico continuará sendo morador, por isso o mais indicado é evitar um clima desagradável e resolver as questões de maneira amigável”, aconselha. Para isso, é preciso que os condôminos insatisfeitos se reúnam e peçam que o síndico renuncie. Havendo acordo, o processo continua e é preciso colocar uma nova pessoa no cargo.
Se o síndico se recusar a sair é uma destituição jurídica. “De acordo com o Código Civil, uma assembleia pode ser convocada com um quarto dos condôminos para a destituição do cargo de síndico, e nessa assembleia a maioria absoluta define a favor ou contra a renúncia”, explica.
Para evitar problemas dessa natureza, Freitas comenta que um bom síndico deve ter um bom conhecimento sobre o código civil, as leis trabalhistas, além de interesse nas áreas contábil, administrativa e do direito. “Há também outras habilidades que ajudam a ser um bom síndico, como saber ouvir as reclamações dos condôminos, ser político, humilde, bom comunicador, e, principalmente, um bom líder” conclui.
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Tecnologia se torna aliada de quem quer comprar imóveis

1ainteeeeerPessoas à procura de um novo lar e corretores de imóveis podem se beneficiar da internet para uma pesquisa melhor.

A internet hoje é uma das principais, se não a principal ferramenta de busca para qualquer coisa – principalmente para quem está interessado em comprar um imóvel. Segundo estudo realizado pelo Google, foi registrado que 90% dos consumidores que compraram ou pesquisaram imóveis utilizaram a internet no processo de decisão. De acordo com informações divulgadas pela gerência de negócios para o Ramo Imobiliário do Google no Brasil durante a Convenção Secovi 2009, foram feitas mais de cinco milhões de buscas para a palavra “imóveis” no portal.
Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, cerca de 80% dos clientes começam a busca pela web. “Esse é o melhor veículo de publicidade de imóvel, pois dá uma variedade de informações que dificilmente seriam encontradas em outros meios,” comenta.
Grande parte do processo de venda do imóvel pode ser feito de forma online. Desde obter todas as informações, até fazer a negociação de preço, passando por tirar dúvidas on-line e enviar grande parte das documentações. “Hoje, cerca de 15% das negociações via web se transformam em vendas” diz Freitas, que, ainda assim, faz questão de exaltar a importância do corretor de imóvel nesse processo.
Embora a internet seja um facilitador para a busca e demais informações sobre imóveis, é o profissional especializado quem vai apresentar dados técnicos e construir um relacionamento de confiança com o cliente. “Aspectos de confiabilidade técnica, questões sobre a documentação, valorização do imóvel, formas de pagamento e etc. Quando um bom corretor explica essas questões ao cliente de forma correta e clara, o cliente passa a confiar no profissional, e essa é uma relação impossível de ser feita por uma máquina – e uma parte fundamental para que a venda se concretize”, exalta o especialista.
Porém, um atendimento de qualidade é fator primordial para aqueles que querem reforçar o bom relacionamento com o cliente. “O profissional que age somente como ‘apresentador de imóveis’, falando apenas: ‘esse é o quarto’, ‘essa é a sala” e depois pergunta ao cliente se ele quer ver outro imóvel, deve ficar preocupado. Essa função a internet faz muito bem. É fundamental ir além disso”, ressalta.
Freitas diz que as informações básicas o computador já fornece ao comprador, então, para ir além, é preciso saber os mínimos detalhes do imóvel, que podem ser o diferencial para a concretização do negócio. Assim como as placas de “vende-se” e “aluga-se” ajudam a divulgar o trabalho do corretor, a internet também é vista como uma aliada, tanto para os corretores quanto para os clientes.
“Se utilizada da forma correta, a internet se torna um meio de estabelecer o primeiro contato e apresentar outras ofertas. Depois o corretor entra em cena e faz o ‘trabalho humano’, com a relação de confiança e eficácia com o cliente”, conclui.
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Cliente da Toda no jornal O Dia de hoje

Não perca  no jornal O Dia de hoje matéria sobre resgate de títulos de capitalização usados como substituto do fiador. Fonte, dr. Carlos Samuel de Oliveira Freitas, cliente da Toda.Scan_Pic0025

Não respeitar as regras do condomínio pode pesar no bolso

1anao-sera-hora-de-negociar-o-seu-credito-a-habitacaoAlém de criar problemas na convivência, ser um mau vizinho também pode resultar em multas.

Barulhos que ultrapassam o horário de silêncio, uso irregular da garagem, crianças que utilizam o corredor como uma extensão do playground, brigas constantes entre casais, obras diversas, cachorros que latem o dia inteiro, etc. Essas são somente algumas das situações que criam conflitos em condomínios e são cada vez mais frequentes com o aumento do número de pessoas vivendo em prédios pela primeira vez. Acontece que, de uns tempos para cá, ser um mau vizinho pode trazer outros problemas – que vão além de registros de queixas no livro do condomínio.
Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, é visível não só aumento quantidade de multas aplicadas, mas também o número de processos judiciais que são motivados por conflitos entre condôminos.
“Muitos moradores não dão a devida atenção, sequer lêem à convenção e o regulamente interno do condomínio, o que faz com que muitos problemas sejam criados. Ao se mudar para um condomínio, toda pessoa tem obrigatóriamente que conhecer as leis e regras estabelecidas para organizar a convivência harmônica entre os condôminos e se adaptar a elas”, diz Freitas.
Em casos extremos, quando há prejuízos para o condomínio, Freitas comenta que pode haver um processo de indenização por perdas e danos e até mesmo a expulsão do condômino do prédio.
A divisão das despesas e o sistema das vagas de garagens são dois dos temas que mais geram conflitos entre os moradores de condomínios, sejam eles novos ou até mesmo antigos. “Os questionamentos estão mais intensos, já que a cada ano mais pessoas se mudam de casas para apartamentos, o que torna a vida em condomínio algo totalmente novo e diferente”, afirma Freitas.
É natural que a pessoa que acaba de se mudar para um condomínio tenha dificuldade em se adaptar num primeiro momento, para ajudar nesse processo, o síndico do prédio pode criar um “kit de boas-vindas” para o novo morador, que traga informações importantes de convivência e cópias da convenção e do regulamento interno do condomínio. Isso pode ajudar a reduzir os conflitos, e o novo morador não poderá alegar que desconhecimento das regras, sugere Freitas.
Apesar do aumento do número de reclamações, as pessoas estão mais conscientes de seus direitos e deveres como moradores de prédios. “Já são menos recorrentes os casos de condôminos que desrespeitam a autoridade dos síndicos ou que tratam os funcionários do prédio como seus empregados particulares”, diz.
Para viver bem em condomínio, Freitas comenta que existem algumas soluções práticas do dia-a-dia que podem ser tomadas. “conhecer a convenção e o regulamento interno do condomínio é essencial, participar das assembleias, pagar o condomínio em dia, tentar resolver os problemas de maneira amigável, o diálogo é sempre a melhor saída”, conclui.

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Os fatores positivos e negativos de morar em uma cobertura

0ae_93624_mediumA vista do apartamento e o preço podem ser cruciais na hora de tomar uma decisão. Confira

Na hora de escolher o apartamento, o comprador leva em conta inúmeros aspectos, que variam desde o preço, tamanho, conservação, adequação dos cômodos às necessidades do comprador ou inquilino, até o andar em que o imóvel está localizado. Afinal, morar em um andar mais alto ou mais baixo faz sim diferença – a começar pelo valor do imóvel.
Apesar de ser um bloco de apartamentos parecidos, um prédio atende a perfis diferentes de compradores. “Existem aqueles que querem ter o sol da manhã, aqueles que não abrem mão do silêncio, os que usam a churrasqueira com frequência, os que querem distância da área de lazer, etc.,” explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Porém, o que costuma pesar na hora da escolha do imóvel é o preço. Em geral, há um valor médio que cresce para os apartamentos de andares mais altos e diminui para os de andares mais baixos. Em vários casos, a diferença de preço entre o primeiro e o último andar é de 8% ou 10%, mas ela pode ser ainda maior, “tudo varia de acordo com o número de unidades à venda e a vista oferecida pelo imóvel”, comenta Freitas.
Nas cidades grandes, ver o horizonte a partir de sua sacada pode ser considerado um privilégio. “Essa é uma maneira que algumas pessoas encontram de se distanciar do estresse e da correria que acontecem lá em baixo”, diz o especialista. Outro fator citado por Freitas que faz com que as coberturas e apartamentos em andares mais altos sejam mais procurados, é o fato de que esses imóveis recebem maior incidência solar e não sofrem com a sombra de construções vizinhas.
Mas o maior diferencial de quem opta por uma cobertura é a possibilidade de morar em um lugar com “cara” de casa, mas com a segurança e a possibilidade de dividir despesas e responsabilidades com o condomínio. “Esses são imóveis muito valorizados e desejados porque geralmente possuem uma planta diferenciada, com áreas descobertas e espaçosas, que trazem liberdade ao morador. Não existem vizinhos em cima e, no caso das coberturas duplex, o vizinho de baixo é você mesmo. Ou seja, existe uma garantia de tranquilidade com ruídos e outros inconvenientes” ressalta Freitas.
Porém, se estar distante das áreas comuns do condomínio é ponto positivo para algumas pessoas, esse também pode ser um ponto negativo para famílias que preferem estar de olho nos pequenos quando eles brincam no playground ou na piscina. Há mães e pais que preferem morar em apartamentos dos andares mais baixos principalmente para escutarem e observarem mais de perto a bagunça das crianças.
Apesar dessa preferência que pode existir, estar distante dos ruídos da rua e das áreas comuns do condomínio agrega valor aos apartamentos mais altos. “Hoje em dia, percebo que morar bem está intimamente ligado ao que se vê através das janelas, por isso os apartamentos altos, com vistas bonitas, são tão valorizados. Muitas vezes servem como uma espécie fuga e relaxamento para a vida corrida da atualidade”, conclui Freitas.
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A preferência dos jovens: imóveis pequenos e bem localizados

0aasados2_15111119470656Confira os motivos que levam os jovens de hoje a procurarem imóveis menores e em grandes centros urbanos.

Recém-casados, solteiros, estudantes, executivos, divorciados e até mesmo pequenas famílias. Os apartamentos pequenos e compactos, principalmente aqueles bem localizados, atraem um público cada vez maior e variado. A praticidade oferecida por esses apartamentos, somado ao seu preço, – mais baixo do que o de um imóvel convencional, – fez com que eles ganhassem prioridade diante dos mais espaçosos.
A mudança no estilo de vida das pessoas, principalmente as mais jovens, que passam menos tempo habitando em algum lugar devido a propostas de emprego, estudos ou até questões familiares, somado a vontade de obter praticidade, conforto, segurança em um só lugar e, mesmo assim manter o estilo de vida, fez com que, de uns tempos pra cá, a busca por apartamentos compactos e bem localizados aumentasse ainda mais.
“Esses apartamentos em questão têm cerca de 45m2 à 60m2, e possuem, como uma de suas principais características, um ou dois quartos, cômodos pequenos, mas não deixam de lado os atrativos dos espaços coletivos que existem nos imóveis maiores, como uma pequena sala para reunir amigos ou família,” comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Segundo o especialista, com o ritmo de vida atual, as pessoas ficam cada vez menos em casa e buscam praticidade e comodidade no dia a dia, que é conquistada com um menor trabalho na limpeza do lar e na sua manutenção – opções oferecidas por esse tipo de apartamento.
Outro fator que tem se mostrado importante para a aquisição de um apartamento compacto é a sua localização. “A maioria dos jovens que vai a procura de um imóvel busca casas ou apartamentos que sejam próximos a supermercados, farmácias, shoppings e também perto dos locais de onde estudam e/ou trabalham”, comenta Freitas.
Além disso, estar próximo de terminais de transporte público ou em locais estratégicos em que passem várias linhas de ônibus também é um diferencial positivo, – e isso pode ser mensurado pela alta procura de apartamentos nos bairros centrais pelas pessoas entre 15 e 25 anos, que, muitas vezes, ainda não possuem carro.
Vale lembrar que os condomínios também oferecem uma comodidade mais difícil de ser encontrada em casas. “Muitos prédios oferecem piscina, espaço gourmet, salão de festas, academia, lavanderia coletiva e demais espaços de lazer, que podem garantir diversão e descanso sem sair de casa”, comenta Freitas – que ressalta que, na maioria dos casos, é bom lembrar que quanto mais opções o condomínio oferecer, maior pode ser a sua taxa condominial.
Freitas exalta que esses imóveis são bons para investidores, já que têm maior liquidez e demanda no mercado imobiliário por serem rentáveis. “Além disso, são bons para o aluguel e para a venda, já que o mercado os absorve facilmente devido a sua grande procura” conclui. Seja para recém-casados, idosos, jovens solteiros, famílias pequenas, ou mesmo os que querem apenas investir, os compactos realmente atraem um público grande.
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Imóvel na praia exige cuidados fora da temporada

0aos-1296746435290_615x300Com o imóvel fechado durante a baixa temporada, alguns cuidados são necessários para se prevenir de prejuízos e demais preocupações.

Nos meses de agosto, setembro, ainda no inverno e na baixa temporada, começam as preparações para a primavera/verão que chegam a todo vapor no final do ano. Atitudes que muitas vezes são esquecidas, mas que também deveriam estar inclusas nessas preparações, são as preocupações com as casas de praia, que em vários casos permanecem fechadas durante toda a baixa temporada.
Para aqueles que querem chegar à praia e encontrar o imóvel em bom estado e pronto para a estadia, é preciso dedicar um tempinho para a casa litorânea fora da temporada e cuidar de assuntos que podem se tornar desagradáveis caso deixados para serem resolvidos apenas no verão, durante a alta temporada.
“Uma boa dica é pagar uma pessoa de confiança para que, pelo menos uma vez por semana, varra o quintal, abra as portas e janelas e verifique se está tudo certo. Se existir algum problema ela pode ligar para o(s) proprietário(s) do imóvel, e ele decide a melhor forma de resolver a questão”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Porém, para aqueles que têm casa no litoral, mas não dispõem de alguém para vigiá-la durante o ano inteiro, Freitas diz que, como a casa ficará trancada por um longo período, um conselho para evitar mofo e mau cheiro, é dar uma atenção especial aos lençóis, toalhas de mesa, panos de prato, fronhas de travesseiros e roupas. “O mais indicado é que tudo seja lavado com produto alvejante, muito bem seco e só depois guardado em sacos plásticos”, diz.
Da mesma forma, para que o mofo e cheiro ruim não tomem conta do imóvel, manter as portas dos armários e da geladeira abertas e deixar os colchões descobertos são outras dicas. “É sempre bom lembrar que, quanto mais vezes os proprietários puderem dar uma passada na casa de praia, mais protegido e em melhores condições o imóvel estará”, observa.
Segundo o especialista, também vale a pena investir na manutenção preventiva, já que a maresia litorânea pode causar, além de ferrugens e mofos, corrosão em vigas de concreto, o que faz com que com que uma inspeção de rotina seja necessária nos imóveis praianos. “Com esse serviço, podem ser identificados vários problemas sérios, como infiltrações e vazamentos, e repará-los enquanto ainda não ganharam grande proporção – e ainda fora da alta temporada, o que permitirá que o período na praia seja melhor aproveitado”, ressalta. “Além disso, a manutenção preventiva é muito mais barata do que a corretiva, a economia pode ficar entre 40% e 60% dependendo dos casos”, complementa Freitas.
A conservação do sistema de água, de eletricidade e uma boa limpeza na residência são os pontos que mais merecem atenção. Porém, existem também os problemas de proliferação de insetos, de mofo, etc. “Deixar tudo para a última hora cria uma necessidade urgente. A pessoa vai passar as férias correndo atrás de gente para a manutenção e acaba se estressando mais do que descansando”, aponta.
Algumas dicas apontadas por Freitas para aqueles que querem ter um período tranquilo na alta temporada são: utilizar piso de cerâmica, já que ele é mais fácil para a limpeza e mantém a temperatura mais baixa, a utilização de tecidos impermeáveis e leves nas cortinas e almofadas ou sofás, evitar usar móveis de ferro, pois a umidade é constante e a maresia são corrosivas, e sempre que chegar à casa praiana, verificar o gás, nas instalações elétricas e no hidrômetro, mesmo se as visitas e cuidados preventivos já tiverem sido feitos.
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Para não sair no prejuízo: aprenda a avaliar corretamente o seu imóvel

ba6785ad-b7fe-4ac3-9692-f2627c4dc437_600_400Contar com o auxílio de corretores imobiliários pode ser uma das soluções

Para avaliar o preço do imóvel existem várias soluções. Às vezes, o proprietário não deseja colocar o imóvel à venda e, apenas por curiosidade, anseia saber qual é o valor do seu bem. Já em outros casos, quando o dono do imóvel realmente pretende negociá-lo, é preciso avaliar com maior precisão o seu valor – e para isso podem ser utilizadas várias ferramentas.
“Para quem precisa definir o valor do imóvel com o objetivo de vendê-lo, a melhor opção é a consulta com um corretor de imóveis, sem dúvidas”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro. O especialista comenta que quando o imóvel é colocado à venda em uma imobiliária, normalmente ela mesma faz essa avaliação sem cobrar nada por isso, porém, se o proprietário quiser consultar um corretor apenas para isso, ele cobrará um valor à parte pelo serviço.
Outros profissionais que podem definir valores para imóveis são engenheiros e arquitetos, mas, segundo Freitas, a consulta a corretores é fundamental, porque esses são os profissionais que estão mais intimamente envolvidos com o mercado imobiliário da região. Devido a isso, engenheiros e arquitetos que fornecerem pareceres devem, antes de chegar a qualquer conclusão, consultar um corretor.
Para aqueles que desejam apenas ter uma ideia de quanto está valendo o imóvel, Freitas sugere que seja feita uma busca pela internet em sites especializados. Alguns deles, como o “Quanto Vale meu Apê?” e o “123i”, apresentam ferramentas que permitem ao usuário encontrar estimativas sobre o valor do seu imóvel ou de imóveis parecidos em um mesmo bairro.
Outra solução é pesquisar os preços de imóveis parecidos à venda em endereços próximos, que podem ajudar os proprietários e terem uma ideia do valor do seu imóvel. “O ideal é verificar ofertas de apartamentos do mesmo tamanho em edifícios com idade semelhante e padrão arquitetônico parecido”, diz Freitas. A melhor referência pode ser encontrada no seu próprio edifício, de acordo com valores praticados em vendas recentes.
Porém, Freitas explica que o valor de um imóvel muda de acordo com inúmeros fatores, – mas alguns critérios sempre serão decisivos. “A localização, o tamanho do imóvel e seu estado de conservação, a área de lazer do condomínio e fatores mercadológicos sempre são fatores influenciáveis na oferta e procura dos imóveis”, comenta.
O especialista comenta que às vezes dois imóveis se localizam em um mesmo bairro, na mesma rua e até no mesmo prédio, mas têm valores diferentes porque um deles fica no lado esquerdo e outro no lado direito, ou um é em um andar muito baixo e o outro fica em um dos andares mais altos, por exemplo.
“Andares mais altos costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles recebem maior incidência solar” explica Freitas. E em uma mesma região, um prédio mais novo, com uma fachada mais atraente também poderá ter um preço maior do que um imóvel em um prédio antigo, mesmo que sua área seja maior, comenta.
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Carlos Samuel Freitas no fórum de debates sobre locação de imóveis

palestra carlos Crefi 002Especialistas debatem e tiram dúvidas sobre o assunto

Dia 20 de agosto, das 17h às 19h, especialistas irão tirar dúvidas sobre a locação de imóveis. No evento, serão respondidas e debatidas perguntas como:
– Em caso de inadimplência do inquilino, o Locador poderá “acionar” o Título de Capitalização mesmo antes da saída do inquilino do imóvel?
– Como funciona esta novidade da Porto Seguro de assumir custas judiciais e honorários advocatícios também em seu Título de Capitalização?
– Que precauções deve-se adotar no contrato de locação para garantir que o Título de Capitalização cobrirá também danos ao imóvel, pintura e multa por rescisão contratual?
Os convidados do evento serão o Dr. Carlos Samuel O. Freitas, Advogado especialista em Locação de Imóveis da Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, e Fábio Braga, Especialista em Título de Capitalização para Garantia Locatícia.
O evento contará também com a participação de Marcus Antonius Costa – Ficha Certa.
Local: Secovi Rio (av. Almirante Barroso, 52 / 9º andar – Centro/RJ.

Previsões para o mercado imobiliário no segundo semestre de 2013

dcgnrnConforme previsto, o ano de 2013 continua com crescimento na área imobiliária

A cidade do Rio de Janeiro vive hoje um boom imobiliário. Com cada vez mais estrangeiros investindo em imóveis no estado e com os grandes eventos se aproximando cada vez mais, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, esse crescimento na área imobiliária não deve diminuir tão cedo.

As regiões que mais vem crescendo são a Barra, Jacarepaguá e as próximas aos grandes corredores viários que estão sendo abertos, os do BRTs (Bus Rapid Transit). Porém, para investidores comerciais, o Centro do Rio e a Zona Sul ainda são os pontos principais. “Lá, praticamente não existem mais espaços disponíveis, e quem é proprietário de alguns deles cobra preços altos, que praticamente inviabilizam as negociações”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.

O especialista comenta que muitas vezes a falta de negócios não se dá por falta de demanda e sim por falta de espaço e preços altos. Outro ponto destacado por Freitas é o fato de que estão ocorrendo várias mudanças no mercado, que atravessa um momento de amadurecimento, com clientes mais exigentes, que possuem mais clareza do que desejam em um imóvel, seja para morar ou para investir.

Medida que também fez com que o mercado imobiliário se movimentasse ainda mais em 2013 foi o fato de o PIB do setor imobiliário superar R$ 170 bilhões por ano e poder chegar, em menos de uma década, a R$ 270 bilhões, de acordo com um estudo divulgado no segundo semestre de 2012 pela Ernst & Young Terco. Neste montante, há um dado importante a ser analisado: cerca de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões são provenientes do capital estrangeiro. O valor registrado em 2012 é recorde, mas deve crescer ainda mais nos próximos anos, “visto que o Brasil e suas grandes cidades, como o Rio de Janeiro, estão virando um ponto central de turismo mundial, concentrando investimentos de turistas americanos, europeus, asiáticos, etc,” explica Freitas.

Para continuar a impulsionar o setor, as novas tecnologias estão sendo ótimas aliadas – principalmente no que tange o sistema de comunicação móvel. “É cada vez mais comum o acesso à internet via mobile, ou seja, pelos celulares e tablets. Este é um recurso que tem forte impacto na vida das pessoas das mais diferentes classes e lugares. Ao entender isso, é possível se comunicar melhor com o cliente”, explica Freitas, que ressalta que, se a empresa não se adaptar a essa nova realidade, ela poderá perder espaço no mercado.

“Assim como a comodidade ‘virtual’, nos tablets e celulares, as pessoas também estão cada vez mais exigentes com os imóveis físicos e com as funcionalidades que virão junto com ele”, lembra Freitas. Inclusos nessas funcionalidades estão os serviços que podem oferecer uma maior comodidade aos compradores de um imóvel, como manobristas, serviço de arrumação dos apartamentos, entre outros que apresentam características parecidas a de um hotel. “Essa é uma realidade que vai ao encontro das atuais necessidades dos clientes que precisam otimizar o tempo, que está cada vez mais escasso”, conclui Freitas.

Fonte: Primar Administradora de Bens

Tornou-se mais fácil comprar um imóvel

0ae0f34d3083cba6fe73d62a783d7f_XLOs preços ainda sobem, mas de forma moderada. Isso, aliado à queda de juros, melhora o cenário para quem quer comprar o próprio imóvel

Poucos são os países que tiveram uma valorização imobiliária parecida com a do Brasil nos últimos tempos. Nunca existiram tantos lançamentos de casas e apartamentos — e eles nunca foram vendidos de uma forma tão rápida. Prédios inteiros chegam a ser comercializados em horas, pouco depois de serem anunciados e ainda antes de as obras terem início.

De acordo com um levantamento feito recentemente pela revista EXAME em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), os preços dos imóveis continuam aumentando, mas de forma mais moderada do que nos anos anteriores – até 2011, por exemplo, os preços subiram de 20% a 30% em média, por ano. Em 2012, a valorização dos imóveis usados foi de 12%, e a dos novos, de 14%.

“Essa foi a média apresentada pela pesquisa. De forma inédita os preços caíram em algumas regiões, e essa é a primeira vez que isso acontece desde 2010”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.

Esse foi o caso de Belo Horizonte e Florianópolis. Em outras cidades, os imóveis tiveram seus preços ainda mais altos do que a média, como o Rio de Janeiro, cidade que tem os imóveis mais caros do país, em que a valorização chegou a ser de 25%. “Não é novidade para ninguém que os eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos estão valorizando cada vez mais a cidade do Rio de Janeiro, que, para os estrangeiros, é conhecida como a ‘cara do Brasil’. O investimento de dinheiro do exterior assim como de pessoas do próprio país que desejam obter um imóvel na cidade do Rio é cada vez maior”, comenta Freitas.

Por ser uma cidade com poucos espaços ainda disponíveis, o Rio é o campeão nos preços do país – sendo o Leblon o bairro com o preço mais alto. Porém, a valorização dos imóveis atinge outros bairros que crescem junto com a procura, como a Barra da Tijuca e o Recreio, que serão boas localizações na época da Copa do Mundo, por exemplo.

Apesar de essa maior procura por imóveis, continua mais fácil adquirir casa própria. Como os juros do crédito imobiliário estão no nível mais baixo das duas últimas décadas, o mercado agora oscila para o lado do comprador. Um estudo do banco J.P. Morgan mostra que hoje as famílias brasileiras gastam, em média, 36% da renda com um financiamento imobiliário. No fim de 2011, esse mesmo percentual estava em 43%. “Não é que os imóveis ficaram mais baratos, é que os preços estão subindo menos, apesar de a valorização ainda existir. Porém, com a queda dos juros, quem sai no lucro é o comprador”, explica Freitas.

O especialista comenta que outro fator que contribui para que o consumidor saia no lucro é o fato de que ele descobriu que pode negociar com o vendedor, e assim, chegar a um acordo, um bom negócio para ambos. “Coisa que antigamente era mais difícil de se ver, um comprador questionando e negociando para chegar a seu objetivo”, conclui Freitas.

Fonte: Primar Administradora de Bens

A importância do Regimento Interno e da Convenção Condominial

0aeeting (1)Com o objetivo de tornar a vida em condomínio mais agradável para todos os moradores, esses dois documentos promovem uma melhor convivência

É sabido que toda sociedade precisa de regras para que haja respeito mútuo e todos saibam quais são seus direitos e deveres. E na vida em condomínio não é diferente. São necessários documentos especiais que deixem estabelecidos, de forma clara e concisa, como funciona a organização do prédio, bem como a forma de funcionamento das demais ferramentas necessárias para fazer com que haja uma boa convivência entre os moradores e um bom entendimento com funcionários e o síndico. Dentre esses documentos que estabelecem as leis do condomínio, podem ser destacados dois deles, o Regimento Interno e a Convenção do Condomínio.

O Regimento Interno de um condomínio é um conjunto de regras que têm como objetivo melhorar ou manter correta a conduta dos moradores do prédio e de seus visitantes. Normalmente, esse regimento faz parte da Convenção do Condomínio, porém, eles não podem ser confundidos: cada um tem sua função, sendo que um não pode contrariar o outro, apenas complementar.

Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, na Convenção Condominial deve estar escrito, por exemplo, a quantidade e o tamanho das vagas das garagens, se elas são exclusivas para cada morador ou não, se existe a necessidade de manobristas ou se podem ser usadas por veículos que não sejam de moradores do condomínio.

“Em geral, nos condomínios, a garagem é um dos lugares que acaba gerando conflitos se as normas não estiverem muito claramente especificadas. Neste caso, a orientação é para que, antes de qualquer conflito, seja feita uma assembleia específica para regulamentar adequadamente o seu uso e entrar em acordo com os moradores” comenta.

Já o comportamento das pessoas que moram ou trabalham no condomínio deverá estar escrito no Regimento Interno. Esse documento deixa claro a forma como devem ser cumpridos os direitos e deveres de cada um. “Esse é outro ponto que outras vezes pode gerar conflitos. Por mais que as regras estejam escritas de forma clara, muitas vezes por ignorância, descuido, negligência ou mesmo rebeldia, algumas delas acabam sendo desrespeitadas, ocasionando discussões e dificultando a convivência no condomínio” ressalta Freitas, diferenciando o Regimento Interno da Convenção Condominial.

O especialista lembra que, em casos polêmicos, deve sempre prevalecer o bom senso e que o condomínio deverá, sempre que possível, promover revisões nos textos do Regimento Interno, procurando adequá-los a vida atual, que vem sofrendo grandes transformações, principalmente na área tecnológica, garantindo-lhe, consequentemente, maior eficácia.

Fonte: Primar Administradora de Bens

Adquiriu um imóvel na planta? Visite a obra e pesquise sobre a construtora

0a0agem_release_65601_mediumPara quem não tem pressa, comprar um imóvel na planta pode ser uma boa saída, mas é preciso cuidado redobrado e atenção.

Para muita gente que procura uma casa própria sem pressa, adquirir um imóvel na planta parece uma boa alternativa, por, normalmente, exigir apenas uma entrada pequena e proporcionar um longo prazo para o pagamento das outras parcelas. Porém, antes de comprar o imóvel, é fundamental tomar alguns cuidados e observar com bastante atenção todas as cláusulas que o envolvem.
Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, comenta que o ideal, antes de efetuar a compra do imóvel na planta, é buscar construtoras com tradição no mercado, “que podem oferecer o imóvel que você precisa, dentro das condições de pagamento que estão dentro do seu orçamento, – sem comprometê-lo”. Ele comenta que visitar outros imóveis construídos pela mesma empresa, analisar a qualidade do material usado e confirmar se o projeto do empreendimento está aprovado são pontos que devem ser levados em consideração.
Os atrasos na entrega de imóveis comprados na planta são acontecimentos comuns, e, parte dessas questões se devem ao aquecimento do setor imobiliário. Outra parte responsável é a desorganização da própria construtora, que muitas vezes culpa a falta de mão-de-obra e os custos com material de construção, – por isso é tão importante pesquisar anteriormente sobre a construtora do imóvel.
Há também os casos em que o apartamento comprado na planta fica pronto antes do esperado. Para isso ser uma boa notícia para o comprador, é preciso que ele tenha guardado dinheiro e esteja preparado. “Não basta ter o dinheiro das chaves, porque quando o apartamento é entregue aparecem impostos e documentos que precisam ser pagos”, alerta Freitas.
Para o advogado da Primar Administradora de Bens, comprar imóvel na planta vale a pena se o comprador tiver tempo para esperar a entrega das chaves e ler o contrato com atenção.“É importante alertar ao consumidor que, ao firmar contrato de aquisição de imóvel na planta, ele deve observar a idoneidade da empresa contratada, a data de início da obra, entrega das chaves, a carência discriminada no contrato – admissível uma carência justificada de até 180 dias – e a multa por atraso na entrega, podendo exigi-la caso não haja previsão contratual”, ressalta.
Freitas comenta que, para evitar futuras complicações ou dores de cabeça, outros cuidados que devem ser tomados ao adquirir um imóvel na planta, juntamente com a já citada pesquisa sobre a construtora, é estudar no próprio arquivo do Procon se existe alguma reclamação sobre a empresa, pedir uma lista de referências, com compradores dos últimos cinco anos, inclusive recentes, e entrar em contato com pelo menos dois de cada ano, perguntando sobre o seu grau de satisfação e pedir à construtora documentos que comprovem a situação legal do terreno junto à prefeitura, – e que o projeto do imóvel está devidamente aprovado.
“Se a empresa passar por todos esses filtros, é hora de verificar o teor do contrato. Sempre leia atentamente, marcando os pontos duvidosos. Se tiver dúvida sobre algum aspecto, não tenha vergonha, pergunte para o comprador e insista até que a explicação seja convincente. Lembre-se que tudo o que for dito pelo vendedor deve estar escrito no contrato”, alerta Freitas, que ainda fala de outros cuidados que devem ser tomados na questão da entrega do imóvel. O especialista diz que deve haver prazo claro para a entrega do imóvel. “Nunca aceite tolerâncias de atraso maiores que seis meses” ressalta.
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Aquecimento no mercado imobiliário atrai novos profissionais

0aiumCorretores imobiliários têm agora, mais do que nunca, um mercado favorável.

Imóveis sempre representaram uma excelente opção de investimento no Brasil, e, cada vez mais, isso vem ganhando mais força – seja pela alta do turismo que o país vai receber nos próximos anos ou pelo momento de estabilidade econômica, – pessoas que investem em imóveis e trabalham com esse tipo de investimento estão no caminho certo.
Dentre as profissões que envolvem essa modalidade de trabalho, a ocupação de “corretor de imóveis” chama a atenção positivamente. Esse trabalho, que, em 2012 completou 50 anos de regulamentação no Brasil, vive bom momento de especialização e conta com cada vez mais profissionais se capacitando e se preparando para as áreas de atuação. “O aumento nos negócios no que tange a indústria da construção civil e no mercado imobiliário, aliado à rápida segmentação e às novas demandas, ampliaram muito o espaço para o corretor de imóveis, bastante requisitado em todo o país“, afirma Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Segundo Freitas, além da mediação nas compras e vendas de imóveis, o corretor hoje também pode ter a função de trabalhar nos segmentos de consultoria de mercado, locação e administração de carteira imobiliária, assessoria técnica e financeira para financiamentos e documentação, atendimento e negociação em construtoras e também como professor e/ou instrutor em cursos de formação de novos profissionais.
Dado interessante apresentado pelo Creci-PR é de que, de todos os inscritos para se tornarem corretores imobiliários, 36% são do sexo feminino – trabalho que antes era quase que exclusivamente masculino.
Freitas comenta que o mercado imobiliário deve manter-se com uma demanda crescente por no mínimo mais dez anos e, para depois, talvez, se estabilizar em um patamar de negociações. “Isso porque é apontado, por exemplo, uma melhoria nas condições econômicas da população, culminando com, entre outras coisas, a ascensão de classes, – e a segurança e a rentabilidade que o investimento em imóveis promove”, enfatiza Freitas.
Para o especialista, o bom corretor de imóveis é aquele que tem a visão de que a cidade inteira está à venda e enxerga todos os dias novas oportunidades de negócio. Por isso, para Freitas, essa é uma profissão que atrai cada vez mais interessados em melhorar de vida. “A ainda existe o fator do desejo constante das famílias que querem, cada vez mais, morar em locais melhores, investindo em bem estar e sempre buscando um imóvel mais confortável e maior – e isso é cada vez mais presente com a ascensão de classes”, conclui o advogado.
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Atenção: sinais no imóvel podem indicar infraestrutura com má conservação

0a9_gdSegundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, valor de venda reduz com falta de conservação.

Manter o imóvel bem cuidado é importante, e mais, um dever do proprietário, – mas, além disso, também faz muita diferença na hora de vendê-lo ou alugá-lo. Segundo Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado e diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, a falta de conservação do imóvel, além diminuir substancialmente seu valor, pode trazer problemas ao morador negligente – quando se trata de imóveis em condomínios -,  podendo ser inclusive, obrigado a indenizar seus vizinhos ou até o próprio condomínio.
“Nesses casos são aplicáveis, entre outros, os artigos 937 e 1.336, IV, do novo Código Civil. Art. 937: O dono de edifício ou construção responde pelos danos que resultarem de sua ruína, se esta provier de falta de reparos, cuja necessidade fosse manifesta. (…) Art. 1.336. São deveres do condômino: (…) IV – dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes” explica Freitas.
Além dessas obrigações e deveres previstos pelos artigos, o bom estado de conservação aumenta o valor da venda ou do aluguel e ajuda a tornar mais ágil a negociação.
O desgaste natural do imóvel com o passar do tempo provoca sua desvalorização no mercado. Às vezes a situação do imóvel não é tão ruim quanto parece, “muitas vezes, uma simples limpeza ou uma nova pintura podem resolver”, comenta Freitas, mas pequenos detalhes como manchas de vazamento na parede são o suficiente para dar uma impressão de abandono, “sem contar que a umidade e o bolor fazem mal à saúde, um problema para pessoas mais sensíveis” ressalta o advogado.
Quem está a procura de um imóvel quer encontrá-lo no melhor estado de conservação possível, sem precisar se preocupar com reformas. Há casos em que dois imóveis no mesmo prédio estão à venda ou para alugar, e o que está mais bem conservado é sempre negociado antes. “Os imóveis podem ser os iguais, mas se um possuir uma aparência melhor, mais moderna e mais bem cuidada, será negociado antes, – e muitas vezes isso acontece mesmo se esse imóvel está mais caro do que o outro”, alerta o especialista.
Por isso, Freitas lembra que é importante os proprietários sempre manterem uma boa manutenção dos seus imóveis, já que com o desgaste natural o eles vão se desvalorizando – logo, quem não cuida deles constantemente, perde dinheiro.
Dicas e custos
Quem deixa para fazer os reparos quando não há mais jeito acaba gastando mais. Além disso, segundo dados do mercado, o imóvel pode perder cerca de 20% de seu valor em uma venda caso esteja mal conservado.
Quando o problema é a má conservação das áreas comuns do condomínio, os imóveis também perdem valor. Uma reforma pode mudar a situação. Conforme Freitas, uma reforma pode valorizar o imóvel em cerca de 10%. “Uma reforma que custa R$ 5 mil para cada condômino pode valorizar o imóvel em cerca de R$ 50 mil”, calcula.
Tendo isso em mente, o especialista sugere que antes de adquirir um imóvel, sempre seja feita uma visita durante o dia para constatar se há nele infiltrações ou má conservação. Além disso é preciso levar em conta a infraestrutura do bairro, barulhos, problemas de enchentes, trânsito. “Enfim verifique tudo que possa incomodá-lo. Bem como, verifique a qualidade do comércio, transporte público e o que mais for necessário e importante para você” conclui.
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Os benefícios de comprar uma casa na praia ou no campo

0a(2)O espantoso crescimento no número das “segundas casas”.

Com o estresse dos grandes centros urbanos, é cada vez maior o número de pessoas que investem em uma casa de campo ou praia. Prova disso é o levantamento que foi feito a partir de dados coletados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios) e dos censos de 2000 e 2010, realizados pelo IBGE. Segundo a pesquisa, Em 2000, o país tinha 45,8 milhões de moradias fixas e 2,69 milhões de residências de veraneio. Dez anos mais tarde, esses números passaram para 57 milhões e 3,94 milhões, respectivamente. Dentre esses números, O percentual de crescimento das “segundas casas” – como casas de praia ou de campo – (46,45%) foi quase o dobro do de moradias fixas (24,35%).
Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro, comenta que grande parte desse crescimento no mercado veio com a ascensão da classe C. “Os brasileiros que integram a nova classe média já são donos de mais de um terço das casas de praia e de campo do país”, comenta Freitas. O estudo do Instituto Data Popular comprova esse fato. Segundo a pesquisa, a classe C é dona de 1,46 milhão (37,1%) de casas e apartamentos de veraneio, enquanto a classe A possui 1,25 milhão (ou 31,8%) e a classe B possui 1,23 milhao (31,1%). “Com mais dinheiro no bolso, a classe média começa a investir em uma segunda casa, pensando em constituir patrimônio e investir no lazer da família”, ressalta o especialista.
O que pouca gente lembra é que, passada a euforia da aquisição do imóvel, as casas de temporada precisam de cuidados e manutenção constante, uma vez que o vento, a umidade e a maresia podem desgastar rapidamente a estrutura, o revestimento e até os móveis. “Se na nossa primeira residência é necessário fazer uma manutenção periódica, nas casas de praia ou campo esse cuidado deve ser redobrado, principalmente se é um local que fica fechado por muito tempo”, explica o advogado da Primar Administradora de Bens.
Para evitar gastos desnecessários com o novo imóvel, Freitas comenta que os reparos feitos antes do aparecimento de um problema saem até 60% mais baratos do que consertá-los depois. Além disso, ele ressalta que uma manutenção preventiva evita a dor de cabeça de chegar à casa de praia ou de campo e ter que voltar para a cidade por causa de uma infiltração ou de uma rachadura na estrutura.
O especialista lembra que a preocupação com segurança deve estar presente desde a escolha do terreno até a hora da entrega da chave. “Caso o imóvel fique dentro de um condomínio fechado, a segurança já está mais garantida, mas se for, por exemplo, uma chácara ou casa isolada, o ideal é contratar um caseiro”, alerta.
Cada cliente tem suas preferências, mas Freitas comenta que, antes de comprar o imóvel é preciso decidir com paciência e atenção se o desejo é de uma casa na praia ou no interior. “Os filhos mudam um pouco de gosto conforme a idade. Quando mais novos, adoram praia. Depois, preferem ir com as namoradas para o campo”, comenta.
“Ambas as situações trazem pontos positivos e negativos, e são garantia de diversão e confraternização com a família e amigos. O que resta ao interessado é escolher o que mais lhe agrada”, conclui Freitas.
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Financiar ou pagar à vista?

0adjnPara comprar um imóvel é preciso considerar, antes de tudo, sua forma de pagamento. Confira as vantagens de cada opção.

Comprar a casa própria é um dos sonhos mais antigos dos brasileiros, e cada vez mais esse sonho tem se tornado realidade, principalmente com o aumento do crédito e a melhora na renda da população. Porém, uma grande dúvida que surge quando o assunto é comprar um imóvel, é a sua forma de pagamento: à vista ou financiamento, qual a melhor opção?
“O fato é que não existe uma melhor opção que sirva para todos. É preciso fazer as contas “na ponta do lápis” para cada caso específico”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro. Para elucidar esse fato, foi feita uma pesquisa pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular, e nela foi detectado que 61% da população economicamente ativa no país divide as compras em prestações, enquanto 39% prefere comprar à vista.
Segundo Freitas, as opiniões dos peritos no assunto são as mais divergentes possíveis. Alguns defendem que é mais vantajoso comprar o imóvel a vista, outros defendem o financiamento, enquanto outros ainda promovem o aluguel.
“O financiamento ainda é visto como opção para grande parte da população, mas investir o dinheiro que seria financiado e comprar o imóvel à vista pode ser uma alternativa vantajosa”, opina Freitas. O advogado comenta que se a opção for o parcelamento, ele deve ser feito se for para melhorar a vida. “Muitas pessoas acabam com a vida usando o mau crédito, por isso predomina essa impressão de que o crédito é ruim. Mas a verdade é que se a compra for consciente, se o consumidor souber que terá que pagar dez dias de férias por uma bolsa da Louis Vitton, por exemplo, e para ele isso fizer sentido, ele deve comprar. Isso serve também para a compra de um imóvel”, explica.
Como o imóvel é um bem que não vai perder valor com o passar do tempo, o advogado da Primar ressalta que fazer um financiamento para adquiri-lo pode ser um bom negócio. “Além de ter o sentimento de que você está pagando por algo que pode ganhar valor, você vai deixar de pagar um aluguel para pagar as parcelas do financiamento”, esclarece.
O conforto e a segurança de morar na casa própria podem ser extremamente importantes para uma família. Só o fato de saber que ao final do mês não precisarão pagar o aluguel ou a parcela do financiamento já pode ser um grande alívio. Mesmo assim, o especialista alerta para as famílias terem cuidado com a escolha do imóvel. “Não se empolgue por um imóvel só porque o valor da parcela cabe no bolso” comenta.
Freitas explica que o pagamento à vista sempre deve ser considerado, se for possível. Com essa forma de aquisição, além de o comprador ser liberado de um comprometimento futuro, a compra do imóvel certamente será em melhores condições, inclusive vir acompanhada de descontos.
Se a escolha for pelo financiamento, o especialista lembra que quanto maior a parcela da entrada, menores serão as parcelas do financiamento e talvez seja possível financiar o saldo devedor em menos tempo. Ele recomenda que se o futuro comprador ainda não possui um valor razoável para a parcela de entrada, que poupe um pouco mais antes de partir para o financiamento, “será o melhor negócio a se fazer”, conclui o advogado.
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Manter terreno limpo é obrigação do proprietário e ajuda na hora da venda

0aediumCom a valorização do metro quadrado no RJ, vale a pena prestar atenção na lei municipal que evita que as áreas com donos virem terrenos baldios mal cuidados.

O Rio de Janeiro continua sendo, de longe, a cidade brasileira com o metro quadrado mais valorizado do país, – segundo dados levantados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da USP em 2011. Os cinco bairros com áreas mais valorizadas do Brasil estão todos no Rio, sendo o campeão deles o Leblon, ficando à frente de Ipanema. Seguem-se a Lagoa, a Gávea e o Jardim Botânico.
O levantamento revela que o valor médio do metro quadrado subiu 17% em seis capitais brasileiras pesquisadas e no Distrito Federal – e também o Rio está na frente, com um aumento médio de 23% no preço do metro quadrado, o que prova que adquirir um terreno na Cidade Maravilhosa é um ótimo negócio. “Agora mais do que nunca, principalmente com a Copa do Mundo e as Olimpíadas se aproximando. Os terrenos no Rio de Janeiro só tendem a valorizar, e bairros como a Barra, Jacarepaguá e Recreio, em que ainda existem áreas possíveis para a construção, devem ser muito visadas e valorizadas”, comenta Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios e jurídico da Imobiliária Primar Administradora de Bens, do Rio de Janeiro.
Cuidados para comprar, cuidar, ou vender o terreno
Com a grande procura e valorização nos imóveis e terrenos na cidade do Rio de Janeiro, aqueles que querem comprar, vender, ou administrar corretamente os seus terrenos, precisam prestar atenção nas leis que envolvem esse tema para poder tirar proveito da área em questão, deixando de lado as possíveis dores de cabeça e prejuízos que poderiam aparecer.
Segundo a Lei n.° 1606 de 27 de agosto de 1990, aprovada pelo então prefeito da cidade, Marcello Alencar, dentre outras restrições, os terrenos não edificados devem ser mantidos limpos, capinados e drenados, dentro das normas vigentes. Cercas deverão ser mantidas em permanente estado de conservação, sem prejuízo para pedestres, com o fechamento de um metro e oitenta centímetros de altura mínima, exceto para fechamento em cerca viva, que terá oitenta centímetros de altura mínima.
Caso não respeitadas as regras, em um prazo de noventa dias, o proprietário sofrerá uma multa especial pelo desleixo e falta de zelo para com a cidade ou pelos danos à saúde da população.
“A limpeza é uma obrigação dos proprietários e não do município, e as conseqüências da não manutenção destes lotes podem causar prejuízos para a sociedade, envolvendo a saúde pública no caso de doenças, como a dengue, a segurança pública, já que estes locais podem servir para abrigar marginais, dentre outras questões que podem ser evitadas com os simples cuidados do terreno, como limpar, cortar a mata do local e instalar cercas e um portão ao redor”, comenta Freitas.
Caso seja proprietário de um terreno e pretenda vendê-lo, o diretor da Primar Administradora de Bens oferece algumas dicas, sendo a principal delas o fato de manter o terreno sempre limpo, causando uma boa impressão ao futuro comprador. “Da mesma forma que um vendedor de carro usado deixa o automóvel dele brilhando, destacando as suas qualidades na hora de negociá-lo, o mesmo deve ser feito com o terreno, com o proprietário mantendo a mata cortada, o local bem sinalizado, livre de pragas e animais indesejáveis, coisas que são bem observadas aos olhos do possível comprador”, conclui Freitas.
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Carlos Samuel de Oliveira Freitas participa do projeto Creci Cultural

Hoje (13/11), Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens irá participar do projeto Creci Cultural, promovido pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-RJ), no auditório da Universidade Cândido Mendes, a partir das 15 horas.

Freitas irá ministrar a palestra “Locação – Leis 8.245, 12.112 e 12.607. O evento tem como público alvo os corretores de imóveis e o Creci pede a doação de um quilo de alimento não perecível para a Campanha de Doação da Associação Aliança dos Cegos. “Haverá sorteio de brindes e espaço para o esclarecimento de dúvidas”, conta o especialista.

Carlos Samuel de Oliveira Freitas falou sobre locação no XIII ENAI

Nos dias 05, 06 e 07 de novembro aconteceu o XIII Encontro Nacional dos Advogados do Mercado Imobiliário (ENAI), juntamente com o V Congresso de Direito Imobiliário e Registral. Cerca de 240 pessoas estiveram presentes no evento, que reuniu grandes nomes do mercado imobiliário para debater temas relevantes para a área. O advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens foi um dos palestrantes e abordou questões atuais e controvertidas da locação, como os aspectos que envolvem a garantia locatícia da caução.

Diretor da PRIMAR participou do Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI)

Nos dias 27, 28, 29 e 30 de agosto, o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens, participou do I Congresso Internacional do Mercado Imobiliário (CIMI) como congressista. O evento promoveu uma série de fóruns, palestras e congressos e reuniu profissionais da área, entidades educacionais, empresas e instituições do setor, autoridades e entidades internacionais.

O CIMI tinha como objetivo debater tendências do setor imobiliário, divulgar projetos relevantes para o segmento, analisar o futuro e direcionamentos do mercado de imóveis brasileiro e internacional, promover o estreitamento do relacionamento entre investidores, construtores e incorporadores e promover o intercâmbio de informações sobre o cenário imobiliário local e global. “Foi um ótimo evento. Espero que o congresso tenha continuidade nos próximos anos”, comenta Freitas, vice-presidente da Associação de Advogados do Mercado Imobiliário (ABAMI) e diretor adjunto de relações com o judiciário da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI).

Localização ajuda a valorizar imóveis nas comunidades cariocas

As favelas começaram a ser pacificadas no fim de 2008 e com três anos de programa foram muitos avanços com a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Cerca de 18 UPPs foram instaladas nas favelas cariocas– algumas abrangem mais de uma comunidade. “As UPPs que foram instaladas até o momento privilegiam bairros da zona sul, onde estão localizados os principais pontos turísticos da cidade e serão realizados os jogos da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016”, observa Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.

Valorização imobiliária é reflexo de pacificação de favelas

Mais de 20 comunidades cariocas foram pacificadas por meio da instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), um novo modelo de segurança pública estabelecido no Rio de Janeiro. Os principais objetivos das UPPs são aproximar a polícia e a população, fortalecer as políticas sociais nas comunidades e promover a paz em territórios que eram ocupados por traficantes e milicianos. “Um dos reflexos da pacificação das favelas foi a valorização de imóveis nos bairros vizinhos”, analisa o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens.

Carlos Samuel de Oliveira Freitas ministrará curso sobre Garantias para Locação de Imóveis

Nos dias 04 e 05 de janeiro o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas irá ministrar um curso sobre “Garantias para Locação de Imóveis”, no Secovi Rio. O curso é voltado para administradores de imóveis, advogados que atuam na área de locações, atendentes do departamento de locações e demais profissionais interessados.
O objetivo do curso é aprimorar o entendimento sobre os aspectos envolvidos na locação, aprofundar os conhecimentos sobre a redação de contratos de locação de imóveis urbanos residenciais, não residenciais e para temporada. “Além disso, serão abordadas questões sobre as cláusulas legais e as abusivas no contrato de locação”, afirma Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens e diretor de locações da ABADI.

Serviço: Curso sobre Garantias para Locação de Imóveis
Data: 04 e 05 de janeiro de 2012
Horário: 18h às 21h
Facilitador: Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado imobiliário, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens, diretor de locações da ABADI, professor do curso de Atendentes de Locação do Núcleo de Formação em Excelência Imobiliária (NUFEI)
Carga Horária: 6h
Local: Secovi Rio – Av. Almirante Barroso, 52 / 9º andar – Centro.
Investimento
Contribuintes Secovi Rio: R$ 100,00
Parceiros Creci-RJ e Abami: R$ 150,00
Demais Interessados: R$ 180,00
Mais informações: http://www.secovirio.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2621&sid=153

Novo site da PRIMAR

O novo site da PRIMAR Administradora de Imóveis e Condomínios já está no ar. Agora quem deseja fazer alguma negociação imobiliária pode entrar no endereço eletrônico da PRIMAR e buscar o imóvel desejado. A busca permite escolher filtros para facilitar a pesquisa. O internauta pode escolher o tipo de negociação (venda ou locação), tipo de imóvel, bairro, números de quartos e vagas de garagem, metragem e até o valor desejado.

Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR, afirma que o novo site é mais funcional e traz informações adicionais. “Além da história da PRIMAR, o contato, o endereço das sedes e outros aspectos institucionais, o internauta encontra detalhes sobre o financiamento de imóveis, dicionário imobiliário para entender os termos utilizados na área, notícias e outros endereços eletrônicos que podem ser úteis”, ressalta.
As mudanças no site foram feitas após a inauguração da nova filial da empresa, a PRIMAR Barra, localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). “É uma nova fase para a PRIMAR, um período excepcional e vamos começar 2012 com o pé direito para que ele seja ainda melhor”, acrescenta.

Quem quiser conhecer o novo site pode clicar no link http://www.primaradministradora.com.br/07/default.asp.

PRIMAR na Globo News

Na próxima quinta-feira (15/12) o advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor na PRIMARAdministradora de Imóveis e Condomínios, diretor de locações da ABADI e do CRECI e Vice-Presidente da ABAMI, será entrevistado por jornalistas do canal fechado Globo News. Freitas foi convidado para falar sobre obrigações, deveres e direitos dos inquilinos.

Site da Exame publica reportagem com diretor e presidente da PRIMAR

O site da revista Exame publicou mais uma vez uma reportagem pautada pela Toda Comunicação. Com o título “Imóvel alugado: manutenção, reformas e consertos”, a matéria fala sobre as alterações em imóveis alugados e de quem é a responsabilidade de acordo com o problema da edificação.  Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Imóveis e Condomínios, e Antônio José da Silva, presidente da PRIMAR, explicam sobre a possibilidade de fazer melhorias no imóvel locado e em quais casos o proprietário deve ressarcir os gastos para o inquilino.

Para saber mais acesse a página http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/manutencao-reformas-e-consertos-do-imovel-alugado.

Evento da OAB-RJ tem palestra com Carlos Samuel de Oliveira Freitas

 advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de condomínios da PRIMAR Administradora de Bens e vice-presidente da Abami, ministrou a palestra “Novos aspectos processuais da Lei do Inquilinato”, no evento sobre os 20 anos da Lei do Inquilinato. O evento aconteceu ontem (07/12), no Plenário Evandro Lins e Silva, e foi promovido pela OAB-RJ, com o apoio da IDAAMI (Instituto de Direito  Agrário, Ambiental e Imobiliário). 

Compra de imóvel: não esqueça dos tributos

Quem está prestes a adquirir um imóvel – ou pelo menos pensando em comprar – deve lembrar há outros custos além do valor da compra do imóvel. Além do preço pago ao vendedor, o novo proprietário tem que arcar com as despesas relacionadas à escritura, taxas e impostos. “O comprador deve reservar pelo menos 5% do valor de comprar para cobrir estes gastos extras. Ou seja, se o imóvel for vendido pelo valor de R$ 200 mil o comprador gastará cerca de R$ 10 mil para quitar todos os tributos cobrados”, explica Carlos Samuel Silva Freitas, responsável pelo departamento comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Bens.

Juros altos dificultam compra de imóvel

Comprar um imóvel é a meta de muitas famílias brasileiras, que consideram a casa própria uma conquista essencial para viver bem e com mais estabilidade. Mesmo com mais facilidades para a aquisição de crédito imobiliário, muitas pessoas sofrem para realizar este sonho tão almejado. “A informalidade, as altas taxas de juros e a valorização dos imóveis dificultam a compra da casa própria do brasileiro”, observa Carlos Samuel Silva Freitas, responsável pelo departamento comercial e de locações da empresa PRIMAR Administradora de Bens.

Inquilino deve conhecer regras em condomínio de imóvel para temporada

De acordo com Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da PRIMAR Administradora de Bens, se o imóvel alugado para temporada pertencer a um condomínio o inquilino deve ficar atento para não infringir as regras estabelecidas. Piscinas, quadras esportivas, salas de ginástica, salão de festas e outras áreas comuns normalmente só podem ser utilizadas pelo proprietário. “Neste caso quem aluga a casa ou apartamento deve ser avisado com antecedência para não sofrer constrangimentos por falta de informação. O pagamento é acordado de forma livre entre as partes, mas é comum a exigência de pagar metade do aluguel no ato da contratação e a outra metade na entrega das chaves”, acrescenta Bárbara.

Imobiliárias garantem mais segurança em locação para temporada

Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da PRIMAR Administradora de Bens, lembra que a locação de imóveis para temporada em empresas especializadas é mais viável. As imobiliárias ou corretoras de imóveis tem experiência no ramo e profissionais que ajudam na busca do imóvel. “O turista deve verificar se não há reclamações no Procon local contra a empresa ou no Conselho Regional dos Corretores de Imóvel (CRECI) responsável pela região. O inquilino não pode se esquecer que haverá a cobrança de taxas administrativas embutidas no valor do aluguel”, aponta.

Alugar imóvel para temporada com antecedência ajuda a economizar

Para economizar na hora de alugar um imóvel para temporada a dica é fazer a locação com antecedência. Quem deixa para última hora acaba tendo que desembolsar mais dinheiro por falta de opções e ainda corre o risco de não conseguir um bom lugar para ficar. “No Natal, Ano Novo e Carnaval os preços são mais elevados. Mesmo assim vale a pena negociar com o proprietário para obter desconto de acordo com o tempo de locação. Ainda dá tempo de conseguir um bom imóvel na localização desejada por um preço bacana, considerando que ainda falta um mês para o Natal, mas é bom correr”, recomenda Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Bens.