Arquivos da Categoria: crianças

Memórias vivas

imagem_release_460116Sabe aqueles momentos que você gostaria que nunca tivessem acabado, ou deseja que pudesse reviver? Quando seu filho deu os primeiros passos, falou as primeiras palavras, quando foram para a praia pela primeira vez, os mimos dos tios ou dos avós, enfim, inúmeras memórias inesquecíveis. Você pode registrá-las e guardá-las consigo, para que, quando as crianças crescerem, possam relembrar tudo que viveram.

Fazer registros fotográficos pode parecer uma perda de tempo, mas é de grande importância, principalmente para ensinar os pequenos a valorizar a história da família, as tradições e memórias que fazem parte do seu crescimento como filho e como pessoa. Uma ideia para envolvê-los no processo é fazer álbuns temáticos, handmade, em que eles possam ser criativos e apreciar um pouco mais os momentos em família. Outra dica é envolvê-los na escolha do tema do ensaio, das roupas, das atividades que serão fotografadas.

É triste pensar que tais recordações possam cair no esquecimento, se perder em meio à correria e às atividades do dia a dia. Porém, se registrados por fotografias, podem durar por toda vida. A fotógrafa Amanda Costa, atuante na cidade do Rio de Janeiro, é especializada em registrar fotos do estilo lifestyle e descobriu que por meio desses registros poderia contar a história de uma família.

Formada, inicialmente, em Direito, apaixonada por arte e fotografia, largou a carreira jurídica para se dedicar à sua paixão. Estudou fotografia no Brasil e Estados Unidos, é membro do National Association of Professional Child Photographers (NAPCP), além de ministrar um workshop e um curso online para fotógrafos de família desenvolverem suas habilidades. Ela registra fotos familiares, de casamentos, de casais e de gestantes. “Onde houver cor, luz e uma possibilidade de criar cenários, momentos e histórias mágicas, eu quero estar. De preferência, com uma câmera na mão”, conclui Amanda.

Serviço: Amanda Costa

Fotógrafa de Família

http://www.amandacosta.com

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Fazer maratonas de seriados pode distorcer a realidade

imagem_release_450904O episódio final de Game Of Thrones, a aclamada série da emissora HBO, que mistura fantasia e realidade, levou o mundo à loucura. O último episódio da quinta temporada do seriado, que foi ao ar no dia 12 de junho, teve 8,1 milhões de espectadores, segundo o instituto de pesquisa Nielsen, localizada nos Estados Unidos. A série, que possui fãs espalhados no mundo todo, causou comoção nas redes sociais, e teve matérias publicadas sobre sua última transmissão do ano durante dias.

A verdade é que nem todos os seriados dão certo, não ultrapassando do primeiro episódio ou, até mesmo, sendo cancelados depois de várias temporadas, pois, por mais que os membros da Indústria Cultural tentem, nem sempre é possível prever o que fará ou não sucesso. Porém, quando uma pessoa se sente cativada por um seriado e seus personagens, ela passa a esperar ansiosamente pelo desenrolar daquilo, criando expectativas e se frustrando, por diversas vezes.

Apesar de não haver problema em gostar de um seriado, tudo que é feito de forma exagerada pode ser perigoso. De acordo com o e psicólogo e Co-CEO do Instituto Internacional Japonês de Coaching, João Alexandre Borba, as pessoas podem se desgastar tanto de maneira emocional quanto física ao fazer “maratonas” de seriados. “Os serviços de streaming, como Netflix e Now, por exemplo, por vezes liberam uma temporada inteira de uma série de uma vez só, o que permite que as pessoas assistam em um dia, se quiserem. Isso não é saudável, pois o expectador pode passar intervalos de tempo enormes vendo, e esquecer da sua realidade. Já tive um caso de um cliente que ao chegar sexta-feira, ficava em casa até domingo de noite assistindo séries, sem interagir com mais ninguém.”, afirma.

Borba explica que uma pessoa pode se sentir fisicamente desgastada por assistir uma série com muita ação, por exemplo. “O mesmo acontece com séries ou filmes românticos. A pessoa, por assistir inúmeros casais se apaixonando e vivendo felizes para sempre, começa a suprir falsamente sua necessidade de carinho e atenção através da ficção. Porém, essa sensação é superficial, fazendo com que ela continue a assistir de maneira repetitiva, muitas vezes compulsiva, para continuar preenchendo esse vazio”, esclarece.

O psicólogo finaliza, pontuando que, ao acompanhar uma série, é criada uma falsa sensação de lealdade, em que a pessoa se sente parte do enredo e da vida da personagem. “É importante observar que assistir séries e gostar delas não é problema nenhum. Entretanto, isso deve ser feito de maneira moderada, evitando fazer maratonas de episódios, já que isso também pode indicar depressão e solidão”, conclui.

Serviço: João Alexandre Borba

Psicólogo e Co-CEO do Instituto Internacional Japonês de Coaching

joao.alexandre@live.com

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Aprenda a dizer não

imagem_release_439030No dia a dia, é comum que as pessoas esqueçam dos seus próprios desejos para atender as vontades dos outros, principalmente pela correria diária presente na sociedade. É normal que pais e mães deixem de fazer uma coisa ou outra para atender seus filhos, assim como, na empresa, as vezes é preciso parar alguma atividade para fazer algo para seu chefe. O problema surge quando as pessoas perdem sua própria autonomia, e não conseguem dizer não para os outros, esquecendo-se de si próprios.

O ato de dizer não parece fácil para muitas pessoas, mas, para outras, é um verdadeiro desafio. De acordo com especialistas, a característica de falar não surge ainda na infância, lá pelo 15º mês de vida, quando o bebê começa a buscar sua independência da mãe. Ao falar não, especialmente nessa fase entre um e dois anos de idade, a criança procura se emancipar, ainda que de maneira limitada, da figura materna. É nesse momento em que, sutilmente, se descobre a figura do “eu”.

Segundo o psicólogo e master coach João Alexandre Borba, quando uma pessoa diz não para algo, ela, na verdade, está, ao mesmo tempo, dizendo sim para si mesmo. “Se uma pessoa lhe encoraja a beber, mas você não está sentindo vontade e recusa, você, ao mesmo tempo, está dizendo sim à sua autonomia, respeitando a si mesmo”, explica.

O profissional fala que, ao aprender a dizer não, a pessoa evita ser vítima de quem sabe dizer sim. “Se o indivíduo não souber se posicionar dentro do ambiente de trabalho, por exemplo, os colegas sempre passarão por cima dele, por serem mais autoritários e assertivos. Isso pode causar estresse, levando a pessoa a se sentir sobrecarregada, quando não há necessidade para isso”, comenta.

Quando as pessoas começam a dizer sim para si mesmas, é possível que aja uma reestruturação do próprio indivíduo. “A partir do momento em que a pessoa toma as rédeas de sua vida e começa a valorizar seus próprios gostos, preferências e sentimentos, ela consegue aprender a dizer não para os outros, e se reestruturar internamente. No fundo, não se trata de aprender a dizer não, mas a valorizar o próprio ‘sim”, conclui Borba.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

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Como não vitimizar seu filho

imagem_release_406037Algumas pessoas se fazem de vítima diante os problemas da vida. Estas pessoas, geralmente, não possuem o controle das suas emoções e ações, além de usarem qualquer coisa como desculpa para seus fracassos diários. Segundo estudos psicológicos, as pessoas se vitimizam para conseguir mais atenção, mostrando às pessoas com quem se relaciona que sua vida é ruim, na esperança que isso possa despertar alguma piedade e atenção por parte dos ouvintes

Segundo o psicólogo e master coach João Alexandre Borba, vítima é todo aquele que vive ressentido, e que perdeu o contato com sua força de vida original. “Esta força é a responsável por alavancar projetos, mergulhar em relacionamentos satisfatórios e em exigir do mundo trocais justas e balanceadas. A vítima é todo aquele que culpa os outros pelas suas adversidades e esqueceu de se responsabilizar pela própria vida”, explica o profissional.

Borba ainda diz que é muito comum que pais transformem seus filhos em vítimas, por tentarem protegê-los de mais, ou, até mesmo, por forçarem um amadurecimento precoce, mesmo que de forma não intencional.

O psicólogo listou algumas ações, realizadas pelos pais, e que podem tornar os filhos vitimizados no futuro. Confira:

1)  Fazer tudo para seu filho, antecipando suas necessidades e não deixando-o amadurecer sua independência:

Crianças adoram ser reconhecidas em suas idiossincrasias e ações espontâneas. Com um olhar um pouco mais observador, já é possível encontrar talentos incríveis em crianças pequenas. Estimule-os em vez de censurá-los. Querer que seu filho seja uma cópia sua é retirar lentamente sua identidade.

2)  Envolver as crianças em temáticas adultas, colocando-os pra darem opiniões:

Crianças são muito vulneráveis a terem de tomar partido em qual dos pais estaria certo ou errado naquela questão. Isso os torna pessoas “pesadas”, pois não suportam carregar um peso que não lhes compete. Deixe seu filho ter uma infância livre.

3)  Olhar com pena ou piedade para suas crianças.

Independente da sua situação de vida, sempre estimule seu filho a ser um vencedor e um desbravador. Jamais tenha piedade ou dó dele. Acredite em seu potencial e em sua força de vida. Crianças aprendem primeiro a se identificarem com o olhar dos pais, para depois, quando chegam na fase adulta, selecionarem o que irão manter ou eliminar deste olhar inicial. Isto seria um adulto realmente na fase adulta.

A vítima sempre sofre e se perde em seus dramas. Enquanto não aprender a separar amor de piedade, enquanto acreditar que ao receber a pena e a piedade dos outros, está também recebendo amor, este processo jamais terá fim. Dramas internos avassaladores costumam transgredir e ultrapassar várias e várias gerações. Por isso, torne-se responsável pela própria vida. Não há nada mais leve, belo e libertador do que ver um adulto caminhando junto a sua criança interna.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

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Grupo leva a fotografia a áreas carentes de Curitiba

Durante o mês dGrupo f 6 - 2014- Emjame abril, a Portfolio Escola de Fotografia servirá como ponto de arrecadação de equipamentos fotográficos a serem utilizados pelo projeto “Retratos: tempos de escola”. Idealizado pelo Grupo f.6 em 2012, ele tem caráter social e já atingiu mais de 550 crianças de escolas municipais localizadas no bairro Cajuru e no município de Colombo, região metropolitana de Curitiba.

A ideia nasceu nos bancos do Curso Anual de Fotografia da Portfolio, em 2009. Depois de perder o convívio semanal proporcionado pelas aulas, os ex-alunos Fran Bubniak, Marcio Olesko, Noemia Fontanela e Walter Thom e sentiram a necessidade de criar um canal por meio do qual pudessem continuar imersos naquele ambiente de troca de conteúdos e experiências.

Foi então que surgiu o grupo fechado f.6 numa rede social, que tinha o intuito de compartilhar experiências fotográficas, divulgar informações e buscar conhecimento nos mais diversos ramos da fotografia. Depois de um tempo, porém, os criadores do f.6 perceberam que podiam investir em ações mais concretas e iniciar um projeto fotográfico de caráter social.

Em 2012, o objetivo do grupo se concretizou, e alunos dos quintos anos da Escola Municipal Senador Enéas Faria (Emsef), no Cajuru, foram fotografados e receberam, cada um, um retrato individual e um retrato da turma. O projeto se repetiu no ano seguinte e, em 2014, foi ampliado, passando a atender também a Escola Municipal Jardim Ana Maria (Emjam), em Colombo.

Em 2015, o grupo pretende alçar voos maiores. A ideia, agora, é levar aos alunos de EJA (Educação de Jovens e Adultos) e CEEBJA (Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos) da Emsef uma oficina básica de fotografia. Para que as aulas não fiquem apenas na teoria e levem esses alunos de fato ao mundo da fotografia, o f.6 precisa da doação de câmeras digitais, cartões de memória e pilhas.

Serão aceitas as doações de equipamentos em bom estado de conservação e funcionamento, já que o grupo não dispõe de verba para manutenção de itens que, porventura, não funcionem. A campanha de arrecadação vai até o final de abril, e os itens podem ser entregues na sede da Escola Portfolio (Rua Alberto Folloni, 634 A, Centro Cívico), de segunda a sexta-feira, das 9 às 12h e das 13h30 às 20h. O telefone para contato é 3252-2540.

 

 Assessoria de Imprensa Portfolio

Gustavo Zielonka 41-8864-2486 gustavo@gustavozielonka.com.br

O poder da paternidade

9Sabe aquele velho ditado popular que diz que todos temos um lugar ao sol? Pois bem, esta força de encontrar o seu canto, reconhecer o seu espaço e demarcar limites vem da principal figura masculina na vida de toda criança: o pai.

Na ausência do pai, a criança busca sempre esta figura essencial que irá lhe ajudar com os limites e com a sua força de se posicionar diante da vida. É importante ressaltar que quanto mais bem amparada desta imagem interna masculina, ou seja, o pai que habita dentro de cada um de nós, mais bem resolvidos quanto ao “nosso lugar ao sol” estaremos. Quanto mais meu espaço interno é respeitado e quanto mais conheço minhas regras e leis internas, mais compreensivo e respeitoso eu serei com as outras pessoas, não precisando invejá-las ou mesmo puxar o tapete de ninguém para chegar aos meus objetivos.

A força de um pai está muito relacionada à despedida por parte do jovem adulto de seu lar para sua ida ao mundo, onde conquistará seu lugar na sociedade, podendo contribuir, fazendo a diferença. Portanto, é importante que os pais saibam o seu papel no psicológico de seus filhos para que possam sempre oferecer uma base de amor e acolhimento necessários para que a criança se desenvolva firme, sentindo-se amparada e sabendo que alguém muito especial acredita e torce pelo seu sucesso na vida.

Sempre que atendo pais que se encontram perdidos com relação a como educar seus filhos, ofereço três valiosas dicas psicológicas:

1)    Seja firme e afetuoso ao transmitir um pedido ao seu filho. Uma ordem pode ser transmitida com amor.

2)    Elogie-o sempre que algo diferente for realizado. Não fique somente observando ações iguais as suas.

3)    Valorize cada traço único na personalidade de seu filho e jamais queira que ele seja você. Para que ele te traga orgulho e admiração, você só precisa acreditar nele e valorizar seus pontos fortes. A segurança de uma criança vem de suas raízes, de seus pais.

Não existe nada mais enriquecedor do que receber um grande suporte e consideração da própria fonte paterna.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

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Processamento auditivo: como funciona e qual é a sua importância para o desenvolvimento

0a9bee1e39eefa05f21946bb.jpg_256Distúrbios no processamento auditivo podem prejudicar aprendizado.

Processamento auditivo é a capacidade que o sistema nervoso tem de usar a informação que chega pela audição. Esse processamento é relacionado diretamente com as habilidades auditivas adquiridas e desenvolvidas desde o nascimento, como, por exemplo, localizar o som, focar a atenção em um som e ignorar outros, memorizar sons sequenciais etc.
Algumas pessoas apresentam dificuldades nessas “simples” habilidades, o que pode causar a desatenção, dificuldade de concentração, de compreensão e de aprendizagem. “Esta dificuldade é chamada de Transtorno de Processamento Auditivo”, explica a Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães, Otorrinolaringologista e Otoneurologista de Curitiba, PR.
A Doutora exemplifica: “É como se o cérebro fosse um rádio. O sinal existe, mas por algum motivo, existem ruídos, interferências e a informação não consegue ser perfeitamente compreendida. Nesse caso, o problema está no sistema nervoso central, em que o processamento do estímulo sonoro não é feito corretamente e a decodificação é lenta”, diz.
Existem muitos casos em que crianças não tiram boas notas na escola e são caracterizadas como desatentas, agitadas ou com falta de interesse. Por outro lado, alguns adultos também se queixam de dificuldades no seu dia-a-dia profissional e o convívio com familiares e amigos – como, por exemplo, problemas de memória, concentração, entendimento, etc. “Quando acontece algum desses dois casos citados – que são apenas dois exemplos de um universo muito grande – é possível que exista um Transtorno de Processamento Auditivo em ambos os casos”, exalta a especialista.
“Todos escutam os mesmos sons. Quem não tem o distúrbio, consegue prestar mais atenção no que interessa, já quem possui o distúrbio, ouve um monte de barulhos e fica completamente perdido. A sensação é de frustração, já que a pessoa se esforça para entender e, simplesmente, não consegue. O que um aluno sem distúrbio faz em 15 minutos, o com distúrbio leva três horas. No final, a nota ainda é ruim”, ressalta.
Rita lembra que o Transtorno pode estar presente em qualquer um – mesmo naqueles que não possuem perda auditiva, – mas que existem tratamentos eficazes e essas dificuldades podem ser revertidas quando tratadas adequadamente.
Deve ser agendada uma consulta com um médico especialista se existir alguma queixa semelhante a dificuldade de aprendizagem e/ou para ler e escrever; a troca de letras para falar, ler ou escrever; problemas de memória; desatenção e/ou distração;cansaço rápido quando está assistindo às aulas ou palestras; agitação e/ou inquietação; dificuldade para ouvir e prestar atenção em ambientes ruidosos; parecer não ouvir/entender bem; demora para escutar e/ou compreender o que foi dito; dificuldade para aprender línguas estrangeiras; dificuldade em conversas com muitas pessoas ao mesmo tempo; dificuldade para localizar de onde o som está vindo; dificuldade para realizar uma sequência de tarefas que lhe foi solicitada.
Quando existe a suspeita do distúrbio do processamento auditivo, um otorrinolaringologista deve fazer um histórico clínico detalhado, assim como solicitar todos os exames auditivos incluindo os testes de processamento auditivo. “É por meio desse exame que será possível identificar qual o tipo de alteração – o que definirá as habilidades que deverão ser trabalhadas durante o tratamento”, explica Rita. As alterações têm grande chance de serem revertidas com o treinamento adequado.

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009)
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR
Blog: http://canaldoouvido.blogspot.com
Email: ritaguimaraescwb@gmail.com
Telefone: 41-3225-1665   
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR.

Otites em crianças: entenda porque ela é tão frequente e saiba como se prevenir

0ae-ouvido1Sete em cada dez crianças tem, ao menos uma vez na vida, infecção no ouvido. Entenda o porquê disso e como impedir sua evolução.

As otites são uma das causas mais frequentes de visita ao pediatra na infância. Isso acontece porque quando um processo infeccioso agride a orelha da criança, ele logo provoca uma intensa dor – que para o desespero dos pais, vem acompanhada de irritação e choradeira dos pequenos. Esse quadro, chamado de otite, nem sempre é identificado rapidamente e, se não tomados os cuidados corretos, pode se tornar recorrente, o que representa uma dose extra de angústia para a família e para a criança.

A Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães, Otorrinolaringologista e Otoneurologista de Curitiba, PR, explica que as otites podem ser causadas por vírus ou bactérias, e podem atingir a parte externa ou média da orelha (para dentro do tímpano). “A otite externa aparece mais frequentemente depois dos quatro anos de idade, quando a criança fica muito tempo em contato com a água, por exemplo. A umidade excessiva pode retirar a proteção do canal auditivo – o cerume. Por isso, quem faz natação e tem irritações frequentes nos oyvidos deve consultar um especialista e se necessário usar protetores nos ouvidos”, explica.

Já a otite média aguda é a mais comum nos primeiros três anos de vida, e, na maioria das vezes, aparece como consequência de uma infecção respiratória. “Isso porque os vírus causadores de gripes e resfriados prejudicam o sistema imunológico, deixando livre o caminho para que outros microorganismos entrem no corpo: as bactérias”, comenta Rita. Quando as bactérias entram em cena, elas vão para a orelha média e causam a dolorosa infecção.

As otites costumam causar grande desconforto para as crianças, sendo a dor o principal sintoma da otite – independente da idade do pequeno, da causa do problema e a sua gravidade. É por causa do incômodo que as mães conseguem perceber algumas mudanças no comportamento do filho, como irritação e dificuldade para dormir e se alimentar – nos bebês, o ato de sugar o peito ou a mamadeira pode levar ao choro. Em alguns casos, a otite também pode provocar febre e comprometer a audição.

Para proteger a criança da otite, o ideal é manter as vias respiratórias dela sempre limpas, já que são as infecções e inflamações nessa área que muitas vezes causam a doença. “A lista de cuidados também inclui evitar mudanças bruscas de temperatura, ambientes muito frios e a fumaça de cigarro. Também é importante investir no aleitamento materno e seguir as orientações do pediatra em relação às vacinas indicadas para cada faixa etária, sem especial a vacina contra as otites”, observa Rita.

É sempre bom lembrar que a otite média não é causada por sujeira ou cera. Ou seja, cutucar o local com haste flexível – o cotonete – só prejudicará as coisas. “O objeto pode lesionar as paredes do canal auditivo e o tímpano ou até mesmo direcionar a cera para o interior do ouvido, prejudicando sua eliminação natural”, alerta a especialista, que indica que a limpeza da parte externa da orelha deve ser feita no banho ou logo depois da saída do banho.“ Basta enxugar com a toalha ou uma fralda de tecido até onde o dedo alcançar”, conclui.

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009)
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR
Blog: http://canaldoouvido.blogspot.com
Email: ritaguimaraescwb@gmail.com
Telefone: 41-3225-1665   
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR.

Pastoral de Rio Azul (PR) promove campanha para o Dia das Crianças

Brinquedos, doces, roupas e calçados semi-novos para crianças e adultos são bem vindos. Doe e faça uma criança sorrir.

No dia 12 de outubro é comemorado o Dia das Crianças, uma data muito esperada pelos pequenos, principalmente por causa dos brinquedos que irão ganhar. Infelizmente, nem todas as famílias possuem condições para presentear as crianças e em muitos casos elas precisam mais do que algo para brincar – necessitam de roupas, calçados e alimentos.

A Pastoral da Criança e Associação Beneficência Católica Padre João Salanczyk, localizada no município paranaense de Rio Azul, conhece bem esta triste realidade. “Nós atendemos crianças, adolescentes, adultos e idosos e estamos realizando uma campanha para o Dia das Crianças. Doações de doces, brinquedos, roupas e calçados novos e semi-novos para bebês, crianças e adultos são muito bem-vindas”, afirma Nádia Boiko Rymsza, presidente da entidade.

Os brinquedos e doces serão entregue para a criançada e as roupas e calçados farão parte dos bazares realizados para a arrecadação de fundos da associação. “Os bazares são importantes para que possamos dar continuidade ao nosso trabalho. Convido a todos a colaborar com esta obra, pois mesmo com o apoio da Paróquia, de alguns setores da administração pública e as doações de algumas famílias, o atendimento está sendo prejudicado devido à falta de recursos para suprir a grande demanda”, ressalta.

A pastoral conta com 47 líderes capacitadas para desenvolver esta missão e atende 23 comunidades e mais de 460 famílias com crianças de 0 a 6 anos. “Nós temos realizados trabalhos significativos com as famílias carentes, gestantes, idosos e pessoas doentes em todas as paróquias e municípios que são abrangidos pela associação. As líderes são voluntárias e visitam cada família para dar orientações e acompanhar o quadro nutricional e o desenvolvimento das crianças. Também promovemos cursos de trabalhos manuais”, conta.

As doações de alimentos, roupas, calçados, móveis e utensílios domésticos ajudam a dar um pouco mais de dignidade e conforto para estas famílias. O aumento da carência da zona rural e também da cidade tem sido um grande desafio para a pastoral. “Nós trabalhamos para desenvolvimento e restauração da pessoa humana, mas nos faltam recursos. Por isso pedimos doações de tudo o que possa ser distribuído para estas pessoas, inclusive roupas de cama, cobertores, perfumes e outros”, destaca Nádia.

Serviço: Pastoral da Criança e Associação Beneficência Católica Padre João Salanczyk
Endereço: Avenida Manoel Ribas, 1048, Rio Azul – Paraná
Fone: (42) 3463-2443
Para doações também: Com Alexandra Heger, na Rua João Alencar Guimarães, 825, sala 7 c ,  Santa Quitéria, continuação da Av. Iguaçu.
Fone: (41) 3019-7156  3308-7155   ID 43*142256.
CNPJ: 06.082.870/0001-33 

Mês da Família no Empório da Papinha:

Quando a maternidade chega, inicia-se uma nova etapa na vida de um casal. A felicidade dos pais é imensa, mas ao mesmo tempo, são tantos cuidados com o bebê, tantos afazeres, que muitas vezes eles acabam não compartilhando esse momento especial com toda a família.
Pensando em proporcionar momentos inesquecíveis, o Empório da Papinha escolheu setembro, para celebrar o mês da família. A ideia é reunir todos para uma deliciosa e divertida tarde no cinema.
Para tornar essa ideia possível, o Empório da Papinha se uniu  ao CineMaterna, um projeto desenvolvido em 2008, que possibilita que mamães com crianças, assistam sessões exclusivas no cinema.
Durante todo o mês de setembro, nas compras realizadas no Empório da Papinha a partir de R$ 100,00, a família ganha um ingresso individual Cinematerna.  Uma forma de reunir a família e assistir a um bom filme.
A promoção exclusiva do Empório da Papinha quer garantir qualidade de vida às famílias!!
Serviço: Empório da Papinha
Rua: Celestino Júnior, 277 – esquina com a Rua Senador Saraiva – Bairro São Francisco
Fone:  (41) 3022 4288
http://www.emporiodapapinha.com.br

Tratamento preventivo ajuda a minimizar efeitos das anomalias dentofaciais

Para acompanhar as principais fases de desenvolvimento ósseo e muscular da face os pais devem levar os filhos a um especialista da área a partir dos três anos de idade. “É um tratamento de prevenção, o que não significa que as estratégias terão resultados mais rápidos ou as crianças estarão imunes às anomalias. Em alguns casos o problema pode ser complexo e exigir várias fases de tratamento, de acordo com os estágios do crescimento corporal e facial. A vantagem é que é possível diagnosticar precocemente as alterações e minimizar a sua intensidade”, enfatiza Juarez Köhler, especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial.

Anomalias dentofaciais podem estar ligadas a aspectos genéticos

O prognatismo de maxila – nome dado a projeção da arcada dentária superior, que deixa a criança ‘dentuça’ – e o prognatismo mandibular, denominação da projeção da mandíbula e da arcada dentária inferior que dão o aspecto de ‘queixudo’, são anomalias dentofaciais que podem atingir as crianças. “O prognatismo de maxila é o mais comum e pode surgir na fase de dentição de leite, já o prognatismo mandibular é menos prevalente, porém mais agressivo e é associado a padrões genéticos herdados da família”, esclarece Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista facial especialista em ortopedia funcional dos maxilares.

Primeira dentição já está completa aos três anos de idade

O ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, que integra a equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, ressalta que por volta dos três anos de idade a primeira dentição já está completamente formada. O problema é que a região dentofacial, que representa cerca de 1/3 do rosto, é muito suscetível a deformações. “A respiração incorreta, caracterizada quando o ar é inspirado pela boca, é um exemplo de um hábito inadequado que causa prejuízos à saúde em geral. Entre os efeitos nocivos estão os distúrbios do sono, problemas na fonação e na estética facial”, explica Gerson, professor convidado da pós-graduação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desde 1988.

O Globo publica nota sobre lançamento do livro “As Estórias De Zé Doidinho”

No último dia  (15/11) o site do jornal O globo publicou uma nota sobre o lançamento do livro infantil “As Estórias De Zé Doidinho”, do escritor José Geraldo Jacob Neto. O evento será no dia 18 de novembro, às 19 horas, na Saraiva MegaStore do Botafogo Praia Shopping.

Para saber mais acesse o link: 

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2011/11/15/livro-infantil-as-estorias-de-ze-doidinho-lancado-no-dia-18-413608.asp