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Retomando a vida sexual depois dos 50 anos

imagem_release_447488Conforme as pessoas vão envelhecendo, é normal que elas passem a ter relações sexuais com menos frequência, mesmo se a pessoa possuir um parceiro de longa data. De acordo com pesquisas na área de gerontologia, segmento da medicina que estuda as questões multidimensionais do envelhecimento e da velhice, se comparado aos homens, as mulheres têm três vezes mais chances de serem afetadas sexualmente por causa da idade, pelas alterações hormonais que caracterizam essa parte da vida.

Entretanto, os homens também sofrem com a idade, pois, a partir dos 50 anos, pode ser mais difícil ter e manter uma ereção por bastante tempo, também pelo fato de que os níveis de testosterona diminuem com a idade. De acordo com um estudo realizado pelo National Council on Aging (Conselho Nacional do Envelhecimento, em inglês) dos EUA, metade dos norte-americanos com mais de 60 anos tem relações sexuais pelo menos uma vez por mês.

Segundo a psicóloga clínica e hospitalar voltada à saúde do homem, Carla Ribeiro, que atua em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, o desejo sexual pode, sim, diminuir com a idade, mas ele não é o principal motivo pelo qual as pessoas têm menos relações sexuais a partir dos 50 anos. “Muitos fatores, tanto psicológicos quanto fisiológicos, podem atrapalhar o desejo sexual de alguém, e, por isso, existem muitas soluções para resolver esse problema. Por exemplo, para homens, remédios que corrigem disfunções eréteis podem ser usados para garantir um tempo maior durante o ato sexual, mas é preciso conversar com seu médico antes de realmente começar a usa-los”, explica.

A profissional também afirma que a falta de energia pode diminuir a vontade de ter relações sexuais. “A melhor maneira de contornar esse problema é não pensar no sexo como uma atividade atlética que demanda posições exuberantes ou que deva durar por horas. Procure enxergar o sexo como um momento de prazer para você e sua parceira, e tente fazer de tudo para que seja uma experiência relaxante, com massagens, carícias ou até mesmo banhos, já que essa é uma ótima forma de desestressar no final do dia”, observa.

Carla finaliza, esclarecendo que, de longe, a melhor forma de solucionar o problema da falta de sexo a partir dos 50 anos é falar com seu parceiro ou parceira. “O diálogo pode resolver muito mais do que se pensa, pois, dessa forma, é possível conhecer novamente a pessoa com que você decidiu dividir sua vida, e fazer com que os momentos íntimos voltem a ser não só frequentes, como também prazerosos para ambos”, conclui.

Serviço: Carla Ribeiro

Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem

E-mail:  caribeiro.psi@gmail.com

Celular: 21 9.9908-1834

Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 – sala 1213, Taquara,

Jacarepaguá – Rio de Janeiro/RJ.

Por que é tão difícil obter os benefícios do INSS?

imagem_release_443318Em teoria, o INSS é o órgão procurado quando algum brasileiro, que contribuiu durante anos no país, vai em busca da sua aposentadoria, pensão, ou algum outro benefício- como o auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez.

Entretanto, não é tão simples quanto parece obter este benefício. Para muitas pessoas, conseguir garantir este direito torna-se uma batalha, que pode durar muitos anos. Segundo Tiago Kidricki, advogado especializado no setor previdenciário, para receber o auxílio-doença, por exemplo, não basta portar uma doença. “Esta condição deve poder deixar o contribuinte incapacitado para trabalhar em sua atividade habitual por, pelo menos, 15 dias consecutivos, segundo o artigo 59 da Lei 8.213/1991”, explica.

Já a aposentadoria por invalidez, por outro lado, é aceita quando o segurado for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta subsistência. “Exemplifico, para que seja mais fácil compreensão: se uma segurada tem como atividade habitual ser massagista, e ela desenvolve uma doença que faz com que ela tenha que parar de trabalhar, ela pode requerer o auxílio-doença, se as dores perdurarem por mais de 15 dias. Já se não houver possibilidade de recuperação, e ela não exercer outra atividade, ela pode requerer a aposentadoria por invalidez”, afirma o profissional.

Kidricki ressalta que tanto o auxílio-doença quanto a aposentadoria por invalidez podem decorrer de algum acidente, desde que se encaixem nos termos citados. “Mesmo o direito dos brasileiros ser assegurado por lei, muitos não o conseguem, pois o INSS exige que os contribuintes levem provas materiais de que eles possuem a doença, qual sua renda, quais são suas limitações, etc. Tudo isso leva tempo, e já houveram casos de trabalhadores que esperaram por mais de 10 anos para obter seu benefício”, observa.

Ele, que faz parte do Kidricki e Sousa Advogados Associados, escritório de Porto Alegre, finaliza, lembrando que, apesar das dificuldades, sempre é possível lutar para garantir seus direitos. “Quem tiver algum desses pedidos negados pode recorrer de duas maneiras: recorrer administrativamente à autarquia ou entrar na Justiça. Sempre recomendo que as pessoas procurem um advogado de confiança, pois, deste modo, é maior garantia de que seus direitos serão atendidos de uma maneira justa, e em um tempo mais curto”, conclui.

Serviço: Kidricki e Sousa Advogados Associados

Tiago Beck Kidricki OAB/RS n. 58.280

Rua João Abbott 473/503 – Petrópolis, Porto Alegre.

Fone: 30283443

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4 motivos para investir no Botox

imagem_release_436352Todos os anos, o mercado estético é inundado por novos tratamentos que prometem combater o envelhecimento. Aparelhos importados de última geração, estímulo de colágeno, peelings e cremes que se dizem milagrosos são apenas algumas das opções que existem. A indústria da vaidade e da beleza é o 4º maior do mundo, incluindo diversos bens que podem massagear o ego, como carros, celulares, e, claro, produtos estéticos.

Entretanto, mesmo com todas as tecnologias e tratamentos hoje disponíveis para rejuvenescer a pele e retardar o envelhecimento, a toxina botulínica, comumente chamada de Botox, ainda é a principal escolha dos pacientes. De acordo com uma pesquisa realizada, em 2011, pelo Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, 43% dos procedimentos estéticos feitos para amenizar rugas foram feitos por meio da toxina botulínica.

O cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, que atua em Curitiba, acredita que o Botox é uma das melhores opções para quem quer resultados rápidos e duradouros. “Por precisar ser reaplicado apenas duas vezes ao ano, para manter a aparência do paciente, pode-se dizer que ele é uma boa alternativa para quem quer rejuvenescer o rosto”, afirma.

Ele listou ­4 motivos pelos quais investir em Botox é uma boa opção:

1.   Eficácia e mecanismos de ação:

“A toxina botulínica é eficaz para amenizar rugas provocadas por vícios de expressão (como na testa, por exemplo), mesmo não sendo indicada para combater a flacidez da pele”, explica o médico;

2.   Outros procedimentos X Botox:

Pacheco confirma que não existe nenhum outro procedimento que se compare ao efeito da toxina botulínica, no quesito de disfarçar as rugas. “Por atuar diretamente no músculo, o Botox também pode agir de maneira preventiva contra as marcas de expressão”, pontua;

3.   Regiões que podem ser beneficiadas:

O Botox pode agir em diversas regiões do rosto, para garantir uma aparência jovem a quem procura esse tratamento. Entretanto, as partes mais beneficiadas pela técnica são as rugas da testa, região entre as sobrancelhas, pés de galinha e qualquer ruga que se forme próximo aos olhos;

4.   Periodicidade das aplicações:

Cada organismo reage de uma maneira, mas, segundo o que conta Alderson, é comum que a reaplicação da toxina botulínica ocorra 4 a 6 meses após a primeira sessão. Ou seja, o efeito dura mais do que muitos outros tratamentos.

Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

Cirurgião Plástico

Site: http://www.alplastica.com

http://www.michelangeloclinica.com.br

Blog: http://draldersonluizpacheco.wordpress.com

Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br

Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424

Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

Saiba mais sobre a revisão de aposentadoria

imagem_release_422413Já foi bastante noticiado, pela mídia brasileira, que a maioria das revisões de aposentadorias foi prejudicada pelo julgamento da decadência, feito pelo STF, que decidiu ser irremediavelmente de 10 anos o prazo para interpor revisão de benefício.

Entretanto, o que parecia ser o fim da esperança de revisão para qualquer beneficiário com mais de 10 anos de benefício, não é tão simples quanto parece, segundo a advogada Luciana Alvares de Castro e Sousa. Ela afirma que a decadência somente incide para a revisão que discute o ato de concessão da aposentadoria, como, por exemplo, a renda mensal inicial. “Algumas revisões não estão subordinadas a este prazo de 10 anos, e a principal delas refere-se à revisão do teto do INSS. Essa revisão tem tido um grande volume de ações judiciais, com melhora considerável na maioria dos casos dos segurados que a realizam”, explica a profissional.

Ela, que é especialista em Direito Previdenciário, e sócia no Escritório Kidricki e Sousa Advogados Associados, de Porto Alegre, fala que, de tanto perder esses processos, e, também, após o posicionamento favorável por parte do STF, o INSS se comprometeu a realizar a revisão do teto para as aposentadorias a contar de 1994. “O número expressivo de segurados consiste nos benefícios anteriores a 06/04/1991, aposentados e pensionistas que foram discriminados pelo INSS, que se recusa a revisá-los por força da limitação ao teto. E são estas pessoas, geralmente mais idosas e que mais precisam, que agora têm essa esperança nova de revisão, basta ter sido limitado o benefício ao teto”, esclarece.

Luciana ainda complementa, falando que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região vem decidindo seguidamente em favor destes aposentados na revisão do teto, já que não se vislumbra razão alguma em discriminá-los, como pretende o INSS. “Ao aposentado ou pensionista que foi limitado ao teto na época de sua aposentadoria ou pensão, ou tem dúvida acerca do tema, eu aconselho procurar advogado previdenciarista de sua confiança para dar os devidos encaminhamentos, e garantir o que é seu por direito”, conclui.

Serviço: Kidricki e Sousa Advogados Associados

Luciana Alvares de Castro e Sousa – OAB/RS 58.479- advogada militante e especialista em Direito Previdenciário

Rua João Abbott 473/503 – Petrópolis, Porto Alegre

Fone: 30283443

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O tabu do sexo na terceira idade

16É comum as pessoas acreditarem que, depois de uma certa idade, o sexo desapareça da vida particular. Muitos acham que o sexo seja uma atividade presente na vida dos jovens, e que, nos homens, entre os 60 e 70 anos, ele diminua drasticamente, e se torne inexistente depois disso. Nas mulheres, a crença popular é que ele esvaeça ainda mais cedo: a partir da menopausa e a consequente incapacidade de gerar filhos.

Entretanto, segundo apontamentos de estudos recentes, pessoas idosas possuem, sim, uma vida sexual ativa. O sexo exerce um importante papel na saúde física e mental de homens e mulheres acima de 60 anos. Segundo a psicóloga clínica e hospitalar, Carla Ribeiro, de Jacarepaguá- RJ, o ato sexual, nessa idade, assume características particulares. “Ele se torna mais tranquilo e carinhoso, próprio de quem já desenvolveu intimidade com a outra pessoa e já conhece a si mesmo muito bem”, afirma.

A especialista em saúde masculina explica que a frequência da relação sexual, para o idoso, não é o mais importante, e, sim, a qualidade dela, detalhe que, geralmente, não é valorizado na juventude. Além disso, é imprescindível que o casal procure manter “a chama acesa”. “O sexo pode ser usado para combater o desânimo perante a vida, que pode aparecer nessa idade, por exemplo. Entusiasmar-se e manter o bom humor é uma ótima forma de manter-se positivo”, pontua Carla.

Ela ainda enfatiza que não deve haver nenhuma forma de preconceito, seja por parte do próprio casal, ou de pessoas próximas, ao tratar sobre sexo na terceira idade. “O ato sexual entre duas pessoas é uma forma de demonstrar amor e manter-se sadio, ele não deve ser tratado como “tabu” por causa da idade dos praticantes”, explica a psicóloga. “Se as pessoas se sentirem bem consigo mesmas e com seus parceiros, esta é uma atividade que deve ser encorajada e praticada por muitos anos, independentemente da idade”, conclui.

Serviço: Carla Ribeiro

Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem

E-mail:  caribeiro.psi@gmail.com

Celular: 21 9.9908-1834

Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 – sala 1213, Taquara,

Jacarepaguá – Rio de Janeiro/RJ.

O tabu do sexo na terceira idade

16É comum as pessoas acreditarem que, depois de uma certa idade, o sexo desapareça da vida particular. Muitos acham que o sexo seja uma atividade presente na vida dos jovens, e que, nos homens, entre os 60 e 70 anos, ele diminua drasticamente, e se torne inexistente depois disso. Nas mulheres, a crença popular é que ele esvaeça ainda mais cedo: a partir da menopausa e a consequente incapacidade de gerar filhos.

Entretanto, segundo apontamentos de estudos recentes, pessoas idosas possuem, sim, uma vida sexual ativa. O sexo exerce um importante papel na saúde física e mental de homens e mulheres acima de 60 anos. Segundo a psicóloga clínica e hospitalar, Carla Ribeiro, de Jacarepaguá- RJ, o ato sexual, nessa idade, assume características particulares. “Ele se torna mais tranquilo e carinhoso, próprio de quem já desenvolveu intimidade com a outra pessoa e já conhece a si mesmo muito bem”, afirma.

A especialista em saúde masculina explica que a frequência da relação sexual, para o idoso, não é o mais importante, e, sim, a qualidade dela, detalhe que, geralmente, não é valorizado na juventude. Além disso, é imprescindível que o casal procure manter “a chama acesa”. “O sexo pode ser usado para combater o desânimo perante a vida, que pode aparecer nessa idade, por exemplo. Entusiasmar-se e manter o bom humor é uma ótima forma de manter-se positivo”, pontua Carla.

Ela ainda enfatiza que não deve haver nenhuma forma de preconceito, seja por parte do próprio casal, ou de pessoas próximas, ao tratar sobre sexo na terceira idade. “O ato sexual entre duas pessoas é uma forma de demonstrar amor e manter-se sadio, ele não deve ser tratado como “tabu” por causa da idade dos praticantes”, explica a psicóloga. “Se as pessoas se sentirem bem consigo mesmas e com seus parceiros, esta é uma atividade que deve ser encorajada e praticada por muitos anos, independentemente da idade”, conclui.

Serviço: Carla Ribeiro

Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para Saúde do Homem

E-mail:  caribeiro.psi@gmail.com

Celular: 21 9.9908-1834

Endereço: Av. Nelson Cardoso, 1149 – sala 1213, Taquara,

Jacarepaguá – Rio de Janeiro/RJ.