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Por que é tão difícil obter os benefícios do INSS?

imagem_release_443318Em teoria, o INSS é o órgão procurado quando algum brasileiro, que contribuiu durante anos no país, vai em busca da sua aposentadoria, pensão, ou algum outro benefício- como o auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez.

Entretanto, não é tão simples quanto parece obter este benefício. Para muitas pessoas, conseguir garantir este direito torna-se uma batalha, que pode durar muitos anos. Segundo Tiago Kidricki, advogado especializado no setor previdenciário, para receber o auxílio-doença, por exemplo, não basta portar uma doença. “Esta condição deve poder deixar o contribuinte incapacitado para trabalhar em sua atividade habitual por, pelo menos, 15 dias consecutivos, segundo o artigo 59 da Lei 8.213/1991”, explica.

Já a aposentadoria por invalidez, por outro lado, é aceita quando o segurado for considerado incapaz e insusceptível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta subsistência. “Exemplifico, para que seja mais fácil compreensão: se uma segurada tem como atividade habitual ser massagista, e ela desenvolve uma doença que faz com que ela tenha que parar de trabalhar, ela pode requerer o auxílio-doença, se as dores perdurarem por mais de 15 dias. Já se não houver possibilidade de recuperação, e ela não exercer outra atividade, ela pode requerer a aposentadoria por invalidez”, afirma o profissional.

Kidricki ressalta que tanto o auxílio-doença quanto a aposentadoria por invalidez podem decorrer de algum acidente, desde que se encaixem nos termos citados. “Mesmo o direito dos brasileiros ser assegurado por lei, muitos não o conseguem, pois o INSS exige que os contribuintes levem provas materiais de que eles possuem a doença, qual sua renda, quais são suas limitações, etc. Tudo isso leva tempo, e já houveram casos de trabalhadores que esperaram por mais de 10 anos para obter seu benefício”, observa.

Ele, que faz parte do Kidricki e Sousa Advogados Associados, escritório de Porto Alegre, finaliza, lembrando que, apesar das dificuldades, sempre é possível lutar para garantir seus direitos. “Quem tiver algum desses pedidos negados pode recorrer de duas maneiras: recorrer administrativamente à autarquia ou entrar na Justiça. Sempre recomendo que as pessoas procurem um advogado de confiança, pois, deste modo, é maior garantia de que seus direitos serão atendidos de uma maneira justa, e em um tempo mais curto”, conclui.

Serviço: Kidricki e Sousa Advogados Associados

Tiago Beck Kidricki OAB/RS n. 58.280

Rua João Abbott 473/503 – Petrópolis, Porto Alegre.

Fone: 30283443

www.ksadvogados.com.br

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Saiba mais sobre a Síndrome do Pensamento Acelerado

imagem_release_419674No mundo em constante mudança e com o ritmo acelerado, é difícil afastar a mente dos problemas e obrigações diários, fazendo com que, mesmo nos momentos de descanso, as pessoas continuem com a cabeça cheia.

Com origem no ritmo alucinante das grandes cidades, overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional, a Síndrome do Pensamento Acelerado é uma condição do mundo moderno, que acomete milhares de pessoas. Segundo especialistas, essa síndrome não é uma doença, mas, sim, um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade.

O psicólogo e master coach João Alexandre Borba explica que as pessoas mais vulneráveis a desenvolverem esse tipo de síndrome são aquelas avaliadas constantemente por causa de suas obrigações profissionais, não podendo se desligar delas por nem um segundo. ”Bons exemplos são médicos, jornalistas e executivos. A pressão profissional, juntamente ao excesso de informações às quais somos submetidos diariamente, que é considerado normal, atualmente, pode abalar o emocional de alguém”, afirma.

O profissional cita que os sintomas são a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, a impressão de que as 24 horas por dia são insuficientes para o cumprimento de todas as tarefas, o sentimento de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. “O esgotamento mental é a principal descrição para a pessoa que sofre da SPA, transferindo o cansaço intelectual para o cansaço físico, o que faz com que o humor seja muito volátil, também. A tecnologia tem influência nesse quadro, pois é lotada de estímulos e informações que podem cansar a vista e o cérebro”, observa.

Borba conclui, falando que, para quem se identificou com os sintomas acima, é recomendado buscar ajuda profissional. “O melhor a se fazer é buscar um estilo de vida que permita fugas do estresse cotidiano, praticando atividades físicas e dedicando tempo ao lazer. Fazer pausas, retomar alguns hobbys e tentar fazer coisas sem nenhuma atividade simultânea”, finaliza.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

joao.alexandre@live.com

www.facebook.com/joaoalexandre.c.borba

Hipertensão pode ser tratada de maneira natural

12A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma doença caracterizada pelo aumento dos níveis tensionais no sangue. Essa condição é uma síndrome metabólica que, geralmente, é acompanhada de outras alterações, como a obesidade. Milhões de brasileiros são portares da doença.Ela ocorre quando as artérias sofrem algum tipo de resistência, e perdem a habilidade de exercer os movimentos de contração e dilatação. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, o coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta, ligada a vários “esguichos”. Se fecharmos a ponta dos esguichos, a pressão lá dentro aumenta. Ou seja, se os vasos são estreitados, a pressão sobe.

Apesar de existir tratamento químico, por meio de remédios, a hipertensão pode ser tratada de maneira natural, segundo a nutricionista Paula Borges. “Alimentos saudáveis podem reduzir os níveis da pressão arterial, eliminando ou minimizando a quantidade de medicamentos utilizados. Dessa forma, o paciente também pode controlar seu peso, evitando a obesidade e ajudando a melhorar suas condições de vida”, afirma.

A nutricionista explica que pessoas hipertensas podem comer, em média, seis gramas de sal por dia, incluindo o sal natural dos alimentos. Dessa forma, é necessário selecionar com cuidado o que será ingerido. “Alimentos industrializados, como salgadinhos e molhos prontos, podem ser verdadeiras armadilhas para quem é hipertenso”, diz Paula. Frutas, legumes e verduras frescas, além de leguminosas como feijão, ervilha e lentinha, são ricos em potássio, e devem ser consumidos em abundância, segundo ela.

A especialista em atendimento clínico e esportivo pontua, ainda, que as medidas simples são as mais eficazes no combate à hipertensão. “Reduzir a ingestão de sal, perder peso, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, além de comer mais vegetais, cereais, frutas e ômega 3 (através de peixes, por exemplo), são formas de reduzir consideravelmente a pressão arterial, e evitar doenças posteriores”, finaliza.

Serviço: Paula Souza Borges- Nutricionista CRN 1989/PR

Atendimento Clinico e Esportivo

Site: www.paulasouzaborges.com.br

E-mail: contato@paulasouzaborges.com.br

Fone: (41)3282-5776 / 9677-6925

Processamento auditivo: como funciona e qual é a sua importância para o desenvolvimento

0a9bee1e39eefa05f21946bb.jpg_256Distúrbios no processamento auditivo podem prejudicar aprendizado.

Processamento auditivo é a capacidade que o sistema nervoso tem de usar a informação que chega pela audição. Esse processamento é relacionado diretamente com as habilidades auditivas adquiridas e desenvolvidas desde o nascimento, como, por exemplo, localizar o som, focar a atenção em um som e ignorar outros, memorizar sons sequenciais etc.
Algumas pessoas apresentam dificuldades nessas “simples” habilidades, o que pode causar a desatenção, dificuldade de concentração, de compreensão e de aprendizagem. “Esta dificuldade é chamada de Transtorno de Processamento Auditivo”, explica a Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães, Otorrinolaringologista e Otoneurologista de Curitiba, PR.
A Doutora exemplifica: “É como se o cérebro fosse um rádio. O sinal existe, mas por algum motivo, existem ruídos, interferências e a informação não consegue ser perfeitamente compreendida. Nesse caso, o problema está no sistema nervoso central, em que o processamento do estímulo sonoro não é feito corretamente e a decodificação é lenta”, diz.
Existem muitos casos em que crianças não tiram boas notas na escola e são caracterizadas como desatentas, agitadas ou com falta de interesse. Por outro lado, alguns adultos também se queixam de dificuldades no seu dia-a-dia profissional e o convívio com familiares e amigos – como, por exemplo, problemas de memória, concentração, entendimento, etc. “Quando acontece algum desses dois casos citados – que são apenas dois exemplos de um universo muito grande – é possível que exista um Transtorno de Processamento Auditivo em ambos os casos”, exalta a especialista.
“Todos escutam os mesmos sons. Quem não tem o distúrbio, consegue prestar mais atenção no que interessa, já quem possui o distúrbio, ouve um monte de barulhos e fica completamente perdido. A sensação é de frustração, já que a pessoa se esforça para entender e, simplesmente, não consegue. O que um aluno sem distúrbio faz em 15 minutos, o com distúrbio leva três horas. No final, a nota ainda é ruim”, ressalta.
Rita lembra que o Transtorno pode estar presente em qualquer um – mesmo naqueles que não possuem perda auditiva, – mas que existem tratamentos eficazes e essas dificuldades podem ser revertidas quando tratadas adequadamente.
Deve ser agendada uma consulta com um médico especialista se existir alguma queixa semelhante a dificuldade de aprendizagem e/ou para ler e escrever; a troca de letras para falar, ler ou escrever; problemas de memória; desatenção e/ou distração;cansaço rápido quando está assistindo às aulas ou palestras; agitação e/ou inquietação; dificuldade para ouvir e prestar atenção em ambientes ruidosos; parecer não ouvir/entender bem; demora para escutar e/ou compreender o que foi dito; dificuldade para aprender línguas estrangeiras; dificuldade em conversas com muitas pessoas ao mesmo tempo; dificuldade para localizar de onde o som está vindo; dificuldade para realizar uma sequência de tarefas que lhe foi solicitada.
Quando existe a suspeita do distúrbio do processamento auditivo, um otorrinolaringologista deve fazer um histórico clínico detalhado, assim como solicitar todos os exames auditivos incluindo os testes de processamento auditivo. “É por meio desse exame que será possível identificar qual o tipo de alteração – o que definirá as habilidades que deverão ser trabalhadas durante o tratamento”, explica Rita. As alterações têm grande chance de serem revertidas com o treinamento adequado.

Dra. Rita de Cássia Cassou Guimarães (CRM 9009)
Otorrinolaringologista, otoneurologista, mestre em clínica cirúrgica pela UFPR
Blog: http://canaldoouvido.blogspot.com
Email: ritaguimaraescwb@gmail.com
Telefone: 41-3225-1665   
Endereço: Rua João Manoel, 304 Térreo, Bairro São Francisco, Curitiba PR.

1,3 bilhão de pessoas fumam no mundo

Mais de 200 mil brasileiros morrem todos os anos por causa do cigarro de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Campanhas, palestras e outros tipos de ação alertam sobre os perigos do consumo de tabaco e mesmo assim pelo menos 1,3 bilhão de pessoas em todo o mundo são fumantes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). “As estatísticas relacionadas aos malefícios do fumo são alarmantes e estas mortes poderiam ser evitadas. A boca é a porta de entrada dos elementos nocivos do cigarro e sofre muitas consequências”, afirma o ortodontista Gerson I. Köhler.