Arquivos da Categoria: Cirurgia Plástica

A febre da rinoplastia

Nariz-homeAtualmente, o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Segundo pesquisas, só em 2013, foram realizados 1,49 milhões de procedimentos no país, 40 mil a mais do que nos Estados Unidos. Apesar dos maiores pedidos continuarem sendo lipoaspiração e implante de silicone nos seios, uma tendência que vem sendo acompanhada é o aumento do número de rinoplastias realizadas pelos brasileiros, já que, só em 2013, mais de 77 mil operações desse tipo foram realizadas.

Segundo o que conta Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, a rinoplastia consiste na correção estética do nariz, conforme a preferência do paciente. “Alguns querem  aumentar, diminuir, dar projeção à ponta e até diminuir o osso do nariz, mas o pedido mais comum continua sendo o de afinar a estrutura como um todo. Outros motivos podem estar associados à estética, como a correção do septo nasal e a turbinectomia (retirada de parte dos cornetos nasais). Essa cirurgia pode ser feita a partir dos 15 anos de idade, já que é nesse período da vida que o desenvolvimento facial das pessoas está completo”, explica.

O cirurgião explica que na hora de escolher um “novo nariz” é preciso que, ao mesmo tempo em que o profissional respeite a opinião do paciente, exista o bom senso de saber analisar a proporção e simetria facial, para que a pessoa não se arrependa. “Muitas vezes, o paciente sozinho não consegue identificar o que é o melhor para ele, e é aí que entra o papel de tentar demonstrar, de forma gentil, quais seriam boas opções para a pessoa, de modo que ela perceba as possibilidades. Quando se realiza uma mudança no aspecto do nariz, o rosto todo se transforma, e, por isso, é preciso saber escolher com cuidado”, pontua.

Enquanto o pré-operatório dessa cirurgia é bem simples (jejum de oito horas e suspensão de remédios coagulantes por sete dias antes da cirurgia), o pós-operatório requere muita atenção. “A maioria dos pacientes não reclama de dor, e, quando ela aparece, é solucionada com um analgésico, mas por pelo menos sete dias não se respira ou come direito, além de ser difícil dormir, pois a cabeça deve estar sempre elevada. O repouso é absoluto por sete dias, e moderado até o 15º dia após o procedimento. Também é preciso observar que pode haver algum sangramento”, adverte o profissional.

Apesar dos pontos negativos do pós-operatório, Pacheco afirma que esta é uma cirurgia que traz resultados rápidos, e que muda completamente a vida de uma pessoa. “Em cerca de 30 dias já é possível  ver 95% do resultado final, e, em todos os pacientes, é possível perceber o impacto que a transformação trás em suas vidas. O nível de autoestima das pessoas aumenta muito, pois elas passam a se amar mais, já que a mudança é tão visível”, conclui.

Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

Cirurgião Plástico

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Fontes da Toda Comunicação Curitiba/PR

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“Olha lá, é o Dumbo!”

imagesA condição popularmente conhecida como “Orelha de Abano” representa uma deformidade congênita que afeta aproximadamente 5% da população mundial, e, por mais que possa parecer um problema pequeno e banal, não é bem assim para quem sofre disso. Principalmente na infância, é comum essas pessoas enfrentarem o bullying, recebendo apelidos como “dumbo”, “orelhudo”, “orelha de burro” e o que mais vier.

Felizmente, para quem se sente incomodado com o aspecto das orelhas, existe uma solução: a otoplastia. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, essa cirurgia consiste na alteração da formação da orelha, que pode fugir ao que é considerado normal. “Essa mal formação vem do nascimento, e depende de fatores genéticos. A orelha de abano aparece quando a borda lateral é mais distanciada da cabeça que o normal, aparentando ter um tamanho maior do que o normal. Também não existe a anti-hélice (dobra interna da orelha), que também é corrigida no procedimento”, explica.

Ele afirma que não existe uma idade limite para essa cirurgia ser realizada, mas o ideal é que os pais optem por fazê-la logo na infância de seus filhos. “Eu diria que entre os cinco ao sete anos é um bom momento, pois, além da orelha já estar completamente formada, atingindo quase o tamanho da de um adulto, isso evita que a criança possa sofrer algum problema na escola, devido aos comentários ou zombarias dos colegas”, pontua.

Pacheco ainda diz que a cirurgia em si é muito rápida, entre trinta minutos a uma hora, e existem divergências quanto a anestesia que é aplicada. “Em adultos, é utilizada a anestesia local com sedação assistida, e, em crianças, é usada a geral. Em determinados casos, a pessoa pode receber alta no mesmo dia, e, mesmo se a internação for necessária, ela não passa de um dia”, observa.

O cirurgião finaliza, esclarecendo que as cicatrizes, normalmente, são imperceptíveis, e os resultados podem ser percebidos em pouco tempo. “Em dois meses já é possível perceber a diferença entre o que era antes para o que é agora. As pessoas, em geral, percebem um aumento muito grande na autoestima, pois, geralmente, este é um problema que incomoda a vida inteira de alguém”, conclui.

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Aumente seu derrière com a prótese de glúteo

imagem_release_443244Um dos atributos físicos mais valorizados nas mulheres é o bumbum. Infelizmente, nem todas as pessoas podem se vangloriar de ter nascido com um “derrière”, como é chamado pelos franceses, avantajado. Para resolver esse problema, existe uma cirurgia que tem conquistado cada vez mais pessoas; a prótese de glúteo.

Segundo os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), houve um aumento da busca das brasileiras pelas próteses de bumbum. Só em 2011, mais de 21 mil pessoas realizaram esse procedimento, contra as 4,5 mil pessoas de 2009 que fizeram a mesma intervenção.

De acordo com o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, que atua em Curitiba, normalmente, os pacientes procuram essa cirurgia para aumentar sua autoestima. “As mulheres não se sentem satisfeitas com os seus corpos, e, por isso, optam por esse procedimento. Normalmente, são pessoas com nádegas pequenas ou que, após emagrecerem, perderam muito volume, sem que houvesse uma flacidez expressiva (ptose)”, observa.

Pacheco explica que essa cirurgia, que pode ser feita com anestesia peridural ou geral, é realizada colocando uma prótese de gel de silicone dentro do músculo do glúteo maior. “A cicatriz não é aparente, pois localiza-se no sulco glúteo (prega entre nádegas). Apesar do que pode-se pensar, existem muitos modelos de glúteos, que devem ser analisados, para que o paciente escolha o adequado para seu corpo”, afirma.

O cirurgião pontua que o pós-operatório dessa cirurgia é mais doloroso do que o de implante de seios, mas que não é impossível. “Como há uma distinção das fibras musculares, a dor pode ser um pouco agravada, mas nada que não possa ser solucionado com  anestésicos e anti-inflamatórios. O uso de cintas modeladoras, manter a região higienizada e evitar esforços físicos são necessários para a boa recuperação”, fala.

Ele finaliza, lembrando que é extremamente importante procurar um cirurgião de confiança, e que os resultados são completamente visíveis depois de seis meses.

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A maneira mais simples de aumentar a batata da perna

imagem_release_443231Normalmente, quando nota-se os atributos físicos de uma pessoa, analisa-se os olhos, nariz, boca, peito (seios, no caso das mulheres), quadril, nádegas, coxas…e, panturrilhas? Sim, de uns anos para cá, as pessoas começaram a notar mais as suas pernas, assim como as dos outros, o que impulsionou um mercado que, antes, não era muito popular: o de implantes de silicones nas panturrilhas.

Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, a prótese na “batata da perna” pode ser feita naqueles que apresentam pouca projeção na panturrilha. “Quando se aumenta a projeção dessa região, observa-se uma aparência mais harmônica em relação à coxa. A intervenção aloja as próteses de silicone entre os músculos das panturrilhas, deixando-as torneadas e com melhor formato”, afirma.

O médico explica que, além do motivo estético, existe outra razão para se fazer um implante de panturrilha: para corrigir atrofias musculares, causadas por doenças neurológicas ou musculares. “Essa cirurgia é realizada com anestesia peridural ou geral, e o tempo de internação pode ser de 12 ou 24 horas, dependendo do caso. A incisão é realizada na dobra posterior do joelho, abrindo a fáscia muscular (capa que cobre o músculo). Após isso, coloca-se o silicone entre a fáscia e o músculo, para, então, costurar a fáscia e a pele”, esclarece.

Apesar de não ser uma cirurgia muito comum, e, consequentemente, comentada, ele afirma que é raro haver complicações, por se tratar de um procedimento relativamente simples. “Claro, assim como toda cirurgia, existem seus riscos, como hematomas, trombose ou alteração na cicatrização, mas é raro. Para o pós-operatório, deve-se evitar caminhar muito e subir escadas, além de haver a necessidade de usar uma meia elástica por, pelo menos, 30 dias”, pontua.

Alderson finaliza, explicando que a cicatrização completa acontece dentro de seis meses, mas, a partir de dois meses, já é possível observar o resultado final.

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Lifting de braços: a cirurgia que está conquistando o mercado

imagem_release_438548Uma cirurgia está, cada vez mais, em evidência no Brasil e no mundo. Trata-se da braquioplastia, ou, mais comumente chamada, o lifting de braços. Dados da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica mostram que, em 2012, mais de 15 mil pessoas (dessas, 98% mulheres) optaram por este procedimento. Já em território brasileiro, os dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica apontam que, só em 2011, foram feitas mais de oito mil operações, apontando uma tendência no mercado das cirurgias plásticas.

Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico com atuação em Curitiba, esse tipo de procedimento é indicado para quem quer retirar o excesso de gordura localizada, flacidez ou pele da região do braço. “A cirurgia atua no popularmente conhecido como ‘músculo do tchau’,  local que passa a incomodar muita gente depois de um tempo, já que é natural que a pele se torne flácida, pois mesmo quem faz atividades físicas e segue uma dieta saudável pode desenvolver excesso de pele”, explica.

Essa flacidez também é comum em pessoas que perdem muito peso, de acordo com o que conta o cirurgião. “Como essa cirurgia geralmente deixa uma cicatriz de tamanho médio para grande, sugere-se que apenas pessoas que se sentem muito desconfortáveis devem procurar esse procedimento. Para poder realizar este procedimento, a pessoa deve estar em boas condições de saúde, não estar muito acima do peso, não ter problemas de coagulação e nem apresentar doenças crônicas (como diabetes), entre outras contra-indicações”, cita.

Pacheco esclarece que a braquioplastia em si envolve o reposicionamento da pele no braço e a retirada do seu excesso, para eliminar a flacidez. “Quando há presença de gordura localizada, a lipoaspiração pode ser feita simultaneamente. A incisão é feita na região da axila, e estendida na parte interna do braço. Caso combinada com a lipoaspiração, a cirurgia dura, aproximadamente, três horas. Se não, pode durar entre uma e duas horas” comenta.

O profissional acredita que, mesmo com a possibilidade de uma cicatriz aparente, os resultados são, na maioria das vezes, satisfatórios. “O que vemos depois é um contorno corporal mais bonito nessa região do corpo, com menor flacidez e aspecto de pele mais firme”, conclui.

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Entenda a lipoaspiração a laser

52Muitas mulheres têm vontade de retirar a gordura localizada do seu corpo, mas, por receio dos efeitos do pós-operatório da lipoaspiração tradicional sobre o mesmo, acabam por não fazer a cirurgia. Entretanto, um novo método está cada vez mais popular, chamando atenção de quem quer ficar mais magra, e não consegue por vias tradicionais: a lipoaspiração a laser.

Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, esse método pode ser muito eficaz, especialmente quando for realizado em pequenas áreas. “A maioria dos pacientes apresenta uma dor bem reduzida, se comparada ao que as pessoas que optam pela cirurgia tradicional sentem”, observa.

Ele explica que essa lipoaspiração é feita liquefazendo delicadamente a gordura, fotocoagulando pequenos vasos (o que reduz o sangramento), além de promover a retração tecidual (melhorando a flacidez da pele). “A gordura liquefeita é removida através de um dispositivo de sucção, o lipoaspirador”, esclarece.

Alderson ainda fala que, na maior parte dos casos, observa-se um menor tempo de recuperação de quem faz a lipoaspiração a laser, se comparada aos métodos tradicionais. “Além de conseguir corrigir a flacidez da pele, essa tecnologia ainda pode melhorar áreas com estrias e celulite. Esse procedimento é mais eficiente em áreas do corpo onde uma lipoaspiração normal pode ocasionar flacidez”, pontua.

O médico finaliza, explicando que, ao mesmo passo em que esse procedimento é bom para quem não possui muita gordura localizada, ele é insuficiente para quem necessita retirar um volume maior. “Nesses casos, por mais que o pós-operatório seja um pouco mais dolorido, recomendo que a lipoaspiração tradicional seja realizada, pois ela oferece mais resultados”, conclui.

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4 motivos para investir no Botox

imagem_release_436352Todos os anos, o mercado estético é inundado por novos tratamentos que prometem combater o envelhecimento. Aparelhos importados de última geração, estímulo de colágeno, peelings e cremes que se dizem milagrosos são apenas algumas das opções que existem. A indústria da vaidade e da beleza é o 4º maior do mundo, incluindo diversos bens que podem massagear o ego, como carros, celulares, e, claro, produtos estéticos.

Entretanto, mesmo com todas as tecnologias e tratamentos hoje disponíveis para rejuvenescer a pele e retardar o envelhecimento, a toxina botulínica, comumente chamada de Botox, ainda é a principal escolha dos pacientes. De acordo com uma pesquisa realizada, em 2011, pelo Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, 43% dos procedimentos estéticos feitos para amenizar rugas foram feitos por meio da toxina botulínica.

O cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, que atua em Curitiba, acredita que o Botox é uma das melhores opções para quem quer resultados rápidos e duradouros. “Por precisar ser reaplicado apenas duas vezes ao ano, para manter a aparência do paciente, pode-se dizer que ele é uma boa alternativa para quem quer rejuvenescer o rosto”, afirma.

Ele listou ­4 motivos pelos quais investir em Botox é uma boa opção:

1.   Eficácia e mecanismos de ação:

“A toxina botulínica é eficaz para amenizar rugas provocadas por vícios de expressão (como na testa, por exemplo), mesmo não sendo indicada para combater a flacidez da pele”, explica o médico;

2.   Outros procedimentos X Botox:

Pacheco confirma que não existe nenhum outro procedimento que se compare ao efeito da toxina botulínica, no quesito de disfarçar as rugas. “Por atuar diretamente no músculo, o Botox também pode agir de maneira preventiva contra as marcas de expressão”, pontua;

3.   Regiões que podem ser beneficiadas:

O Botox pode agir em diversas regiões do rosto, para garantir uma aparência jovem a quem procura esse tratamento. Entretanto, as partes mais beneficiadas pela técnica são as rugas da testa, região entre as sobrancelhas, pés de galinha e qualquer ruga que se forme próximo aos olhos;

4.   Periodicidade das aplicações:

Cada organismo reage de uma maneira, mas, segundo o que conta Alderson, é comum que a reaplicação da toxina botulínica ocorra 4 a 6 meses após a primeira sessão. Ou seja, o efeito dura mais do que muitos outros tratamentos.

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Lipoaspiração é alternativa para quem quer afinar a cintura

imagem_release_433539Muitas mulheres desejam ter uma cintura mais fina, e, para isso, gastam inúmeras horas realizando exercícios físicos, além de usar muitos produtos que prometem diminuir números dessa parte do corpo.

Entretanto, segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, muitas pessoas não possuem a pré-disposição, em seu organismo, para ter uma cintura mais fina por esses caminhos mais simples. “Se não está no sistema da mulher, não adianta ela insistir nestes processos de emagrecimento ou afinamento; a melhor opção é investir em uma lipoaspiração, para diminuir números, se este for o real desejo da pessoa”, explica.

Ele afirma que as lipoaspirações que afinam a cintura e tiram gordura da barriga devem ser escolhidas com cautela, já que o objetivo e o tempo de recuperação devem ser levados em conta. “Cada pessoa deve procurar se informar com seu médico qual é o seu procedimento ideal, para que suas necessidades e objetivos sejam atendidos”, pontua.

De acordo com ele, existem três tipos principais de lipoaspiração para quem quer afinar a cintura. A vibrolipoaspiração, por exemplo, consiste na infiltração de soro fisiológico, adrenalina e anestésico local no tecido adiposo. “As células de gordura são aspiradas, o que facilita a sua retirada. A anestesia utilizada nesse procedimento pode ser peridural ou geral, e o pós-operatório necessita de cuidados especiais, como cinta compressiva e drenagem linfática”, esclarece.

Já a técnica de lipomioescultura, por sua vez, se difere da técnica convencional pois, na hora de aspirar a gordura, o cirurgião que realiza o procedimento segue as fibras musculares. “O paciente em si sente menos dor, e o pós-operatório é mais tranquilo, com mencionar o inchaço e traumas. A anestesia, nesse caso, é geral, e essa cirurgia permite reduzir até dois números no manequim”, observa Pacheco.

Por fim, a laserlipólise, técnica que utiliza uma microcânula contendo uma fibra óptica que conduz o laser até a célula gordurosa, e a ação dele rompe a membrana das células, e seu conteúdo é aspirado. “Esse procedimento reduz o sangramento, pois o laser promove a coagulação dos pequenos vasos. Tanto as anestesias locais como peridurais podem ser usadas. Esse tipo de cirurgia geralmente é recomendado para pequenas quantidades de gordura, o que, no caso da cintura, torna possível reduzir até 8 centímetros da mesma”, finaliza o médico.

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Entenda a cirurgia nas pálpebras

84Algumas pessoas possuem excesso e/ou flacidez na pele nas pálpebras (parte em cima e embaixo dos olhos), outras, ainda, têm excesso de gordura na parte inferior do olho, ptose (queda de pálpebra por causas musculares) ou pseudoptose palpebral (queda da pálpebra por causa do excesso de pele). Essas condições podem interferir no modo como a pessoa se enxerga, podendo causar uma queda na autoestima.

Felizmente, esses problemas têm solução, por meio da blefaroplastia, cirurgia plástica que melhora o aspecto das pálpebras (superiores ou inferiores), que pode eliminar rugas, gordura, flacidez e, com isso, rejuvenesce a região em torno dos olhos. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, esse procedimento geralmente é indicado para pessoas com mais de 30 anos, que já tentaram resolver o problema de outro modo, mas não conseguiram.

Ele explica que o procedimento permite ser feito simultaneamente a outras intervenções, como rinoplastia ou lifting facial. “A anestesia feita para esse tipo de cirurgia é a local com sedação ou geral, e o processo dura em torno de 40 minutos. O médico responsável marca o excesso de pele com uma caneta, e o corta com o bisturi. Em seguida, ele cauteriza com bisturi elétrico, e dá pontos da região exterior das pálpebras”, explica o médico. Alderson ainda fala que a internação é necessária, sendo de 6 a 8 horas, e, caso sejam associadas outras cirurgias, o período pode passar de 12 a 24 horas.

O médico adverte: a cirurgia deixa uma cicatriz, que, entretanto, é pequena e discreta, e que o aparecimento de queloides é muito raro nessa região, mas pode acontecer. “Alguns cuidados básicos são necessários após o procedimento, para que a cicatrização seja feita da forma correta, e o efeito desejado seja atingido. O cigarro, por exemplo, deve ser evitado por dois meses após a cirurgia, pois prejudica a microcirculação, e retarda a cicatrização”, conta. O profissional finaliza, dizendo que, além do repouso de uma semana, deve ser feita a higienização adequada do local,com água e sabonete, e óculos escuros devem ser usados até que a cicatrização esteja finalizada (cerca de 30 dias), pois a ação do Sol pode manchar a região.

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Reposicionamento mamário

imagem_release_419173Muitas mulheres se sentem inseguras quanto as suas mamas, mas não por elas serem muito grandes, pequenas ou com mamilos considerados “desproporcionais”. Nesses casos, o problema geralmente está na “posição” das mamas, em que elas se apresentam caídas, mesmo tendo o tamanho ideal, na opinião da própria mulher.

O cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, que atua em Curitiba, explica que a cirurgia é feita retirando o excesso de pele, e realizando o reposicionamento do tecido mamária. “Dependendo do nível de pteose (queda) e flacidez na pele, a cicatriz, que acaba ficando aparente, poderá ser na vertical, em formato de L ou um pequeno T invertido. Essa marca recebe o mesmo tratamento de microporagem, utilizado em mamoplastias redutoras”, explica o médico.

Ele fala que a anestesia pode ser geral ou peridural, sendo que, em alguns casos, a anestesia local associada a sedação pode ser utilizada. “O período de internação para esse tipo de cirurgia é de, geralmente, 12 horas. No caso de o paciente não apresentar condições seguras para ficar longe de observação, ele é mantido um dia inteiro dentro do centro cirúrgico”, diz Pacheco.

O médico diz que o pós-operatório, assim como em qualquer outra cirurgia, exige muito cuidado. Ele diz que é necessário utilizar um sutiã modelador imediatamente após o término do procedimento, sendo usado por 30 dias depois disso, que pode ser retirado somente no momento do banho. “É necessário um repouso absoluto por cinco dias, com poucos movimentos nos braços. Depois disso, pequenas atividades podem ser realizadas. Entretanto, para dirigir é preciso esperar um mês”, finaliza.

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Fontes da Toda Comunicação Curitiba/PR

Entenda a redução de mamilos e aréolas

imagem_release_415618Muitas mulheres- e, até mesmo, homens- possuem insegurança em relação ao tamanho de seus mamilos. Contrário do que pode ser considerado mais comum, que é a dimensão do seio causar desconforto, o “vilão” da autoconfiança, para estas pessoas, são as aréolas e mamilos.

Felizmente, para estas pessoas, existe uma solução simples: a cirurgia de redução. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico com atuação em Curitiba, a área que a muitas mulheres se referem, frequentemente, como mamilos, é, na verdade, composta por duas partes. “A parte central, com relevo e projeção é o mamilo, e a zona pigmentada e circular localizada à sua volta é a aréola”, conta o profissional.

Para a questão dos mamilos, que, as vezes, podem ser muito grandes e projetados, se tornando incômodos, é possível realizar intervenções isoladamente, ou de maneira simultânea com outros procedimentos, por meio da mamoplastia de aumento, redução mamária ou mastopexia, por exemplo. “O tamanho dos mamilos está relacionado com fatores genéticos, com a maternidade e a amamentação, por exemplo, o que gera o desconforto”, explica o médico;

Pacheco ainda fala que, no caso da aréola, é comum que, se elas forem demasiadamente grandes, podem parecer desproporcionais em relação ao resto do seio. “Apesar disso não interferir na sensibilidade do mamilo ou com a capacidade de amamentação, muitas mulheres sentem que ter aréolas grandes é estranho esteticamente, e optam pela redução”, esclarece.

Para ambos os procedimentos, o cirurgião fala que a intervenção é rápida, assim como a recuperação. Além disso, eles podem ser realizados em ambulatório, e simultaneamente a outras operações.

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Entenda a redução de mamilos e aréolas

imagem_release_415618Muitas mulheres- e, até mesmo, homens- possuem insegurança em relação ao tamanho de seus mamilos. Contrário do que pode ser considerado mais comum, que é a dimensão do seio causar desconforto, o “vilão” da autoconfiança, para estas pessoas, são as aréolas e mamilos.

Felizmente, para estas pessoas, existe uma solução simples: a cirurgia de redução. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico com atuação em Curitiba, a área que a muitas mulheres se referem, frequentemente, como mamilos, é, na verdade, composta por duas partes. “A parte central, com relevo e projeção é o mamilo, e a zona pigmentada e circular localizada à sua volta é a aréola”, conta o profissional.

Para a questão dos mamilos, que, as vezes, podem ser muito grandes e projetados, se tornando incômodos, é possível realizar intervenções isoladamente, ou de maneira simultânea com outros procedimentos, por meio da mamoplastia de aumento, redução mamária ou mastopexia, por exemplo. “O tamanho dos mamilos está relacionado com fatores genéticos, com a maternidade e a amamentação, por exemplo, o que gera o desconforto”, explica o médico;

Pacheco ainda fala que, no caso da aréola, é comum que, se elas forem demasiadamente grandes, podem parecer desproporcionais em relação ao resto do seio. “Apesar disso não interferir na sensibilidade do mamilo ou com a capacidade de amamentação, muitas mulheres sentem que ter aréolas grandes é estranho esteticamente, e optam pela redução”, esclarece.

Para ambos os procedimentos, o cirurgião fala que a intervenção é rápida, assim como a recuperação. Além disso, eles podem ser realizados em ambulatório, e simultaneamente a outras operações.

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Implantes de peitoral são sucesso entre os homens

imagem_release_409681Vaidade não é mais assunto exclusivo do universo feminino há algum tempo. Atualmente, os homens também procuram por tratamentos para pele, cabelo e depilações. Essa tendência foi transmitida para as cirurgias plásticas, e muitos, atualmente, optam por implantes de silicones para proporcionar uma forma mais saudável em diferentes regiões do corpo, como tórax, coxas, bíceps e tríceps.

Esse tipo de operação é uma forma praticamente instantânea de adquirir a aparência de músculos tonificados, já que através de exercícios de musculação o processo se torna muito mais demorado. Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico com atuação em Curitiba, é cada vez mais comum homens procurarem a cirurgia plástica para melhorar a autoestima. “O implante de silicone faz mais sucesso na faixa dos 25 a 40 anos de idade, pois, além da procura pela melhoria estética, existem muitos casos em que há ausência ou redução das fibras musculares do peito (chamada de Síndrome de Poland), o que impede o crescimento deste músculo”, conta o médico.

Ao contrário dos implantes de silicone para seios femininos, que são redondos ou em forma de gota, os para o peitoral masculino são quadrados, além de serem mais firmes e rígidos. “A cirurgia realizada nos homens é bem diferente, desde a incisão, que é feita na axila. Nas mulheres, as próteses podem ser retro-musculares ou retroglandulares, e, no caso masculino, sempre serão retro-musculares, salvo em casos específicos em que não se tem o músculo”, afirma Pacheco.

O  cirurgião ainda explica que, embora a cirurgia ser tranquila, durando, aproximadamente, 30  minutos, quem se submeter ao procedimento deve se atentar à recuperação. “Não se pode elevar os braços por 21 (a não ser para passar o desodorante), já que o cotovelo não deve ultrapassar os ombros. Por isso, não se pode dirigir neste período, além de ficar pelo menos três meses sem fazer exercícios que usem os braços e os peitorais”, pontua. Assim como o caso dos implantes femininos, que exigem acompanhamento após o procedimento, é necessário trocar o silicone de peitoral há cada 10 anos, segundo o profissional.

Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

Cirurgião Plástico

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Fontes da Toda Comunicação Curitiba/PR

As cirurgias plásticas na era das selfies

70Todos os dias, milhares de pessoas tiram selfies. E não tiram apenas uma, mas, sim, duas, três, quatro, e por aí vai. O que era antes era popular apenas entre grupos jovens, hoje, é praticado por pessoas de diversas idades e classes sociais. O dicionário Oxford, da língua inglesa, incluiu a palavra “selfie” sob a definição de “uma fotografia que você tira de si mesmo, tipicamente feita com um smartphone ou webcam, e compartilhada via mídia social”.

Apesar dos autorretratos já existirem, praticamente, desde que a fotografia foi inventada, o novo termo popularizou a prática. Entretanto, alguns dizem que é a possibilidade da foto receber “curtidas”, como no Facebook e Instagram, que tornou as selfies um sucesso. Afinal, não basta apenas sorrir, é necessário transmitir uma mensagem para quem verá a foto, como sensualidade, por exemplo.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Academia Americana de Plástica Facial e Cirurgia Reconstrutiva (AAFPRS, em inglês), a ascensão das selfies teve um grande impacto positivo sobre a indústria da cirurgia plástica facial. Este estudo revelou que um em cada três cirurgiões plásticos faciais constatou um aumento do número de procedimentos que possuíam relação com o fato dos pacientes quererem uma melhor aparência para as fotos postadas nas redes sociais. Também observou-se que, aproximadamente, 13% dos membros da AAFPRS (que são quem participa da pesquisa) identificaram uma grande insatisfação dos pacientes com a aparência em plataformas online.

Segundo Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico com atuação em Curitiba, as redes sociais fazem com que os usuários mantenham uma forte autocrítica sobre si mesmo. “Muitas vezes, as pessoas não se contentam com serviços como o Photoshop para melhorarem suas fotos, pois sabem que a mudança só ocorre no ambiente virtual, e, por isso, cirurgias plásticas no nariz, pálpebras e transplantes de cabelo são cada vez mais comuns”, comenta o médico.

Ele ainda fala que as mulheres se mostram mais propensas a fazer liftings faciais e rinoplastias, enquanto os homens estão mais preocupados com rugas e perda de cabelo. “As redes sociais têm exercido, cada vez mais, um papel relevante na vida dos jovens e de sua autoestima. As selfies podem ser um grande instrumento de aprendizagem e autoexploração, mesmo que isso signifique fazer algumas mudanças estéticas para que a pessoa se sinta melhor consigo mesma”, finaliza o profissional.

Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

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Verdades e mitos sobre a lipoaspiração

56No Brasil, em 2013, foram realizadas, aproximadamente, 1.491.721 cirurgias plásticas. Este número colocou o país em 1º lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, ficando na frente dos Estados Unidos, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps). A lipoaspiração é segundo essa pesquisa, o segundo procedimento mais realizado no país, sendo ultrapassado apenas pela mamoplastia de aumento, mas, mesmo com o alto número de pessoas que a realizam, muitos ainda não sabem as características da lipoaspiração.

Segundo o Dr. Alderson Luís Pacheco, cirurgião plástico que atua em Curitiba, existem muitos mitos sobre a lipoaspiração, e que geram dúvidas sobre o que ela é, qual sua utilidade, quais os seus riscos, etc. “O primeiro ponto que deve ser esclarecido é o que é, de fato, este procedimento estético. Trata-se de uma cirurgia que aspira gordura por meio de sucção, englobando outros métodos, como, por exemplo, lipolight, minilipo e vibrolipoaspiração”, explica. Ele explica, ainda, que é altamente recomendado realizar este, e qualquer outro procedimento estético, com um cirurgião plástico, já que ele estudou a finco o assunto.

Pacheco ainda afirma que, como toda outra cirurgia, a lipoaspiração tem, sim, riscos. Entretanto, ele explica que ela é uma das intervenções estéticas mais realizadas atualmente, e possui um baixo índice de complicações. “A anestesia a ser realizada também contribui para maior segurança do procedimento. Por exemplo, a anestesia local deve ser priorizada quando o paciente não possui tanta gordura a ser retirada. O cirurgião responsável deve saber analisar as necessidades e especificidades de cada caso”, pontua.

Ele ainda frisa que é a análise de cada paciente deve ser feita de maneira minuciosa, para que todas as providências adequadas sejam tomadas. “A pessoa que se submete à uma cirurgia também deve se atentar para as especialidades do médico, o local que será realizada a cirurgia e quais são suas expectativas para com o procedimento. Muitas vezes, por exemplo, as pessoas desejam uma lipoescultura- que segue os mesmos princípios da lipoaspiração, porém injeta a gordura retirada em um outro local- e nem sabem, por falta de informação”, finaliza Alderson.

Serviço: Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)

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As vilãs das cirurgias

52Uma das primeiras preocupações de quem vai se submeter a uma cirurgia é em relação à cicatrização. Muitos têm medo que, após a cirurgia, ainda fique um estigma feio e aparente, por exemplo. De acordo com o cirurgião plástico Dr. Alderson Luiz Pacheco, de Curitiba, a cicatriz depende da genética de cada paciente. “A queloide e as cicatrizes hipertróficas são determinadas por fatores genéticos, que causam cicatrizes anômalas. Normalmente, o organismo possui mecanismos que detectam quando a cicatriz reparou o dano causado e o processo é interrompido, mas, nestes casos, a produção de tecido continua e ultrapassa a região reparada”, explica.

Segundo Pacheco, a cicatriz é um tecido fibroso, que preenche o espaço do tecido que sofreu o trauma – ou seja, a área do corte – mantendo a parte interna do corpo segura.  A textura deste tecido é diferente da pele normal, e pode ser sentida ao apalpar a região ou percebida visualmente. “Pessoas afrodescendentes, de origem asiática e mulheres têm maior propensão a desenvolver queloides”, aponta.

A diferença entre a quelóide e a cicatriz hipertrófica é, na verdade, bem simples. A segunda não ultrapassa a região lesionada e com o tempo pode regredir, a ponto de ter um aspecto visual de boa qualidade se tratada adequadamente. “No caso da hipertrófica, o tratamento mais indicado é o não-cirúrgico, que é menos invasivo, visando intensificar a regressão. Ele pode ser feito com aplicação de correntes elétricas, procedimento chamado de eletroterapia, ou até mesmo com a aplicação de laser, a laserterapia”, esclarece o especialista. Normalmente, a queloide começa a surgir três meses após a cirurgia, mas o tratamento para evita-la pode ser realizado logo após o início da recuperação, com bandanas elásticas e fitas adesivas de silicone, para comprimir o local.

Se, mesmo assim, a anomalia não puder ser evitada, existem outros tipos de tratamento que são utilizados com o objetivo de diminuí-la. “É possível fazer uma cirurgia reparadora para eliminar os excessos de tecido, mas, em 45% dos casos, há reincidência”, adverte o cirurgião.

Outra alternativa é a aplicação de corticóide através de injeção, já que este procedimento diminui a produção de colágeno e reduz a inflamação. “A injeção diminui a espessura da cicatriz e alivia a coceira e a dor posteriores, porém pode provocar manchas na pele que devem ser tratadas após o processo. O procedimento pode causar dor, por isso é recomendado anestesia local”, observa.
Há ainda a betaterapia, que consiste em irradiar a cicatriz através de uma placa que contém o átomo radioativo estrôncio, e é semelhante à radioterapia. “Este tratamento é eficaz desde que seja feito 48 horas após a cirurgia, e também causa manchas na pele”, acrescenta Pacheco.

O cirurgião plástico finaliza dizendo que, independentemente se as queloides e cicatrizes hipertróficas puderem ser evitadas, ou apenas diminuídas, é imprescindível que os pacientes procurem informações sobre os procedimentos e médicos que irão atendê-los. “Quando se trata da saúde, qualquer cuidado é pouco, e é dever do paciente estar ciente sobre os riscos e cuidados que devem ser tomados antes e depois da cirurgia”, completa.

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O resultado da plástica

0a0a_338828_mediumRecorrer à cirurgia plástica tem sido uma das alternativas mais escolhidas para ficar com o corpo enxuto e a auto-estima lá em cima. Os avanços da tecnologia – que possibilitam o surgimento de técnicas cada vez menos invasivas e recuperações mais rápidas e menos dolorosas – e as facilidades de pagamento são os principais atrativos. “Retirar gordura localizada, aumentar ou diminuir os seios, corrigir imperfeições no rosto ou em outras partes do corpo, enfim, o cirurgião trabalha como um artista, remodelando a silhueta corporal dos pacientes”, afirma o cirurgião Alderson Luiz Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Entre as técnicas mais procuradas estão à lipoaspiração e a lipoescultura. Apesar dos nomes serem semelhantes, as duas cirurgias possuem objetivos e resultados diferentes. “Na lipoaspiração o excesso de gordura é retirado e jogado fora. Por sua vez, a lipoescultura consiste em utilizar a própria gordura retirada para modelar partes do corpo ou preencher depressões. Ambos são procedimentos que podem ser realizados isoladamente ou associados com outras intervenções, como as plásticas totais ou parciais de abdômen, mama ou de face”, explica.

Segundo Pacheco, uma das cirurgias mais realizadas é a lipoaspiração associada ao implante de silicone. “O resultado é fantástico, pois ao reduzir a cintura, firmar o bumbum e colocar o silicone, o corpo fica harmonioso e a impressão é que a barriga sumiu”, considera. Sobre as estrias, o médico aponta que apenas as que ficam localizadas abaixo do umbigo e acima da pube podem ser retiradas junto com a pele, através da abdominoplastia. A lipo não ‘apaga’ as estrias, o restante permanece da mesma forma.

Pacheco enfatiza que não existe uma técnica perfeita, mas vários tipos de cirurgia com diferentes indicações e que tem melhores resultados para alguns casos do que para outros. “Cada organismo reage de maneira diferente às intervenções cirúrgicas. Assim, há aqueles pacientes que atingem um resultado ideal, enquanto outros podem apresentar resultados negativos, em maiores ou menores proporções, independentemente do trabalho médico ter sido feito com o maior zelo, perícia e cautela”, esclarece.

Para manter os resultados da lipo é preciso mudar alguns hábitos, como sedentarismo e alimentação inadequada. Se o paciente comer sem limites haverá o acúmulo de gordura em outras regiões, prejudicando os efeitos positivos da cirurgia. “A célula adiposa que foi retirada na lipo não volta, mas a célula vizinha que ficou pode aumentar de tamanho e tomar o lugar da que foi retirada, crescendo indiscriminadamente. Por isso é fundamental uma reeducação alimentar e a prática de exercícios físicos”, recomenda.

Reconstrução da orelha

0a0a8822_mediumEstimativas apontam que um em cada seis mil bebês nascidos vivos apresenta alguma deformidade na orelha, denominada microtia. Os meninos correm ainda mais risco, eles têm duas vezes mais chances de ter algum problema no pavilhão auricular do que as meninas. “Estas imperfeições podem ser unilaterais – quando atingem apenas uma orelha – ou bilaterais, quando as duas orelhas são atingidas”, explica o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, da Clínica Michelangelo de Curitiba-PR.

As anomalias congênitas da orelha não têm causas conhecidas, mas são associadas a alterações nos genes ou a síndromes que envolvem deformidades em outras partes do corpo. “A solução mais indicada é a correção através de cirurgia plástica. O procedimento faz a reconstrução do órgão e pode ser feito quando a criança atinge os sete anos de idade, época na qual o desenvolvimento das orelhas já está praticamente completo”, ressalta o cirurgião que é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

A técnica consiste em usar a cartilagem retirada da costela para reconstruir a orelha e é composta por duas etapas. Na primeira é feita a construção de um novo esqueleto cartilaginoso e na segunda é realizado o revestimento cutâneo para a nova orelha. “Estas estruturas são fundamentais para reconstituir o órgão e a cartilagem da costela é considerada o melhor material a ser utilizado neste tipo de cirurgia. É retirado um bloco de cartilagem do tórax no qual são esculpidos os elementos anatômicos e estéticos da orelha”, esclarece.

Já no revestimento cutâneo é feito um deslocamento da pele da região da orelha, criando uma espécie de túnel onde será colocado o esqueleto auricular. “Normalmente o paciente possui uma superfície de pele que possibilita fazer o revestimento da nova orelha. Este procedimento também é utilizado em indivíduos que sofreram traumas na região e tiveram perda parcial ou integral da orelha”, aponta o médico.

Seis meses após este procedimento é realizada uma nova cirurgia, para levantar a estrutura criada e complementar a reconstrução com enxerto de pele. É preciso aguardar este período para que o esqueleto cartilaginoso seja nutrido pela pele que o reveste, garantindo a sua sobrevivência. “Quando a reconstrução deve ser feita nas duas orelhas, o procedimento é mais complexo, já que envolve alterações anatômicas e o equilíbrio e harmonia dos dois lados da face”, acrescenta.

Conheça os tipos de incisão para o implante de silicone

IMG_2867Os números de 2013 comprovam: o Brasil superou os Estados Unidos e tornou-se o líder mundial em cirurgias plásticas. Só no ano passado foram realizadas 1,49 milhão de operações, quase 13% do total mundial – enquanto o território americano soma 1,45 milhão. Os dados são parte de um relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês). Ainda de acordo com o estudo, as cirurgias plásticas mais comuns no Brasil em 2013 foram a lipoaspiração (228.000), o implante de silicone nas mamas (226.000) e a operação para elevar os seios (140.000).

Apesar de não ser a primeira colocada, a cirurgia de implante de silicone nos seios é muito popular entre o público feminino, e muito disso se deve ao fato de ela ser cada vez mais segura e apresentar sempre novas formas para ser feita – assim como próteses que oferecem mais conforto e procedimentos mais rápidos e menos dolorosos.

Segundo o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba, PR, além da escolha do tamanho do silicone que será implantado, também é preciso decidir qual será o método utilizado para a realização do procedimento – e isso varia muito de acordo com a pessoa, o médico que fará o procedimento e até mesmo o país o qual será feito a cirurgia. Pacheco explica:

“A técnica umbilical, por exemplo, é super incomum no Brasil, mas ainda bastante realizada nos Estados Unidos. Nesse método uma incisão é colocada na margem do umbigo e, com a ajuda de um endoscópio, são feitos túneis de dissecção que atingem a região mamária, que é descolada para que sejam colocados os implantes. Porém, a técnica é realizada apenas para a colocação de próteses infláveis com soro ­fisiológico, e essas muitas vezes não adquirem a mesma consistência da prótese preenchida com gel de silicone” diz o médico. A vantagem dessa forma de operação é que ela pode ser feita em conjunto com plásticas do abdome, por exemplo, e o fato de não deixar cicatrizes visíveis nas mamas.

Outra forma de realizar a cirurgia de implante de silicone é por meio do método Periareolar Inferior, chamado também de “incisão de webster”, que consiste em fazer o procedimento pela aréola. Esse método é ideal para mulheres que precisam de ajustes na reposição superior das aréolas ou em uma mastopexia (quando se deseja elevar as aréolas). Porém, para passar por essa técnica, as pacientes precisam ter uma aréola de tamanho adequado, – ou seja, não muito pequena, – já que é preciso que a incisão tenha um tamanho adequado. “Uma vantagem desse método é que as cicatrizes ficam quase imperceptíveis, principalmente em mulheres que possuem pouca pigmentação areolar. Além disso, nessa técnica abre-se somente o espaço necessário para caber a prótese, não havendo risco de deslocamentos do implante posteriormente”, explica Pacheco.

Outra técnica utilizada é feita pelo sulco inframamário, já que essa é a região que proporciona a melhor visualização da parte interna da mama e, com isso, traz uma maior facilidade cirúrgica. “Nessa situação, é feita a incisão abaixo da mama, na prega infra-mamária”, comenta Pacheco, que diz que essa é a forma de cirurgia mais comum. “Muitas vezes essa é a técnica preferida para introdução de implantes de silicone em gel, já que a incisão é mais favorável por proporcional um acesso maior à área desejada”, resume. Uma vantagem dessa forma de procedimento é que a cicatriz é bem pequena e fica localizada abaixo do sulco mamário, sem mexer nas aréolas. Além disso, por ser uma técnica que agride pouco o tecido mamário, ela não alterna o funcionamento das mamas, ou seja, não interfere em uma futura amamentação. “Porém, também existem contra-indicações: pacientes com tendência a queloide, manchas e seios muito pequenos, que não formam o sulco inferior, precisam prestar maior atenção”, ressalta Pacheco.

O outro procedimento é o axilar, que, como o próprio nome sugere, é realizado por meio da axila. “Essa técnica faz a incisão na região axilar. A partir dali, são feitos túneis de dissecção para região medial, preparando o espaço suficiente para a colocação dos implantes mamários”, ilustra. Porém, essa não é um procedimento muito utilizado, já que quando a paciente levanta os braços, é possível perceber a presença do implante. “Além disso, ela também é mais complicada tecnicamente, pois a distância da mama di­ficulta a visualização e possibilita maior sangramento e hematomas, além de ter maior incidência de assimetria e de infecções”, lembra Pacheco.

Porém, o especialista ressalta que não cabe ao paciente escolher ou sugerir o método que será utilizado – isso é papel do profissional, que deve fazer uma avaliação completa da situação e optar pela melhor solução em cada caso. “Cada pessoa tem um tipo físico diferente, e é a partir disso que analisamos qual será o melhor método para cada pessoa, assim como o tamanho de prótese que será utilizado”, conclui o especialista.

Para realizar uma cirurgia plástica é preciso estar saudável – física e mentalmente

IMG_2847Cada vez mais cresce o número de cirurgias plásticas no Brasil, e muito disso se deve a maior segurança e as inúmeras opções de procedimentos que podem ser realizados para cada desejo do paciente, – mas nada disso dá certo se ele mesmo não se conscientizar de que, para que tenha o visual desejado, precisa se dedicar a isso.

O Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba, PR, lembra que para aumentar as chances de obter resultados satisfatórios e garantir a saúde do organismo é essencial ter alguns cuidados tanto antes e quanto depois de qualquer procedimento.

Além disso, o médico ressalta que a motivação para uma cirurgia plástica deve ser realista, e não estereotipada ou baseada em algum desejo “impossível”. “Mais que exames clínicos com bons indicadores, o paciente deve ter uma mente saudável. Dismorfismo corpóreo, percepção de uma anormalidade que outras pessoas não conseguem ver, depressão, problemas psicológicos e condições que tornem o procedimento cirúrgico e a anestesia arriscados são outros fatores que fazem com que o procedimento seja contra-indicado”, exalta.

Para evitar que haja esse tipo de desentendimento, o paciente deve conversar anteriormente com o médico e esclarecer todas as suas dúvidas – e o médico deve analisar se esse é um caso de cirurgia plástica. “É preciso que o paciente entenda os riscos e decida se vale a pena enfrentar o bisturi. A decisão deve ser tomada com cautela, jamais por impulso ou em um momento em que as emoções estão mais intensas. As mudanças no estilo de vida são essenciais e devem começar antes mesmo de marcar a data da cirurgia”, enfatiza Pacheco.

A boa alimentação, a prática diária de exercícios físicos e o abandono de vícios como tabaco e álcool são importantes para garantir uma melhor recuperação no período pós-operatório – e, consequentemente, um melhor resultado do procedimento. “Todas as orientações dadas pelo médico devem ser seguidas a risca. Os cuidados ajudam a evitar inflamações, inchaços e outras complicações, como o rompimento de pontos e problemas na cicatrização, por exemplo”, lembra o cirurgião.

Pacheco ressalta que o repouso é importante para a boa recuperação de qualquer procedimento, assim como é preciso manter uma rotina de alimentação leve, com pouca gordura, ingerindo bastante água e alimentos ricos em fibras e proteínas. “Mantenha sempre uma dieta equilibrada e, assim que puder, volte a fazer atividades físicas. Dependendo do procedimento feito, pode ser necessário o auxílio de tratamentos estéticos para um melhor resultado, como as drenagens linfáticas, por exemplo. Porém, o mais importante de tudo isso é saber que: sem uma saúde física e mental, não devem ser feitas cirurgias plásticas – afinal, uma pessoa que não está saudável não se mostrará disposta a cuidar de si mesma no pós operatório, e isso é indispensável”, conclui o médico.

A diferença entre cirurgias plásticas em mulheres e homens

IMG_2867Tornou-se cada vez mais comum os homens, de variadas faixas etárias e variados estilos de vida, procurarem o auxílio de médicos e cirurgiões plásticos devido a motivos estéticos – sejam eles por causa da intenção de melhorar sua apresentação profissional ou com o objetivo de uma melhor aceitação pessoal.
Diferentemente das mulheres, os homens que vão à procura de cirurgiões plásticos, geralmente desejam resultados mais sutis, sem grandes mudanças. “A procura por um nariz mais harmônico com o rosto, sem muitas mudanças, por exemplo, assim como a procura por um rejuvenescimento na face, uma cintura mais reta e sem ‘pneuzinhos’, um abdome mais trabalhado, sem a presença da ‘barriguinha, são alguns dos procedimentos mais realizados por eles”, comenta o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os homens tornaram-se 30% do público que procura procedimentos estéticos – número que, até cerca de cinco anos atrás, era de 5%. “Isso mostra que o homem brasileiro está fazendo com que o preconceito contra ele diminua cada vez mais quando o assunto é vaidade”, exalta Pacheco, que acrescenta que os homens ainda costumam pedir ‘segredo’ na hora de realizar uma cirurgia, mas que isso não é mais um fator decisivo para não realizar um procedimento.
Apesar de decidirem se submeter a alguma cirurgia, muitos homens ainda vão aos consultórios acompanhados das esposas, para que as pessoas na sala de espera não saibam que é ele quem irá passar por um procedimento. “Em geral, eles pedem mais segredo que as mulheres, pois muita gente ainda tem certo preconceito sobre assuntos que envolvem a vaidade masculina”, diz o especialista.
Hoje em dia já existe a conscientização de que se cuidar com saúde e vaidade é importante e direito de todos, e, por isso, esse preconceito deve diminuir ainda mais com o passar do tempo.
Cirurgias mais procuradas e as diferenças entre os procedimentos em homens e mulheres.
Tecnicamente, os procedimentos são os mesmos tanto nas cirurgias em homens quanto em mulheres. As diferenças ficam nos detalhes: nos homens é preciso respeitar a presença de barba e pêlos na face, por exemplo. Além disso, a pele do homem é aproximadamente 25% mais espessa e rica em colágeno do que a das mulheres, por isso as rugas aparecem mais tarde – e, quando aparecem, são mais profundas e marcadas. “Por causa dessas características, a cirurgia plástica pode vir a ser mais complexa, já que os homens costumam sangrar e inchar um pouco mais. Isso pode fazer com que a recuperação seja um pouco mais demorada”, ressalta o cirurgião.
Pacheco comenta que as cirurgias mais realizadas pelos homens são a lipoaspiração, a abdominoplastia, a otoplastia (correção das orelhas de abano), a rinoplastia (cirurgia no nariz, muitas vezes como complemento de procedimentos realizados devido a problemas de saúde, como o desvio de septo, por exemplo), a ginecomastia (correção das mamas masculinas), e demais cirurgias na face, como a blefaroplastia – procedimento nas pálpebras, – na bolsa sob os olhos e no pescoço.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
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O que leva uma mulher a procurar pela cirurgia íntima?

0a0acirurgia-intima-revista-mundo-mulherA plástica íntima – ou plástica vaginal – virou assunto comentado quando famosas decidiram fazer cirurgia de restauração do hímen e tornaram isso público – porém, pouco se sabe que esse é um dos motivos menos comuns entre as mulheres que procuram o procedimento.
As cirurgias mais procuradas quando se trata da plástica íntima, são o rejuvenescimento vaginal – o ‘design de vagina’ e a labioplastia vaginal. “O primeiro faz com que as paredes do órgão tornem-se mais estreitas, fazendo com que os músculos da vagina fiquem mais apertados. Dessa forma, procedimento aumenta a satisfação sexual das mulheres”, explica o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.
O seu principal objetivo é melhorar o desempenho sexual da paciente – pois há casos em que o excesso na área genital atrapalha na hora do sexo. Segundo o especialista, esse procedimento é procurado principalmente por mulheres que deram a luz por parto normal. “Em alguns casos quando a mulher tem um filho por esse procedimento, pode acontecer a ruptura dos músculos, o que leva a uma flacidez e ao alargamento excessivo da vagina”, explica.
Assim como outras cirurgias plásticas, o procedimento íntimo tem seus pontos negativos – pois essa é uma cirurgia dolorosa. “Isso acontece porque a vagina é um local em que acontece a circulação terminal. Operar o meio de um órgão é diferente. Porém, quando se trata do final existe uma chance maior de acontecerem os edemas, e, quando incha – o que geralmente acontece – é bem doloroso”, alerta Pacheco. Apesar disso, algumas mulheres seguem com vontade de melhorar a aparência da vagina – e isso é feito por meio da labioplastia vaginal – o segundo principal e mais procurado procedimento em clínicas especializadas.
A labioplastia – ou ninfoplastia, – é uma cirurgia plástica que consiste na remoção de pele dos lábios vaginais. É utilizada geralmente para correção estética quando os lábios crescem de forma anormal ou assimétrica – quando um cresce mais que o outro.
Existem casos em que a cirurgia plástica íntima é justificada por causar inúmeros desconfortos ou até problemas maiores. “Existem mulheres que, por terem o hímen muito rígido, ele nunca é rompido. Em casos extremos pode acontecer a relação sexual pela uretra – o que prejudica aquele órgão. Nesse caso, a mulher não consegue menstruar, porque o sangue não tem saída e acaba sendo absorvido pelo corpo – e, consequentemente, ela não consegue engravidar. Nesse caso, a solução é a cirurgia”, exalta Pacheco, que diz que nesse caso, é preciso que seja feito um ‘corte’ para abrir o hímen.
E, apesar da ‘moda’ da cirurgia para a reconstrução de hímen, o especialista diz que ele não aprova. “Quando é feita a restauração, o hímen se torna mais rígido do que o natural e, com isso, é muito provável que doa mais do que a primeira transa para rompê-lo”, esclarece.
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Onfaloplastia, a cirurgia plástica para correção do umbigo

0a0aonfaloplastiaPequeno detalhe no abdômen, a má aparência do umbigo pode causar desconforto a pacientes quando não tratada.

A onfaloplastia é um nome ainda pouco conhecido, uma vez que faz referência a uma cirurgia na qual a maioria ainda não ouviu falar: a correção de umbigo. Ainda que muitas mulheres apresentem algum tipo de deformidade no umbigo, poucas são aquelas que realmente se submetem a um tratamento de correção estética – porém, essa tendência tem mudado progressivamente nos últimos anos.
Podendo ser realizada a partir dos dezoito anos, o procedimento é frequentemente associado à abdominoplastia ou retoques de outras cirurgias. “A cirurgia isolada é mais aconselhada em casos de deformidades muito acentuadas, que realmente prejudicam a estética da barriga e causam constrangimento aos pacientes”, comenta o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.
Sendo uma cirurgia de caráter estético, a onfaloplastia faz com que o sentimento de vergonha e desconforto que muitas mulheres sentem por causa do seu umbigo passe, “assim, elas se sentem mais seguras para utilizar certas peças de roupas, como biquínis, por exemplo,” diz Pacheco.
Pacientes que perderam muito peso, que sofreram com o efeito sanfona, ou mulheres que passaram por uma gestação tendem a ter indicação para este procedimento, assim como pessoas com hérnia umbilical e pacientes de plástica no abdômen. A onfaloplastia, cirurgia plástica do umbigo, pode ainda ser uma opção para aqueles com deformidades, cicatrizes, estrias e até verrugas na área umbilical.
“Essa não é uma cirurgia essencial para a saúde do paciente, mas deve ser feita quando esse aspecto se torna desconfortável para o indivíduo. Quando a pessoa se sente se sente desconfortável com o seu corpo, mesmo que seja com um pequeno detalhe, como nesse caso, esse pode ser o ponto de partida para os problemas de auto-estima”, exalta o especialista.
Sentir-se bem consigo mesmo é o objetivo de todos e, existindo o tratamento possível e seguro, porque não fazê-lo? É preciso, antes de qualquer atitude drástica, procurar um médico especialista e conversar com ele, expondo as suas expectativas e ouvindo a opinião do cirurgião, que avaliará o caso e opinará a respeito da necessidade da realização da cirurgia.
Quando realizado o procedimento, a cicatriz fica situada ao redor do umbigo, formando um pequeno círculo na região. Os pontos da cirurgia são feitos junto à musculatura da região abdominal e, dependendo da anatomia do paciente, é bastante comum que a marca fique escondida na cavidade do umbigo. O paciente permanece no hospital no máximo por um dia.
Doutor Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715)
Cirurgião Plástico
Site: http://www.alplastica.com
http://www.michelangeloclinica.com.br
Blog: http://draldersonluizpacheco.wordpress.com
Email: plastica.pacheco@yahoo.com.br
Fone: (41) 3022-4646 e 4141-4424
Endereço: Rua Augusto Stellfed, 2.176, Champanhat, Curitiba/PR.

Cirurgias plásticas estão cada vez mais acessíveis à todos

0a0acirurgia-plastica-barataCom a ascensão da classe C, os procedimentos estéticos de tornaram o sonho de consumo dessa mulher – e elas estão tornando-o realidade.

Em 2011, no Brasil, foram realizadas cerca de 905 mil cirurgias plásticas, país que hoje ocupa o terceiro lugar no ranking mundial de procedimentos por pessoa, somando uma média de 4,6 operações a cada mil habitantes. A “nova classe média”, denominação dada à classe C, possui papel significante nesse aumento de cirurgias plásticas, já que mais de 90 milhões de brasileiros fazem parte dessa nova classe que, nos últimos dez anos, contou com um aumento de 40 milhões de pessoas.
Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps) em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), entre os anos de 2008 e 2011, o aumento na procura de operações no Brasil chegou a 43,9% e esse aumento está diretamente ligado à ascensão da classe C. “Isso também serve para mostrar o perfil do povo brasileiro, que é uma cultura que enxerga os procedimentos estéticos com menos tabu e está mais aberto a discuti-los e realizá-los”, comenta o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR. E a tendência é que os números aumentem ainda mais com o passar do tempo.
Pacheco comenta que o desejo de estar de bem com o corpo é algo comum a todos, independente da idade, classe, país ou demais diferenças. “A maioria das pessoas quer mudar alguma coisa no seu corpo, e, com a ascensão econômica é natural que mais pessoas também queiram realizar este sonho”, exalta.
Com as opções de créditos mais facilitadas hoje em dia, é comum pessoas recorrerem a financiamentos e empréstimos para realizarem o sonho da cirurgia plástica. Esta maior oferta de créditos aliada a um maior número de cirurgiões plásticos também facilita a procura. É aí que reside o problema: quando há muitos médicos no mercado e nem todos eles estão capacitados para realizar procedimentos mais complexos.
“A cirurgia mais procurada pelo público continua sendo a lipoaspiração, e essa, quando feita por um profissional sem a capacitação adequada, pode gerar grandes problemas para os pacientes. Por isso, quando o preço for muito abaixo do normal, pesquise e procure pelo nome do médico na SBCP. Vale a pena pesquisar mais e pagar mais caro para obter o resultado desejado. Afinal, esse é o seu corpo e é a sua saúde que está em jogo”, alerta Pacheco.
Além das mulheres, os homens também tornaram-se um público considerável dos consultórios dos cirurgiões. Cerca de 30% do público hoje é formado por homens, que procuram principalmente por cirurgias como a blefaroplastia – nas pálpebras – e a ginecomastia – redução da mama masculina, – além da tradicional lipoaspiração. “Já o publico feminino, que representa a grande maioria na procura de procedimentos estéticos, busca a principalmente a lipoaspiração, o implante de silicone nos seios e a abdominoplastia”, comenta o médico.
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Saiba mais sobre a mentoplastia, cirurgia de aumento do queixo

0a0aCom o objetivo de rejuvenescer e restaurar o contorno e a proporção da face, a cirurgia pode ser feita com o auxílio de um implante de silicone ou com o avanço do próprio osso do queixo.

O mento, (ou queixo), assim como o nariz, é parte fundamental para a formação do perfil da face, e, por isso, se torna um aspecto muito importante para a estética do rosto. Não é raro encontrar casos em que existam alterações de posicionamento do mento, como o seu avanço ou retração, – e, a segunda opção, além de mexer diretamente com o queixo, passa a impressão do nariz ser maior do que realmente é. Para tratar dessa questão, que pode abalar a autoestima de muitas pessoas, surgem as cirurgias que visam alterar o perfil da face, atuando no nariz e no mento – conhecidas como perfiloplastias.
A mentoplastia mais comum é aquela que visa corrigir o posicionamento do queixo, e isso é feito por meio da inclusão de uma peça de silicone, geralmente pré-moldada. “Porém, existem casos em que a mandíbula está em retração completa e esse procedimento não é o suficiente. Para esses pacientes, existem cirurgias mais complexas, que exigem remodelações e avanços ósseos,” explica o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.
Além de melhorar o perfil, a mentoplastia ajuda a rejuvenescer e restaurar o contorno e a proporção da face – e, quando se deseja obter melhores resultados com cirurgia de aumento do queixo, ela pode ser feita em conjunto com outros procedimentos faciais, como a rinoplastia, por exemplo, que ajuda a criar uma maior harmonia na face.
Porém, antes de tomar qualquer decisão, é preciso fazer uma consulta médica, em que o profissional avaliará as proporções faciais do paciente para determinar qual a melhor solução para cada caso. “A mentoplastia é ideal para tornar o rosto mais proporcional e melhorar a autoestima das pessoas sem que a aparência delas seja mudada radicalmente”, comenta Pacheco.
A consulta inicial envolve uma rigorosa avaliação de saúde, a medição das proporções faciais, do esqueleto facial e tecidos moles, e a discussão das expectativas do paciente. Todos esses fatores são fundamentais para o resultado positivo da cirurgia. “Antes de qualquer procedimento, o cirurgião deve fazer uma avaliação com o paciente, e ele precisa expressar claramente suas expectativas e dúvidas sobre o processo. Dessa forma, o especialista irá ajudá-lo a determinar qual é a melhor solução e o que é possível alcançar com as técnicas atuais” explica o cirurigião.
O procedimento normalmente é realizado sob anestesia local e a duração da cirurgia, quando realizada isoladamente, é de cerca de 30 minutos. A alta é prevista para o mesmo dia e a cicatriz deixada pela cirurgia é, na maioria das vezes, quase imperceptível e se localiza logo abaixo do queixo. Pacheco lembra que os resultados definitivos aparecem em torno de 12 a 18 meses após a cirurgia.
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As cirurgias plásticas faciais no processo de rejuvenescimento

vichy-skin-whitening21Já existem muitas técnicas não invasivas, com cremes e demais produtos dermatológicos, mas os brasileiros continuam aderindo às cirurgias.

Nada pode interromper o processo de envelhecimento. O rosto e o pescoço estão entre as primeiras partes do corpo humano a mostrar sinais de envelhecimento, apesar de todas as estruturas da face envelhecerem em conjunto. Se o incômodo com o relógio biológico for grande, para quem tem motivação, a cirurgia plástica pode reverter pelo menos algumas das marcas deixadas pelo tempo.
Conforme os anos passam, a pele sofre muitas mudanças. As células se dividem mais lentamente, a derme, camada mais profunda da pele, que é composta de vários tecidos, entre eles a elastina (que dá elasticidade) e o colágeno (que mantém a firmeza da pele), começa a ficar com uma quantidade reduzida de ambas as proteínas, que fazem com que a pele fique flácida. A perda de elasticidade a deixa mais suscetível aos efeitos da gravidade. “Em vez de a pele voltar para o lugar quando é esticada, ela cai. Além disso, a composição do músculo e do tecido abaixo da pele são modificados, formando as rugas”, comenta O Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião da Clínica Michelangelo em Curitiba-PR.
Para atrasar esses efeitos do tempo, muitas pessoas no Brasil estão dispostas a pagar por uma aparência mais jovem, o que torna o país o segundo com maior número de cirurgias plásticas no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no ano de 2009 os mais de 5.000 cirurgiões plásticos brasileiros realizaram cerca de 1,6 milhão de procedimentos.
Apesar do grande número de intervenções médicas, as plásticas de face, o lifting e a blefaroplastia (correção da pálpebra), estão sendo feitas cada vez mais tarde. Isso acontece devido aos melhores produtos dermatológicos disponíveis, que contam com cremes mais eficazes e tratamentos menos invasivos.
Porém, se os tratamentos não invasivos não for suficiente para suprir a vontade do paciente e ele decidir pela cirurgia plástica facial, o Dr. Alderson Pacheco comenta que “é preciso que o médico explique ao paciente as limitações existentes nas cirurgias de rejuvenescimento, fazendo o paciente entender que o objetivo do procedimento não é alterar drasticamente a sua aparência. Parte da interação entre o cirurgião plástico e o cliente envolve a delicada tarefa de administrar as expectativas e imprimir resultados realistas a respeito das intervenções cirúrgicas faciais”, ressalta.
O doutor ainda comenta que devido à natureza subjetiva dos resultados e aos diferentes níveis de expectativas dos pacientes é difícil medir o sucesso prévio em uma cirurgia plástica facial, mas que a “oportunidade de rejuvenescer o olhar ou de aparentar um ar menos cansado contribui, em alto grau, para a melhora da autoestima de muitos indivíduos”, conclui.
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O verão e o medo de deixar cicatrizes à mostra

00trueform-nova-tecnica-para-flacidez-nas-coxas-13-184Para quem quer aproveitar o verão sem medo de exibir os sinais deixados pela cirurgia plástica.

É inevitável certo receio por parte das pessoas que fizeram cirurgia plástica, quanto as cicatrizes que essas intervenções proporcionam, principalmente nessa época do ano com a chegada do verão e com ele o uso de roupas cada vez menores. Dr. Alderson Luiz Pacheco, especialista em cirurgia plástica, esclarece que as cicatrizes deixadas por uma intervenção reparadora, são estratégicas no corpo, visando sempre o bem estar do paciente, afinal ninguém quer ficar com marcas visíveis. Ciente disso grande parte dos cirurgiões plásticos buscam sempre “camuflar” ou “esconder” esses sinais.
Algumas duvidas são inevitáveis na hora da tomada de qualquer decisão, com relação a execução de uma cirurgia plástica, isso não é diferente. Dr. Alderson cirurgião de Curitiba/PR esclarece que “A decisão deve ser tomada com cautela, jamais por impulso ou em um momento em que as emoções estão mais intensas.” As intervenções reparadoras tem grande procura durante todo o ano, porém durante o verão esse número cresce em até 50%. Dr. Alderson comenta que as cirurgias mais procuradas atualmente são abdominoplastia, mamoplastia, braquioplastia, lipoaspiração, lifting de coxas e facial.
A cicatrização depende muita da genética de cada paciente, afirma o cirurgião. O vilão das cicatrizes, a quelóide, resulta de uma combinação genética, algumas pessoas são mais predispostas a terem essa anomalia na cicatrização dos cortes, mas nada que não possa ser escondido. Uma cicatriz de boa qualidade deve ser pouco perceptível. Para isso ao realizar uma intervenção existe a preocupação por parte do cirurgião plástico em fazer a incisão em locais onde naturalmente a cicatriz possa ser camuflada, como as pregas naturais da pele, presentes em todo o corpo, ou que possam ser cobertas pelas roupas, mesmo que estas sejam mínimas como biquínis e maiôs.
Este é o segredo. Agindo desta maneira o cirurgião plástico consegue como resultado cicatrizes de boa qualidade e pouco perceptíveis. Assim, o resultado de uma cirurgia depende apenas dos cuidados feitos pelo paciente no pós-operatório.
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Não se deixe levar por falsos mitos sobre cirurgia plástica

cirurgia_1É importante saber que muito do que se diz sobre cirurgia plástica é errado.

São muitas as dúvidas e questionamentos dos pacientes sobre a realização de cirurgias plásticas. Antes de encarar a mesa de cirurgia, é preciso conhecer sobre o procedimento, seus riscos, vantagens e cuidados. Diante disso muitos mitos são criados em torno das cirurgias plásticas. Dr. Alderson Luiz Pacheco esclarece que “o paciente não deve se basear apenas no que ouviu falar, ou em intervenções realizadas em outras pessoas, é imprescindível a procura por um médico especialista na hora de elucidar todas as suas dúvidas”.
A prótese de mama esta entre uma das intervenções que mais se tem mitos em seus entorno. Os principais seriam a respeito da existência de relação entre o câncer de mama e a prótese e a respeito de sua durabilidade. Segundo Dr. Pacheco não existe correlação alguma entre a prótese de silicone e o câncer mamário, uma vez que, não há qualquer evidência de aumento do câncer de mama para pacientes que tem implantes nos seios. Em relação á durabilidade das próteses ele esclarece, que “com a constante melhora da qualidade dos materiais utilizados nos últimos anos, podemos dizer que a troca preventiva não é necessária. O controle das próteses deve ser feito anualmente e as mesmas só precisarão ser trocadas na evidência de complicações ou alterações que possam ocorrer ao longo dos anos. Caso contrário as pacientes  poderão manter os implantes sem problemas”.
A lipoaspiração e o tipo de anestesia utilizada nessa intervenção não escapam desses mitos, muitas pessoas acreditam que ela seja uma cirurgia mais complicada do que as outras e que a anestesia local é mais segura do que as demais. O cirurgião de Curitiba/PR afirma que “se a cirurgia for bem preparada, forem feitos todos os exames de avaliação pré-operatória e realizada em uma clinica ou hospital bem equipado para este tipo de intervenção, é uma cirurgia bastante segura e com baixo índice de complicações. Mas é importante frisar que se trata de uma grande cirurgia e que não existem procedimentos cirúrgicos com risco zero de complicações”. Complementa ainda que “os vários tipos de anestesia são bastante seguros e os mecanismos de monitoramento do paciente evoluíram muito, aumentado à segurança do procedimento anestésico, que deve sempre ser realizado pelo médico anestesista”.
É importante destacar que o mito em torno das cirurgias plásticas sempre existira, cabe a cada pessoa procurar um especialista e tirar todas as suas dúvidas, não se deixando levar por falsas informações.
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Dermolipectomia da coxa pode durar até quatro horas

A anestesia utilizada para a dermolipectomia da coxa é a peridural ou geral e o paciente normalmente fica internado por 24 horas, conforme a sua recuperação e as orientações médicas. “É uma intervenção cirúrgica um pouco mais longa, que dura entre três e quatro horas. São feitos curativos na região e os pontos podem ser retirados duas semanas após a realização do procedimento. Dois dias após a operação o paciente é liberado para tomar banho completo, sem haver prejuízos aos resultados e a saúde”, destaca Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico que atua na Clínica Michelangelo de Cirurgia Plástica, em Curitiba.