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Fazer maratonas de seriados pode distorcer a realidade

imagem_release_450904O episódio final de Game Of Thrones, a aclamada série da emissora HBO, que mistura fantasia e realidade, levou o mundo à loucura. O último episódio da quinta temporada do seriado, que foi ao ar no dia 12 de junho, teve 8,1 milhões de espectadores, segundo o instituto de pesquisa Nielsen, localizada nos Estados Unidos. A série, que possui fãs espalhados no mundo todo, causou comoção nas redes sociais, e teve matérias publicadas sobre sua última transmissão do ano durante dias.

A verdade é que nem todos os seriados dão certo, não ultrapassando do primeiro episódio ou, até mesmo, sendo cancelados depois de várias temporadas, pois, por mais que os membros da Indústria Cultural tentem, nem sempre é possível prever o que fará ou não sucesso. Porém, quando uma pessoa se sente cativada por um seriado e seus personagens, ela passa a esperar ansiosamente pelo desenrolar daquilo, criando expectativas e se frustrando, por diversas vezes.

Apesar de não haver problema em gostar de um seriado, tudo que é feito de forma exagerada pode ser perigoso. De acordo com o e psicólogo e Co-CEO do Instituto Internacional Japonês de Coaching, João Alexandre Borba, as pessoas podem se desgastar tanto de maneira emocional quanto física ao fazer “maratonas” de seriados. “Os serviços de streaming, como Netflix e Now, por exemplo, por vezes liberam uma temporada inteira de uma série de uma vez só, o que permite que as pessoas assistam em um dia, se quiserem. Isso não é saudável, pois o expectador pode passar intervalos de tempo enormes vendo, e esquecer da sua realidade. Já tive um caso de um cliente que ao chegar sexta-feira, ficava em casa até domingo de noite assistindo séries, sem interagir com mais ninguém.”, afirma.

Borba explica que uma pessoa pode se sentir fisicamente desgastada por assistir uma série com muita ação, por exemplo. “O mesmo acontece com séries ou filmes românticos. A pessoa, por assistir inúmeros casais se apaixonando e vivendo felizes para sempre, começa a suprir falsamente sua necessidade de carinho e atenção através da ficção. Porém, essa sensação é superficial, fazendo com que ela continue a assistir de maneira repetitiva, muitas vezes compulsiva, para continuar preenchendo esse vazio”, esclarece.

O psicólogo finaliza, pontuando que, ao acompanhar uma série, é criada uma falsa sensação de lealdade, em que a pessoa se sente parte do enredo e da vida da personagem. “É importante observar que assistir séries e gostar delas não é problema nenhum. Entretanto, isso deve ser feito de maneira moderada, evitando fazer maratonas de episódios, já que isso também pode indicar depressão e solidão”, conclui.

Serviço: João Alexandre Borba

Psicólogo e Co-CEO do Instituto Internacional Japonês de Coaching

joao.alexandre@live.com

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Breaking, uma dança em ascensão

imagem_release_446358O começo do estilo de dança conhecido como breaking tem algumas divergências entre que o estuda, mas a maioria dos estudiosos acreditam que ele surgiu na metade dos anos 70 no bairro Bronx, em Nova York, nos EUA. O termo “Break” vem da música que os DJs tocavam nas festas de rua e que tinham diversas fontes de inspiração, como o soul, funk, jazz e músicas latinas.

O trecho denominado como break é o de maior impacto na música, sendo este o momento em que as pessoas entravam na roda para dançar. Segundo Ingrid Teles, que é bailarina desde os 12 anos, e pratica diversas modalidades diferentes de dança, esse estilo se caracteriza pela preparação diferenciada que o acompanha. “O breaking começa pelo Top Rock, que são passos de funk estilizados. Após isso, é  a vez do Foot Work, que é o trabalho realizado pelos pés movimentando o corpo circularmente com o apoio das mãos. Por último vem o Freeze, que é a finalização da dança de cada um”, explica.

Ela, que atua, presentemente, como dançarina, professora, enquanto participa de diversas competições, esclarece que, mais do que um estilo de dança influenciado por diferentes ritmos, o breaking sempre esteve associada às culturas negras e latinas. “É evidente que, atualmente, pessoas das mais diversas etnias e descendências praticam essa dança, mas, sobretudo na década de 70 nos Estados Unidos, essa cultura da rua se estendeu e adentrou na vida das pessoas, como uma forma de identidade”, fala.

Ingrid, que estuda diversas modalidades de dança, afirma que o breaking, além de ser uma forma de se expressar, é uma maneira, também, de manter a forma. “Todo seu corpo trabalha ao fazer os movimentos, tonificando músculos das pernas, braços e abdômen, além de fortalecer a região da coluna vertebral. Então, além de ser prazerosa, essa forma de dança também é funcional”, comenta.

A professora finaliza, lembrando que, apesar de ser um estilo conhecido mundialmente, não é fácil encontra-lo em escolas de dança no Brasil. “Pelo nível de dificuldade e pouco conhecimento sobre esta modalidade, não é comum encontrar essa modalidade em academias de dança. Normalmente, o que existem são aulas que ensinam passos parecidos com o breaking, mas misturados a outros estilos em aulas de  danças urbanas. Em Curitiba, eu dou aulas para jovens que estejam interessados em aprender esse estilo, e acho difícil não se apaixonar por ele, além de ser uma tentativa válida para todos que procuram uma nova forma de se expressar e divertir”, conclui.

Serviço: Ingrid Teles

Portfólio: www.ingridtelesdance.tumblr.com/

E-mail: ingrid@creatorscontent.com.br

O lado positivo da desorganização

89Muitas pessoas tendem a acreditar que quem é mais organizado é bem sucedido, ao passo que quem não consegue manter as coisas no lugar são criticadas. Porém, não manter a mesa ou o armário constantemente organizados não é tão ruim quanto parece, pois, segundo pesquisas, pessoas desorganizadas são mais criativas.

De acordo com um estudo realizado em 2013 pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, pessoas que possuem quartos, escritórios e mesas bagunçadas possuem a tendência de serem mais inventivas do que quem tem mania de deixar tudo impecavelmente organizado. Não se trata, nesse caso, de deixar a higiene de lado, permitindo que o lixo se acumule, por exemplo, mas, sim, deixando a já conhecida “bagunça organizada” acumular, que pode ser bem-vinda para muitas pessoas.

Segundo o psicólogo e master coach João Alexandre Borba, sinais de que a pessoa lida bem com a bagunça organizada podem ser percebidos facilmente no dia a dia de cada um. “Por exemplo, se a sua mesa for bagunçada, mas você ainda tiver total controle sobre ela, pode indicar que seu nível criativo é elevado. A criatividade pode ser notada, também, em casos em que a pessoa mais desorganizada é a mais metódica”, observa.

O profissional lembra que ambientes desorganizados podem estimular a criatividade, pois faz a pessoa pensar fora das linhas de raciocínio tradicional. “Personalidades influentes, e que causaram um grande impacto no mundo, como Albert Einstein e Steve Jobs, por exemplo, eram conhecidas por não serem organizadas, e acredita-se que isso pôde influenciar na suas capacidades criativas”, explica.

Borba finaliza, lembrando que, para quem é desorganizado, encontrar um equilíbrio entre a desorganização e a urgência de limpeza é muito importante, para que seu local de trabalho ou descanso ainda possa ser saudável, ao mesmo tempo em que se mantém dentro do padrão de cada um.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

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A banalização do “eu te amo”

imagem_release_438565Com o Dia dos Namorados se aproximando, as lojas começam a intensificar suas propagandas de venda de produtos voltados para a data, começam a brotar textos nas redes sociais sobre o assunto, e as pessoas parecem querer arranjar alguém para dizer “eu te amo” mais do que qualquer outra coisa.

Atualmente, seja pelo status de ter alguém para amar, seja por medo de ficar sozinho (a), as pessoas parecem desesperadas para ter seus sentimentos por alguém comprovados, ou, então, querem que o cônjuge reforce esse amor constantemente. Segundo o psicólogo e master coach João Alexandre Borba, o que acontece hoje em dia é uma banalização do “eu te amo”. “Por mais que não possa parecer, cada vez mais as pessoas se esforçam para sentir algo que (ainda) não existe. Não podemos falar aquilo que não sentimos, ou seja, não há porque apressar o ‘eu te amo’ em uma relação”, afirma.

Ele explica que não é saudável falar por falar, pois isso acarreta no desgaste da relação. “Não deve ser pensado em quantidade, mas, sim, em qualidade. Não obrigue seu cônjuge a falar, deixe que ele se expresse à sua própria maneira. A consistência do sentimento é mais importante do que a frequência, então o ideal é falar quando o ‘eu te amo’ vem naturalmente, não quando ele é solicitado”, comenta.

O psicólogo diz que é preciso que as pessoas saibam avaliar o que é o amor, e como ele é percebido no dia a dia do casal. “Lembro-me de um casal que atendia; quando fiz a pergunta ‘o que é amor para você’ o marido respondeu que era quando acordava, seu café já estava o esperando, e sua mulher estava levando as crianças para a escola. Já para ela, era quando sentia que recebia atenção e carinho do seu companheiro ou quando faziam programas que ela escolhia. Desse modo, expliquei que são nesses momentos em que eles se sentem amados que o ‘eu te amo’ deve ser falado, pois, assim, ambos irão se sentir bem na relação já que o sentimento se encontra presente naquele instante”, explica. Ele ainda recorda que, nesse caso específico, após o casal passar a entender os momentos em que se sentiam felizes na relação, eles começaram a reproduzir com mais vezes essas atitudes que faziam com que ambos se sentissem amados, tornando a relação mais prazerosa e íntima.

Borba finaliza, dizendo que nunca deve-se exigir que a outra pessoa faça ou diga algo de maneira forçada. “Esse tipo de reação é infantil,pois exclui a liberdade do outro. Quando a pessoa se sente livre e sem cobranças, o sentimento flui naturalmente, o que revela-se ser bom tanto para um, quanto para o outro”, conclui.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

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Jovens empreendedores no Brasil mais que dobraram nos últimos anos

20Segundo uma pesquisa divulgada pelo Sebrae, em 2011, o número de jovens empreendedores brasileiros mais que dobrou nos últimos 14 anos. O senso comparou o número de jovens que saíram da faculdade em 2001 a 2011, e descobriu que, o valor aumentou de 370 mil a 700 mil empreendedores.

As características dos jovens empreendedores são resumidas em vislumbrar o sucesso e desejar a liberdade, não dependendo de ninguém para ganhar seu próprio dinheiro. Essas pessoas são motivadas pelos desafios, visam impactar a vida das pessoas, compartilhar informações e usar seu dinamismo para conquistar o mercado. Apesar de uma pesquisa realizada em 2014 pela CONAJE (Confederação Nacional dos Jovens Empresários) apontar que 72% dos jovens empreendedores brasileiros são homens entre 26 e 31 anos, não é incomum encontrar mulheres que querem ser donas dos seus próprios negócios, e não medem esforços para isso.

Ingrid Teles, de 20 anos, é uma delas. Apaixonada por dança, ela já competiu em torneios nacionais e internacionais, e é professora em diversas modalidades diferentes. Além de ter um blog, chamado Feriado Particular, onde ela conta sobre suas viagens, além de dar dicas sobre maquiagem, moda e o que mais a autora tiver vontade de contar, ela também é fundadora da Agência Creators Content, de Curitiba, sendo, este, seu mais novo projeto. “A Creators foi criada em 2015, pois percebi que Marketing Digital é uma demanda crescente atualmente, e não são todas as agências que oferecem esse serviço”, conta.

Ela, que atualmente cursa Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), já tinha experiências na área, o que possibilitou a fundação do seu negócio. “Fiz um ano de Publicidade e Propaganda, em São Paulo, pois sou natural de lá, e nesse meio tempo trabalhei em muitas agências, o que permitiu com que eu desenvolvesse essas habilidades específicas no Marketing Digital. Quando recebi uma bolsa para fazer Jornalismo na PUCPR, me mudei para Curitiba”, diz Ingrid.

Apesar de ainda não ser formada, ela já soma diversos cases (casos de clientes, em língua publicitária) de sucesso em seu portfólio. “O caso que tenho maior orgulho é o do e-commerce Diva’s Showroom, em que, ao longo de dois anos, conseguimos conquistar mais de 8 mil curtidas orgânicas, isto é, sem pagar por anúncios para atrair fãs. No mundo do Marketing Digital, essa proeza não é comum, o que deixou os proprietários da loja muito satisfeitos”, lembra a estudante.

Ingrid finaliza, afirmando que, se você quer que seu sonho se realize, e seu negócio prospere, é necessário investir com tudo nele. ” Antigamente, a faculdade demandava muito tempo, o que impedia que eu me estabelecesse em agências tradicionais. Deixei outros empregos para focar na Creators, e não me arrependo, pois, além de poder dar a atenção devida para os meus estudos, também faço o que gosto, da maneira que eu quero, e quero construir meu futuro a partir disso”, conclui.

Serviço: Agência Creators

Ingrid Teles

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Telefone: 41 9546-4157

Estudar em casa é possível, desde que seja de forma disciplinada

imagem_release_423771No imaginário popular, é normal que as pessoas pensem que estudar em casa não é algo produtivo e que a maneira correta seria em locais como bibliotecas, sejam elas públicas ou particulares. Entretanto, com a correria do dia a dia, torna-se muito mais prático ficar em um ambiente confortável para realizar seus estudos, como, é claro, sua própria casa.

Estudar e aprender coisas em casa não necessariamente implica em aprender sozinho, de forma autodidata, mas, muitas vezes, em cursos e aulas online. Segundo Fernanda Frattarola, que dá aulas online para estudantes que queiram passar no exame de proficiência em inglês TOEFL, para aprender inglês em casa, antes de mais nada, é preciso saber ouvir as instruções dadas nos programas de aprendizado. “É preciso ter a disciplina para praticar diariamente, no mínimo 30 minutos por dia, ouvindo, lendo e falando em inglês. O ambiente onde a pessoa estuda também é importante, pois ela poderá se concentrar melhor em um local calmo, bem iluminado e sem influências externas”, afirma.

Ela, que já ajudou milhares de pessoas a passarem no TOEFL por meio de suas aulas online, reforça que a dedicação para aprender inglês é necessária, assim como qualquer outra parte da vida. “As pessoas pensam, muitas vezes, que, por ser uma língua presente  no cotidiano de todos, não é necessário estuda-la a finco. Muito pelo contrário, para sair do lugar comum de só saber algumas frases, é preciso se familiarizar do idioma, por meio de filmes, músicas e livros, por exemplo”, pontua.

Fernanda observa que é preciso desenvolver uma rotina diária de estudos, para que os assuntos não caiam em esquecimento, principalmente para quem pretende participar de provas que exigem o conhecimento da língua, como o próprio TOEFL. “Sempre recomendo aos meus alunos que procurem exercícios oficiais na hora de estudar, para não cair nas armadilhas de exercitar o conteúdo errado. E claro, seguir as orientações do seu professor é uma das principais coisas a serem feitas, afinal, ele só quer que você desenvolva todo seu potencial e aprenda inglês de verdade”, finaliza.

Serviço: Passe no TOEFL

Fernanda Frattarola

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TOEFL IBT, ITP ou IELTS: qual o melhor exame de proficiência?

imagem_release_412848Para fazer uma graduação ou pós-graduação no exterior é necessário possuir, na maioria das universidades, certificado de proficiência na língua que é obtido por meio de exames práticos, como o IELTS e o TOEFL. Ambos são específicos para a língua inglesa, com a diferença que o primeiro é mais aceito em universidades do Reino Unido, e o segundo possui um alcance maior, mesmo sendo dos Estados Unidos. O exame estadunidense possui dois tipos diferentes: o IBT, realizado online e que avalia as quatro áreas do conhecimento (speaking, writing, listening e reading), o ITP, realizado no papel, porém sem o speaking e writing.

Muitos alunos possuem dúvidas sobre qual prova vale a pena ser feita. Segundo Fernanda Frattarola, que dá aulas online para pessoas que querem passar no TOEFL IBT e ITP, antes de decidir pela prova, o candidato precisa saber se vai tentar uma bolsa pelo Ciências sem Fronteiras ou se é pela própria universidade. “O teste ITP é aceito por alguns países que participam do programa federal, porém as bolsas ‘por fora’ geralmente optam pelo IBT ou IELTS. É dever do candidato se informar qual a melhor prova a ser feita, já que poucos países aceitam o ITP”, afirma a professora.

Fernanda acredita que as melhores opções são as provas do IBT e do IELTS, já que o ITP é menos aceito. “Com o IBT, além de maior aceitação, há uma variação de nota muito grande, o que significa mais opções para o candidato”, comenta.

A professora adverte que se o candidato não estiver familiarizado com o inglês britânico, utilizado nos áudios da prova IELTS, o exame estadunidense é mais recomendado. “No speaking e no writing não há diferença, mas o listening pode se tornar difícil para quem não está familiarizado com o sotaque”, fala. Fernanda finaliza, dizendo que independente de qual prova o estudante faça, sempre é bom olhar os sites oficiais dos exames para conhecer as estruturas específicas de cada teste, além de realizar muitos exercícios, a fim de praticar ao máximo.

Áudio Release: www.fernandafrattarola.com.br/qual-prova-fazer-itp-ibt-ou-ielts/

Serviço: Fernanda Frattarola

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Conheça mais sobre a prova do TOEFL

imagem_release_400331Para estudar no exterior, especialmente se for para fazer uma graduação, pós-graduação ou especialização, é necessário possuir, na maioria das universidades, certificado de proficiência na língua, que é obtido por meio de exames práticos, como o IELTS e TOEFL. Ambos são específicos para a língua inglesa, com a diferença que o primeiro é mais aceito em universidades do Reino Unido, e o segundo possui um alcance maior, mesmo sendo dos Estados Unidos.

Muitos especialistas afirmam que, quando o estudante decide que quer estudar no exterior, mas não tem certeza onde, o melhor a se fazer é investir no TOEFL, visto que ele é aceito em 9.000 instituições, de 130 países diferentes. Os dois tipos desse exame são o TOEFL IBT, que é realizado via internet, e o TOEFL ITP, feito de maneira tradicional, no papel impresso. Cada um tem suas particularidades, devido ao seus formatos. O TOEFL ITP avalia: escuta (listening), conhecimento gramatical (Structure and Written Expression) e leitura (Reading) e é uma prova de múltipla escolha. Já o TOEFL IBT mede as quatro áreas do conhecimento: fala (speaking), escuta (listening), leitura (reading) e escrita (writing) e por isso é mais aceito. Clique aqui para conhecer a fundo a diferença entre as provas:

http://fernandafrattarola.com.br/diferencas-entre-o-toefl-itp-e-o-toefl-ibt/

Segundo Fernanda Frattarola, que dá aulas online para pessoas que querem passar tanto no TOEFL IBT quanto no TOEFL ITP, cada uma das provas tem uma duração diferente. “No total, a prova do TOEFL IBT dura, aproximadamente, quatro horas. Na parte de leitura, por exemplo, se gasta entre 60 a 100 minutos, dependendo de quantos textos a pessoa receber. Tudo depende da preparação do candidato, é claro”, explica Fernanda. Ela também diz que a pontuação máxima é 120 pontos, e que notas  acima de 80 pontos já são consideradas boas.

Ela acredita que estar bem preparado é o segredo do sucesso. “As provas do TOEFL não são provas comuns de inglês, são provas de estratégia e existem estratégias para cada questão das provas.Nas minhas aulas, ensino todas as estratégias, assim os alunos ficam tranquilos e confiantes na hora de fazerem a prova”. Fernanda lançará, na segunda-feira (13/04), uma série de vídeos gratuita que irá explicar tudo que uma pessoa precisa saber para passar no TOEFL IBT.

Para ter acesso a série de vídeos da Fernanda, e ainda receber dicas imediatas sobre o TOEFL IBT, basta se cadastrar no link: www.passenotoefl.com.br/inscricao-dicas-ibt/

Serviço: Passe no TOEFL

Fernanda Frattarola

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