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O amor próprio e o emagrecimento

5Todos os dias, as pessoas fazem julgamentos de valor. Elas julgam seus colegas de trabalho, a situação atual do país, as suas escolhas diárias, mas, principalmente, julgam a si mesmas. Entretanto, o julgamento que elas fazem de si mesmas não é sobre o curso de sua vida ou se ela deveria estar fazendo coisas melhores com seu tempo livre, por exemplo, mas, sim, sobre sua aparência.

Para quem julga estar acima do peso ou não ser bonita o suficiente, esses julgamentos podem ser um soco no estômago. Segundo Cintia Seabra, psicóloga e coach de emagrecimento que é referência nacional na área, as pessoas tendem a pensar, quando se olham no espelho, sobre o que os outros estão achando delas, e não sobre a sua imagem em relação a si mesmas. “As pessoas tendem a criar opiniões boas sobre os outros e ter opiniões degradantes sobre si mesmas. É preciso saber se amar mais, pois, quando nos amamos, permitimos que os outros nos amem, também”, afirma.

Ela lembra que não se pode querer emagrecer tendo em mente o que os outros pensam de nós, e, sim, ter o desejo de mudança para se agradar. “As vezes esquecemos disso, mas as pessoas que gostam da gente de verdade olham além da estética, por mais que, muitas vezes, nós mesmas façamos isso.  Pensar pouco de si mesma não ajuda em nada na sua vida, pois, por mais que as coisas não estejam boas hoje, amanhã elas podem estar ótimas, e sempre devemos almejar a mudança com a esperança de um futuro mais feliz”, explica.

Cintia, que já ajudou milhares de brasileiros a emagrecer com seu programa de emagrecimento online, O Segredo do Emagrecimento em oito Semanas, pontua que as pessoas são muito maiores do que a imagem que é refletida no espelho, e, por isso, o desejo de mudar e perder peso deve vir de dentro, por vontade própria de se sentir mais feliz consigo mesma.

A coach finaliza, observando que, para se motivar para emagrecer, a pessoa em questão deve sempre procurar pensar no que o emagrecimento trará de bom na sua vida, no sentido de se sentir bem consigo mesma. “Se livre do peso do seu julgamento e da sua opinião negativa sobre si própria, e faça suas escolhas visando a sua própria felicidade, e não a dos outros”, conclui.

Saiba mais no vídeo: www.youtube.com/watch?v=EoMtx3x5eD0Serviço

Cintia Seabra

Master Coach  e ​​Psicóloga Clínica

cintia@osegredodoemagrecimento.com.br

www.osegredodoemagrecimento.com.br

Síndrome de Solomon: você tem?

18A Síndrome de Solomon foi desenvolvida pelo psicólogo americano Solomon Asch, e, para comprová-la, fez testes com 123 voluntários, em que avaliou a influência que a opinião dos outros tem sobre o que o indivíduo pensa.

Na prova, o psicólogo mostrou três linhas diferentes, adicionando uma quarta a elas, e os voluntários precisavam dizer quais das linhas eram iguais às desenhadas ao lado. Os alunos que davam sua opinião antes (e que sabiam qual era a resposta correta) induziam a última vítima ao erro, e, no total, 75% das cobaias responderam incorretamente para não ir contra ao que dizia a maioria.

O que Solomon quis determinar com esse experimento, segundo o psicólogo e mastercoach João Alexandre Borba, é que os seres humanos estão muito condicionados em relação ao que os outros pensam sobre eles. “Podemos perceber a Síndrome de Solomon em nós mesmos quando tomamos decisões ou adotamos comportamentos para evitar nos sobressairmos, destacarmos ou nos diferenciarmos dentro de um determinado grupo social, ou, também, quando boicotamos nossos próprios pensamentos e vontades para seguir no mesmo fluxo da maioria. É muito importante que a nossa identidade sempre acompanhe nossas ações. Uma ação sem a presença forte do “eu”, sempre se torna facilmente influenciada”, explica.

Por vezes, de acordo com Borba, esse sentimento de não querer se destacar pode gerar inveja sobre quem não tem esse medo e não tenta seguir a opinião da maioria. “Superar a Síndrome de Solomon é necessário para que as pessoas possam desenvolver consciência crítica, e o começo disso é superando a obrigação de sempre acreditar e concordar com as opiniões alheias”, observa.

“É preciso compreender a futilidade que é deixar as opiniões dos outros influenciarem o modo como vivemos nossas vidas. Só porque uma grande maioria acredita que X é a verdade absolta, não significa que ela realmente é tudo isso que dizem, ou então que ela se aplica a sua vida. É importante manter o pensamento crítico e analítico constantemente. Sem o mesmo, nos tornamos marionetes não ‘mãos’ de opiniões alheias. Permita-se refletir sobre os mais variados temas, deixando sua mente livre para agir ”, finaliza o psicólogo.

Serviço: João Alexandre Borba

Master Coach Trainer e Psicólogo

joao.alexandre@live.com

www.facebook.com/joaoalexandre.c.borba

O direito do consumidor no Brasil

imagem_release_417491No Brasil, são comuns problemas relacionados aos consumidores. Não importa qual a classe social, ou com qual tipo de serviço ele está tendo o problema, a verdade é que, pelo menos uma vez na vida, todas as pessoas acabam se sentindo lesadas, seja por empresas que prestam serviços ou estabelecimentos comerciais.

Só no ano passado, os Procons de todo o país receberam mais de 2.490.769 reclamações, uma média de 206 mil consumidores atendidos por mês. Esses dados, que fazem parte do Boletim Sindec 2014, também incluem a informação de que em 62,7% das vezes que as pessoas ligaram foi para fazer algum tipo de reclamação.

Segundo o advogado Tiago Kidricki, do Kidricki e Sousa Advogados Associados, de Porto Alegre, é responsabilidade do órgão saber orientar as pessoas quais atitudes devem ser tomadas a partir de uma reclamação. “Às vezes, as pessoas pensam que não podem ir além, reivindicando seus direitos. Dependendo do caso, é possível até entrar com uma ação judicial de danos morais contra a empresa, mas isso vai da gravidade da situação”, afirma.

Kidricki, que é especializado em Direito Previdenciário, mas atua nas áreas Direito do Consumidor, Tributário, Civil e Empresarial, explica que é comum os consumidores se sentirem lesados, o que indica uma falha por parte das empresas. “Se o cliente fosse bem atendido, o número de reclamações seria bem menor. Quem se sentir prejudicado pode e deve procurar ajuda para oferecer soluções reais para o solucionamento dos problemas”, conclui.

Serviço: Kidricki e Sousa Advogados Associados

Tiago Beck Kidricki OAB/RS n. 58.280

Rua João Abbott 473/503 – Petrópolis, Porto Alegre

Fone: 51 30283443

www.ksadvogados.com.br

Opinião de especialista

imagesCAHCB39ASegundo a pediatra Raquel Rego, especialista em nutrologia infantil da Clínica Asinelli, a obesidade na infância e adolescência é um importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares na vida futura. “A presença de pelo menos um fator de risco para doenças do coração e vasculares, como pressão alta, colesterol alto, hiperinsulinemia ou aumento do hormônio controlador do açúcar sanguíneo, tem sido observada em 60% das crianças e adolescentes com excesso de peso”, explica.
Além de fatores genéticos, hábitos alimentares saudáveis são fundamentais. A criança que consome muito sal ou que bebe leite de vaca (que tem mais sódio do que o materno) tem o paladar estimulado para gostar de alimentos salgados durante sua vida toda e levar a uma sobrecarga renal durante a infância mesmo ou à hipertensão.
O leite de vaca não modificado pode causar também alterações metabólicas e obesidade em crianças menores de seis meses. “A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006 mostrou que a média de tempo que a mãe amamenta no Brasil é de 2,1 meses. Se o mínimo de seis meses de amamentação exclusiva fosse respeitado, certamente teríamos adultos com menos doenças crônicas como diabetes, obesidade e hipertensão”, analisa Raquel.

A pediatra começou a atender na Clínica Asinelli, respondendo também por nutrologia infantil. Localizada na Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, 41 3015-6001.

Um meio ou uma desculpa?

Ontem reparei na tv uma moça falar: – “Canta para cima!”. E adorei! Vou incorporar no meu dia a dia, isso. Já que sempre fui a favor do alto astral. Acredito nas energias e no poder que elas podem nos trazer se pensarmos, falarmos e agirmos positivamente ou negativamente. Sua vida é vc quem faz, com a atitude que tem perante o mundo. 🙂 Obrigada Rafaela por essas ótimas palavras que nos fazem parar para pensar.

pregador1Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam Sol à beira da piscina.
O mundo não está nem aí, se você está cansado ou triste, ele não para. E quem vive lamentado ou reclamando da vida nunca vai conseguir chegar a lugar nenhum.
A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade à ilusão é combustível dos perdedores, pois…
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA.
Por Roberto Shinyashiki, postado por Rafaela Martins Namorato em http://praticasdacomunicacao.blogspot.com/