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Mídias sociais X ortodontia e a ortopedia facial

Cada vez mais as mídias sociais são utilizadas por diferentes tipos de profissionais para divulgação de seu trabalho. Esse meio a cada dia que passa cresce e ganha mais público, pois ninguém quer ficar por fora das novidades. Além da possibilidade de ser acessado pelo mundo todo.
Um profissional não utiliza essas ferramentas somente para divulgar seu trabalho, mas também para esclarecer e ajudar as pessoas que procuram seu blog, Orkut, Facebook, Twitter, entre outros. Pensando nisso, o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler criou um blog, que nesse mês completa um ano, com diversos textos e dicas.
O blog http://gersonkohler.wordpress.com durante esse um ano teve 8.033 acessos. A média de acessos por dia é de 84, por mês é 1.186 e por semana 337. Já o dia mais agitado foi em 12 de maio desse ano, com 105 acessos.
Köhler publicou 115 artigos em 22 categorias diferentes, que obtiveram 12 comentários. As postagens mais populares foram: home page – página inicial, 3.905 acessos, minha mandíbula estala quando abro a boca o que há de errado, 760 acessos, controlar o ronco e evitar apnéias pode ser mais simples do que você imagina, 673 acesso, quem é Gerson Köhler, 385 acessos, prognatismo mandibular pode ser tratado na fase infantil com aparelhos ortodônticos, 197 acessos, quem é Juarez Köhler, 161 acessos e quem é Nilse Köhler, 149 acessos.
Já os termos de busca que levaram os internautas para o blog são: mandíbula estalando, 318 acessos, como evitar o ronco, 193 acessos, musculatura da face, 82 acessos, prognatismo mandibular, 62 acessos, Gerson Köhler, 58 acessos, mandíbula travada, 40 acessos, GAPZ zumbido, 36 acessos, mioterapia, 27 acessos e ortopedia facial, 21 acessos.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
E-mail: kohler1@uol.com.br
Fone: 41 3224.4883
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.

Redes Sociais:
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Emagrecendo pela mudança de hábito mastigatório

Durante as últimas décadas vem se acentuando a prevalência de sobrepeso e obesidade nas pessoas. Isto está gerando uma atual ‘epidemia de obesos’.  Como resultado deste aumento de peso corporal nas pessoas, os estudos e pesquisas médicas testaram a eficiência e eficácia de numerosoas estratégias de perda de peso.
Entre estas estão, farmacoterapia, modificação comportamental, cirurgia bariátrica, balão intra-estomacal, substituição do conteúdo de refeições e, inclusive, aparelhos utilizados na boca para reduzir a ingestão e melhorar a qualidade da mastigação dos alimentos.
Apesar desta diversidade de estratégias terapêuticas, existe algo que é básico e fundamental dentro do assunto: o que se consome como alimento, pois ele é a fonte primário de energia que ingerimos.
Exatamente por isto – e pelo fato de que o ato de alimentar-se pode sofrer condicionamentos voluntários, os hábitos alimentares podem, em princípio, ser modificados pela técnica da manipulação do comportamento das pessoas.
Uma das recomendações fundamentais  dentro do assunto ‘modificação comportamental para perda de peso’ é reduzir a quantidade de alimento ingerido, o que começa pelo tamanho de cada bocado que se coloca na boca .
Esta estratégia – que em princípio parece depender somente da vontade de quem queira emagrecer – não é, no entanto, tão simples assim de ser levada a efeito.
Estudos médicos realizados recentemente na Holanda, na Universidade de Wageningen, mostraram que a relação entre o ritmo (a velocidade) com se come e a quantidade de calorias consumidas (valor energético e quantidade de comida) estão diretamente relacionadas ao equilíbrio ponderal das pessoas. A constatação foi que comer devagar, colocando pequenas porções de comida na boca e mastigando por mais tempo, pode reduzir significativamente a ingestão de calorias e fazer com que – gradativamente – se vá perdendo o sobrepeso.
Isto entra, na verdade, em um conceito sobre alimentação, que já existe desde 1986, tendo começado na Itália. É o chamado “slow food” (alimentar-se devagar). Este é um conceito gastronômico que promove a conjugação do prazer  de uma alimentação feita com consciência e com responsabilidade. Não estava, preocupado, com redução de peso, mas, mesmo assim, estava na linha terapêutica essencial para que isto possa ocorrer.
Então, comer devagar, com maior tempo de mastigação do alimento faz com que se
possa perder peso. Comer rápido pode fazer com que se passe do ponto de saciedade, acarretando ingestão de energia desnecessária.
Neste sentido, a Odontologia, cuja missão em termos de saúde é cuidar exatamente
Das questões ligadas à boca, sempre esteve – entre outras especialidades médicas voltadas ao assunto ‘alimentação correta’ – ligada ao fato de que se deve mastigar muito bem e não abusar dos bocados que se colocam na boca a cada vez.
O processo de mastigação é fundamental e quanto mais tempo demorar, mais tempo terá o alimento para chegar, já homogeneizado pela ensalivação, ao estômago. A importância deste detalhe é que o cérebro terá tempo de receber os estímulos necessários para enviar a mensagem de saciedade  a quem está se alimentando.
Então, a reeducação alimentar – no sentido de maior tempo de mastigação – é fundamental para um programa de saúde destinado àqueles que queiram perder peso que esteja em excesso. É questão de formar um novo hábito de mastigação. E a Odontologia já pode contribuir para que isto aconteça de modo mais fácil e efetivo, através da utilização de dispositivos intrabucais, dentro de um protocolo de tratamento em parceria com médicos nutrólogos ou endocrinologistas.
O assunto tem sido objeto de pesquisas em várias partes do mundo. Além da pesquisa holandesa, já citada, a revista científica Obesity Research, dos EUA, publicou recentemente um artigo de pesquisadores da Pennington Biomedical Research Center, da Lousiana State University, sobre o enfoque odontológico – através de um dispositivo intrabucal utilizado a cada refeição – para permitir a redução da ingestão de alimentos.
É um novo foco terapêutico que começa a ser utilizado também no Brasil.
O dispositivo intrabucal – dentro de um protocolo terapêutico médico-odontológico – ajuda a mastigar mais, comer menos e, por óbvio, emagrecer.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)

Odontohebiatria comprova sua importância e ganha cada vez mais espaço na sociedade

A hebiatria é uma especialização da medicina que possui a atenção voltada aos adolescentes.  A especialidade começou a ganhar mais espaço na década de 50 nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, existe desde 1974 no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. De acordo com a (OMS) Organização Mundial de Saúde, adolescência é o período entre os 10 e 20 anos de idade.
Na maioria das vezes, a adolescência é uma fase bastante complexa, pois é uma transição entre a infância e a idade adulta, ou seja, não são mais crianças, mas ainda não podem ser tratados como adultos. Desta maneira, existem muitas peculiaridades específicas deste período de vida.
Assim como na medicina, o atendimento odontológico do especialista em hebiatria requer muitos cuidados específicos, desde o relacionamento com o paciente como nas necessidades clínicas. A palavra odontohebiatria é formada pelos radicais gregos odonto e hebiatria. Hebiatria deriva de Hebe, conhecida como a deusa da juventude na mitologia grega.
Desta maneira, para suprir essa demanda que cada dia mais cresce o número de profissionais especializados em atender justamente essa faixa etária: o odontohebiatra.
De acordo com o especialista em ortodontista e ortopedista-facial, Gerson Köhler, é muito importante conhecer a adolescência e suas características próprias, tanto psicológicas como biológicas e sociais. “O adolescente passa por uma série de transformações metabólicas e hormonais, que refletem no estresse emocional provenientes de cobranças externas e pressões de querer aceitação na sociedade, que se resultam em comportamentos de risco. Por isso o cuidado deve ser redobrado com eles”, alerta.
As especificidades físicas, bucais, dentofaciais e comportamentais dos adolescentes determinam formas mais adequadas do cirurgião-dentista atender esse grupo, para que ele contribua efetivamente para a formação e o desenvolvimento de indivíduos saudáveis e responsáveis por sua saúde bucal. O profissional deve estar livre de preconceitos e estereótipos, além de ter a obrigação de entender o universo da adolescência, identificando as alterações pelas quais o indivíduo está passando e ainda ter o discernimento do que são aspectos normais e patológicos nessa fase.
Os cuidados odontológicos do paciente adolescente deve levar sempre em consideração que é entre os 12 e 20 anos de idade que a ocorrem intensas modificações craniofaciais e dentárias, além do fato de também ser nesse período que se completa a formação completa dos dentes com as suas 32 unidades. Nessa fase é muito comum a formação de cáries, problemas periodontais, a halitose e as oclusopatias que alteram a região dentofacial, repercutindo sobre a beleza, harmonia e funcionalidade do rosto como um todo.
“O profissional deve saber identificar precocemente unidades supranumerárias, oligodontias e dentes impactados ou inclusos, além de que as exodontias (extrações) de terceiros molares podem ser profilaticamente necessárias no final da fase adolescente”, complementa Köhler.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Férias escolares também devem ser aproveitadas para acompanhamento da saúde das crianças

Os pais deve aproveitar as férias escolares para cuidar da saúde de seus filhos, fazer consultas de rotina e exames necessários. Portanto, essa é a melhor época para isto. Iniciar um tratamento de saúde no começo do problema facilita a cura, principalmente em crianças.
Um dos problemas que têm atingido muito as crianças é o bruxismo. Ele é causado por uma excessiva contração dos músculos da face, que possuem íntima relação com os dentes. O desgaste dentário e a presença de dor são consequências de uma contração muscular errada.
O bruxismo tem causas multifatorias que devem alertar os pais para problemas de saúde física e psícológica, muitas vezes, não notados. Os pais devem ficar atentos se a criança faz barulho com os dentes durante o sono, se reclama de dores na face e se apresenta os dentes com muito desgaste. Essas são as principais caractarísticas do bruxismo.
De acordo com o especialista em ortodontia e ortopedia facial Gerson Köhler, este problema pode ser ter causas variadas, como alergias respiratórias e hiperatividade. Mas o surgimento dessas enfermidades é ocasionado principalmente pela ansiedade e, na maioria dos casos, em crianças e adolescentes. As crianças muito ansiosas ou hiperativas são mais propensas a serem portadoras de dores de cabeça e ataques mais frequentes de cefaléias, provenientes do apertamentos dos dentes.
“Outra causa importante do bruxismo que deve deixar pais e educadores sempre alertas é a rinite alérgica. Crianças que sofrem desse problema estão mais propensas a ranger e apertar os dentes, principalmente no período da noite, enquanto dormem. O bruxismo é uma disfunção classificada como problema neuromuscular e deve ser rapidamente tratada”, alerta o especialista.
Além de dores de cabeça, essas crianças e adolescentes são portadoras, normalmente, também, de anomalias dentofaciais, ou seja, tem uma predisposição a apresentar os dentes e as arcadas dentárias em más posições. Dentre os efeitos dessas anomalias podem resultar dores musculares no rosto e nas têmporas, disfunção nas articulações craniomandibulares, que ligam a mandíbula ao crânio, e sensações como dores de ouvido. Isto se caracteriza por ser uma alteração ortopédica do crescimento do rosto, que deve ser tratada com a precocidade necessária para evitar futuras alterações do bem-estar e qualidade de vida na adolescência e depois na idade adulta.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Facilitando a correta formação facial

 Há a crença popular de que o rosto corresponde somente ao que está escrito no código genético, embora a verdade não seja bem essa. Logo ao nascer, os fatores ambientais começam a agir sobre a criança e influenciarão também a maneira como a sua face se desenvolverá. A afirmação é do ortodontista e ortopedista facial, Gerson Köhler, que informa ser possível administrar esse jogo de estímulos, desde que a intervenção corretiva e normalizadora ocorra cedo.
Estudos científicos dão conta de que sete em 10 pessoas não apresentam o encaixe entre os dentes superiores e os inferiores completamente correto. Essas questões são de fácil identificação em adultos e crianças ou pré-adolescentes – mas, negligenciadas, tendem a causar futuros prejuízos à qualidade de vida de cada qual. “Muitas vezes, só observar o paciente abrindo e fechando a boca já dá indícios dos níveis de assimetria e alterações de crescimento que estejam se instalando no rosto da criança”, esclarece Köhler com base, não só em sua atividade clínica propriamente dita, mas também em mais de duas décadas de docência na formação de pós-graduados em sua especialidade.
O fato é que isso pode desencadear uma série de problemas. Originam-se em idade precoce na infância, influenciados pelas funções faciais inadequadas, tais como atos incorretos de respiração, mastigação, deglutição ou até de excesso de sucção de objetos (chupetas ou mamadeiras), além de funções sem finalidade alguma, tais quais o rangido e o apertamento dos dentes.
Em todo caso, a oclusão dentária (a forma como os dentes superiores se encaixam com os inferiores)  é o que mais interfere na estética sobre a harmonia e a forma do rosto. Considerada uma complexa orquestração, concluída apenas ao fim da adolescência, se os cuidados corretos não forem tomados já na infância, tendem a se projetar negativamente no futuro.
De acordo com Köhler, se desde a infância não houver um acompanhamento por parte dos pais, as conseqüências podem não ser agradáveis e alterar a qualidade de vida da criança ou do adolescente. “Além de sofrer efeitos de ter um rosto, de certa forma, levemente desfigurado – em diversos níveis de severidade – , a criança pode, também, sofrer outras implicações desconfortantes a médio e longo prazo, se analisadas do ponto social”, reflete.
Diferentemente do que pensa um leigo, a formação do rosto transcende a genética e, conjuntamente, é definida pelas funções faciais (respiração, mastigação, deglutição, fonação, etc) desde o nascimento. “O posicionamento inadequado dos dentes em suas arcadas, principalmente na transição dos dentes decíduos (de leite) pelos permanentes, pode gerar diversos níveis de anomalias dentofaciais, refletidas diretamente na parte estética da face da pessoa”, ressalta o professor Köhler.
No fim de contas, o melhor modo de tratar as questões expostas é de forma interdisciplinar, envolvendo profissionais das áreas odontológica, médica e fonoaudiológica. “O recomendado é que as pessoas procurem especialistas na área médica e/ou odontológica para detectar os problemas o quanto antes, pois só assim poderão ser corrigidos da melhor maneira”, arremata Köhler.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial

Leia também em: todasaude.wordpress.com

Doenças na infância podem ocasionar deformações na face

Diferentemente do que muitos pensam, não apenas a genética influencia na forma como o rosto de uma criança se desenvolverá. Pesquisas revelam que esse crescimento está diretamente relacionado a fatores ambientais e comportamentais – ou seja, as condições a que a criança é submetida podem interagir com a herança genética e redirecionar o desenvolvimento.
Doenças, hábitos bucais e faciais e acidentes podem, sim, gerar disfunções. Problemas alérgicos e demais doenças respiratórias são determinantes, uma vez que tendem a interferir no mecanismo respiratório, gerando respiração bucal suplementar e desequilibrando a função muscular facial (aqui também inclusa a língua em seu ato de deglutição). O crescimento ósseo maxilar e mandibular dessas crianças pode estar comprometido, bem como o posicionamento e a organização de seus dentes.
A recomendação é de que o tratamento comece assim que o problema for diagnosticado, sem carecer do obrigatório uso de aparelhos corretivos. Sabe-se que a idade pré-escolar (entre 3 e 6 anos) é a ideal para uma primeira avaliação. Esse diagnóstico deve ser multidisciplinar, abrangendo ortopedistas, ortodontistas, otorrinolaringologistas, alergologistas, pediatras e fonoaudiólogos.
Além de doenças, hábitos aparentemente ingênuos – mamadeira, chupeta, sucção de dedo, roer a unha e ranger os dentes durante a noite – podem levar ao crescimento disfuncional que, se não tratado, prejudica a autoestima de crianças e adolescentes. Isso porque os desvios da normalidade facial são desfigurações progressivas da face, a parte do corpo mais suscetível a deformações. Elas ocorrem lentamente. Às vezes, a criança tem rinite alérgica, por exemplo, e são tomadas medidas de prevenção às crises e tratados apenas os sintomas, ignorando o potencial de anomalias na face, só percebidas após algum tempo.
O resultado? Dificuldades ainda maiores da respiração, sucção, mastigação e deglutição, além do bullying – apelidos e brincadeiras de mau gosto feitos pelos colegas, sobretudo na escola. A pessoa traz sequelas consigo pelo resto da vida, quando poderia ter-se desenvolvido normalmente com o tratamento adequado de um especialista em ortodontia e ortopedia facial.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Site: www.kohlerortofacial.com.br
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E-mail: kohler1@uol.com.br
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