Garanta seu próprio Pokémon enquanto o jogo não chega ao Brasil

Pokémon-1Extremamente famosos na vida das crianças dos anos 90, os Pokémons agora estão fazendo a cabeça dos adultos ao redor do mundo. Com a missão de fazer pessoas saírem de suas casas para procurar, capturar e treinar Pokémons, para, então, batalhar com outros jogadores,“Pokémon Go”, lançado pela Nintendo, vem fazendo os aderentes ao jogo correrem ao redor de suas cidades caçando as criaturinhas virtuais.

Embora ainda não liberado no Brasil, Pokémon Go, vem sendo jogado por mais de 21 milhões de pessoas no resto do mundo. Pensando na ansiedade dos brasileiros, a empresa 3D Protos, especializada no desenvolvimento de próteses e produtos de tecnologia assistiva, resolveu também comercializar Pokémons em 3D para os fãs do desenho japonês “Mesmo que seja diferente do nosso trabalho, pois estamos acostumados a criar soluções para auxiliar pessoas vítimas de alguma deficiência motora, nós também estamos ansiosos para a chegada do jogo ao Brasil. Então pensamos ‘por que não?’”, diz Fernando Flores, diretor da empresa.

O que começou com uma startup em 2014, durante a XV Maratona de Empreendorismo da UFRGS, e o prêmio de primeiro lugar, a 3D Protos, se tornou a pioneira no Brasil no desenvolvimento de produtos de tecnologia assistiva em 3D. Possui diversas soluções pensadas para as necessidades individuais de cada pessoa, além de uma linha de auxiliares de vida diária, que solucionam problemas do dia-a-dia de pacientes com deficiência ou alguma dificuldade. São auxiliares para amarrar os cadarços, colocar cinto de segurança, comer com talheres, escrever, abrir zíperes, colocar botões a até mesmo um suporte para cartas de baralho. Todos com preços bem acessíveis.

Com a hashtag #gottaprintemall (Tenho que imprimi-los), similar ao slogan do desenho “Gotta catch ‘em all” (Tenho que pegá-los), os animaizinhos em 3D já vem fazendo parte da vida dos jogadores de Pokémon Go, nos Estados Unidos. Matthew Beaman, um entusiasta de impressões em 3D, e adepto ao novo jogo, começou a febre através de várias cópias pequenas de Pokémons, que espalhou ao redor da sua cidade local, para que os jogadores os encontrassem. Logo, empresas americanas adotaram a ideia, e passaram a investir nas impressões em três dimensões, para também deixar cupons de seus produtos junto aos modelos. No jogo, os Pokéstops e as Pokégyms (lugares em que os jogadores podem reabastecer e batalhar), já são lugares públicos da vida real, como lojas e parques, em que seus donos vem se beneficiando bastante dos lucros com os animados novos visitantes.

“Hoje em dia, tudo gira em torno do mundo virtual, e as empresas precisam abraçar as ideias. O Pokémon Go não tem sido apenas mais um jogo para crianças, porque metade dos jogares são adultos. Se tornou uma nova plataforma de relacionamento com pessoas, e para atingi-las, você deve falar a mesma língua. Foi melhor ainda quando aconteceu de ser algo que nós na 3D também gostamos”, finaliza o diretor.

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