O que a internet tem a ver com crise econômica?

Business-man-working-with-laptop-and-thinking-about-new-projectsA crise atingiu o Brasil, isso não há dúvidas. A queda na economia de 1,7% é o pior índice do PIB no terceiro trimestre desde 1996, o que comprova ainda mais a diminuição do número de vendas do comércio. Porém, o comércio eletrônico, conhecido também como e-commerce está crescendo, no sentido contrário do varejo físico. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce fechou um faturamento de R$39,5 bilhões no ano passado e a estimativa é que 2015 feche com um crescimento de 26% a esse número, chegando a R$49,8 bilhões movimentados no setor.

Então, pode-se dizer que o ramo da tecnologia parece não ter sido atingido. Pelo contrário, ele deixou de ser um item tático nas empresas para se tornar um diferencial competitivo e um fator de sobrevivência. Os clientes agora não estão mais restritos a cidade onde moram para comprar o que desejam. Por meio da internet, as pessoas podem comparar preços, serviços e vantagens, e caso fique insatisfeito, o consumidor também pode reclamar publicamente pelas redes sociais.

Mas não são todos os proprietários e gestores de empresas que sabem lidar com a internet e, principalmente, como administrar um negócio virtual. Por isso, existem empresas especializadas que pretendem ajudar essas pessoas, como o projeto uCart+business, por exemplo, que pretende ser a solução completa em varejo digital para associações e grupos de empresas. O programa é uma ferramenta onde é produzida uma estrutura de shopping na internet, que acaba fortalecendo todas as marcas, assim como suas estratégias de comunicação e negócios. Porém, a empresa também disponibiliza o uCart Web, onde a loja é individual e estará presente na rede, trazendo ao empreendedor resultados positivos para a empresa. “Muitos gestores ainda não enxergam a internet como bons olhos. Existe uma desconfiança por eles estarem no comércio físico há anos. Porém, os dados mostram que a economia está em uma retração cada vez maior, enquanto a internet vai no sentido contrário, crescendo mais e mais”, explica Diego Barbeito, manager dos projetos.

Ainda de acordo com Barbeito, a ideia é uma solução singular para as lojas que desejam aumentar sua eficiência. “O marketplace unificado, ou seja, uma multiloja dá espaço para todos os varejistas. Ou seja, eles se ajudam ao ter sua própria loja virtual incluídas em um mesmo espaço. Assim, cada um oferece seus produtos e promove sua própria marca. Já na uCart Web, o proprietário do negócio faz com que sua loja esteja inserida no ambiente virtual e esteja nessa vitrine disponibilizada pela uCart”, afirma.

O segredo do mundo virtual

As boas perspectivas do mundo digital estão nas empresas que souberem apresentar ao mercado soluções e alternativas viáveis e criativas que auxiliem clientes a cortar custos e a se tornar mais produtivos. As empresas do setor de TIC (Tecnologia de Informação e Comunicações) precisam estar cientes de que a sobrevivência no mercado depende de quem usufruir melhor desse setor, por meio de corte de gastos e controle de investimentos.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou uma pesquisa que prevê um desvio da crise quando se tratando do setor de tecnologia da informação em empresas. Segundo dados, a estimativa de venda de equipamentos como computadores e tablets para 2014-17 é de 25 milhões. Ou seja, se um comércio se movimentar por meio dessas tecnologias, usufrui de seus benefícios, já que, de acordo com os estudos da FGV, três em cada quatro brasileiros possui um dispositivo com acesso à internet, a tendência é que seja bem sucedido.

Barbeito revela que essa também é uma parte importante que deve ser considerada pelos proprietários ao migrar para a internet. “É fato que e-commerce não para de crescer, então é essencial que as lojas físicas passem para o mundo digital. E quando se fala em mundo digital, incluímos também os celulares e tablets, grandes instrumentos de navegação das pessoas diariamente. Dessa forma, o varejista consegue vender melhor”, diz.

Por meio do programa disponibilizado pela uCart, o comerciante também pode administrar seu estoque, fazer transações e acompanhar a divulgação e repercussão de seu status na web, como menções e hashtags. Além de poder fazer tudo isso por meio de um aplicativo em um aparelho portátil. “Fornecemos também jeitos de gerar informações precisas, como o comportamento do consumidor, dos concorrentes e como o mercado está funcionando na internet. Isso tudo é revelado pelo B.I e Big Data, que juntamente com o e-mail marketing permite ao varejista se comunicar mais e melhor. Essa comunicação ampliada aliada a uma maneira de negócio mais moderna e eficaz com um baixo custo é o que a uCart+business pretende oferecer”, conclui Diego.

Para saber mais informações acesse http://www.ucart.com.br/.

Serviço: uCart+business

Contato: Diego Barbeito

Manager do uCart+business

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