Pesquisa revela principais dificuldades dos empresários curitibanos

Infográfico_bg_brancoCuritiba é uma cidade vista com bons olhos para investimentos. Porém, a crise que se instala no Brasil também afeta a capital do Paraná, fazendo com que os empresários sejam obrigados a pensar em soluções e criar estratégias para resolver os problemas nos negócios ainda em 2015.

Uma pesquisa da GGV Consultoria Empresarial, realizada com 367 gerentes e proprietários de empresas em Curitiba e Região Metropolitana, revela que 41% deles afirmam passar por um momento crítico – um número 52% maior comparado ao mesmo período do ano passado.

Os segmentos estudados foram o da alimentação, beleza, moveleiro e de academias. Das empresas pesquisadas, o setor moveleiro é o que está em pior situação, sendo que as maiores dificuldades encontradas estão na alta concorrência, na falta de informação do mercado e problemas com a mão de obra. As academias sofrem com a falta de capital e em encontrar soluções para atrair e fidelizar seus clientes.

De acordo com Vinícius Morais, sócio da GGV, ainda existem outros motivos que agravam a situação desses mercados. “A queda da construção civil resultou em uma menor demanda na área moveleira, enfraquecida também pelo momento financeiro ruim das pessoas, que acabam adiando a compra ou troca de seus móveis. Já as academias estão perdendo clientes por serem serviços substituíveis por atividades que não demandam custos mensais, como corridas de rua, uma volta de bicicleta etc”, afirma.

Os setores de alimentação e beleza também sofrem em alguns fatores. Bares, restaurantes e cafés curitibanos passam mais apertos com a mão de obra e o tempo escasso para planejar seu próprio negócio, enquanto salões de beleza, clínicas de estética e barbearias têm contratempos com a falta de capital, em como atrair novos clientes e manter a mão de obra.

Para Vinícius, os números retratam bem a realidade. “A alimentação é uma necessidade fisiológica essencial para o corpo humano, o que faz esse segmento estar relativamente bem devido à crise. Já o cuidado com a beleza não é uma necessidade primária, porém, a preocupação com ela cresceu consideravelmente na última década, além de ser uma higiene pessoal. Com isso, apenas a frequência diminui. Por exemplo, a pessoa que jantava em restaurantes cinco vezes na semana passou a ir três, e a que cortava o cabelo a cada trinta dias passou a cortar de quarenta e cinco em quarenta e cinco dias”.

Qual a estratégia para o futuro da empresa?

Para 13% dos gerentes e proprietários de empresas de Curitiba e região afirmaram que pretendem expandir o negócio. Já 44% disseram que querem melhorar os pontos críticos e 20% vão deixar como está. Segundo o consultor, a situação é crítica e as ações não podem ser por impulso, mas sim planejadas. “Os números mostram que apesar do momento crítico das empresas, boa parte pensa em expandir, e é principalmente nesse ponto que mora o perigo. A maioria coloca ações em prática sem embasamento, sem saber se de fato é aquilo que vai atrair o consumidor, se aquilo realmente vai deixar o seu colaborador satisfeito ou se vai fortalecer a sua marca, entre tantas ações que, por serem feitas no ‘achismo’, acabam fechando as portas das empresas”, revela.

Como melhorar?

Os dados da pesquisa revelam que 80% das empresas não têm uma visão voltada para o marketing. Esse número é motivado pela falta de conhecimento do real conceito de marketing, que é confundido com divulgação/comunicação, onde, na verdade, ambas são uma fatia do marketing. Isso faz com que os gestores acumulem diversas atividades e não conseguem planejar ações direcionadas ao seu mercado.

Geraldo Hisao, formado em Marketing e pós-graduado em Gestão Estratégica de Custos e Negócios, revela que é necessário tomar decisões planejadas para minimizar os efeitos da crise. “O maior exemplo disso é que a maioria dos gestores ainda confunde o conceito marketing com propaganda ao invés de associar com estratégia e mercado”, explica.

Esse número baixo reflete na adversidade que é para conseguir ter resultados positivos. “Um plano de ação pode ser a chave para crescer, mas é difícil para o gestor executar esse processo sozinho”, explica.

Geraldo ressalta também que, com o estudo da GGV, é possível identificar as principais prioridades que as micro, pequenas e médias empresas precisam ter. “Qualquer empresa busca um resultado positivo em um curto prazo, mas também é necessário conhecer bem o mercado de atuação, ter um apoio na gestão de negócios e elaborar um projeto eficiente de ações e metas, e com isso o resultado vem de médio à longo prazo”, conclui.

Dicas

Dessa forma, Vinicius Morais dá dicas de como melhorar o desempenho da sua empresa:

– Conheça seu mercado: conhecer a satisfação do seu cliente, o que seu cliente em potencial espera com sua empresa e o que a concorrência faz é importante para que seu serviço esteja alinhado com a necessidade do mercado e se venda sozinho.
– Trace estratégias: elaborar metas e ações de curto, médio e longo prazo, além de definir o posicionamento da marca e otimizar processos afetam diretamente os resultados.

– Controle de gastos: ter na ponta do lápis seus gastos, reduzir custos e criar um plano orçamentário e um planejamento financeiro podem salvar o negócio da falência.

– Procure auxílio: procurar uma consultoria especializada para ajudar em todas essas tarefas pode ser a solução para seu negócio. Isso porque a consultoria trará visões externas do mercado e identificará o melhor caminho para a sua empresa.

Serviço: GGV Consultoria Empresarial especializada em micro, pequenas e médias empresas
Contatos: Vinicius Morais e Geraldo Hisao

Fones: (41) 3152-0250/3257-0250/8833-0139
E-mail:
 contato@ggvconsultoria.com.br

Site: http://www.ggvconsultoria.com

Endereço: Rua Urbano Lopes, 345 – Cristo Rei, Curitiba-PR.

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