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Encontro auxilia pessoas com problema de zumbido

Falta de sono, alteração de humor, dificuldade de concentração e mudanças em sua vida social podem ser indicadores de que você é uma pessoa com problema de zumbido. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, esta é a realidade de cerca de 278 milhões de pessoas no mundo – 28 milhões somente de brasileiros que sofrem com esse male.
Paulo Jesuan Guimarães Ulbrich é um desses brasileiros e com uma história única. Refém dos zumbidos há sessenta anos e vinte quatro horas por dia, a sua vida foi em função do problema. “Sempre soube que tive esse problema, porém, ainda não tive a oportunidade de ter um tratamento”, conta.
Ulbrich foi um dos participantes do Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ), que aconteceu na tarde desta sexta-feira, 07 de maio, no Hospital de Clínicas. Após ouvir a palestra, ministrada para uma platéia de pessoas com problemas parecidos ao dele, ele resolveu que era momento de começar o tratamento, se livrando do tormento que o acompanhou durante sua vida inteira.
Uma das palestrantes, a psicóloga Lesle Maciel abordou os aspectos emocionais relacionados ao zumbido, falando como esse irritante barulho pode atrapalhar a vida de uma pessoa, afastando-a do convívio de familiares e amigos. Segundo Lesle, o primeiro passo para a melhora é o reconhecimento do problema. “As pessoas que tem zumbido, tem dificuldades em reconhecer que tem um problema. Só após essa atitude que ela vai procurar um médico, que traçará seu histórico e uma solução terapêutica”, diz.
Geralmente, quem sofre desse mal perde o prazer de viver, mas depois de efetuados os exames necessários e o tratamento definido, o paciente retoma sua qualidade de vida, além de ter diminuição ou, até mesmo, a ausência dos sintomas. “Cuidar do zumbido é uma forma de cuidar de si mesmo, depende da própria pessoa achar saída e fazer pequenas mudanças no comportamento dos seus hábitos”, afirma Lesle.
De acordo com a fisioterapeuta Vivian Pasqualin, o problema não é exatamente uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por mais de duzentas causas, como por exemplo, alto consumo de cafeína, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula. “Para quem sofre de zumbido, não há motivo para se assustar, pois ele tem cura”, completa Vivian.
Mas antes de procurar uma psicóloga e ao sentir os sintomas, o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, da equipe interdisciplinar do GAPZ,  recomenda que o paciente marque uma consulta com otorrinolaringologista. “Ao descartar a possibilidade de problemas nas estruturas internas do ouvido, o médico o encaminhará para as outras especialidades”, explica.
De acordo com Köhler é a partir desse primeiro diagnóstico que há uma análise da região craniofacial, através da qual será possível detectar se o zumbido tem como causa também este componente, proveniente de função inadequada do aparelho mastigatório.
A coordenadora do grupo, Rita Mendes, complementa: “Como o zumbido pode ter várias causas é importante que sejam feito exames detalhados.
Por isso, essa equipe é multidisciplinar – contando com otorrinolaringologistas, odontologistas, fonoaudiógolos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros profissionais”, conclui.
O GAPZ já funciona em Curitiba há quase sete anos, tendo surgindo inicialmente em São Paulo, através da Professora Doutora Tanit
Sanchez, da Divisão de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, uma das mais conceituadas especialistas em zumbido no Brasil.
Próximo encontro:
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 11 de junho
Tema: “Principais exames médicos e audiológicos para o diagnóstico do zumbido”
Palestrante: Rita Mendes, coordenadora do GAPZ e Izabella Pedriali de Macedo.
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade
Federal do Paraná

Zumbido pode causar problemas emocionais

Imagine viver com um barulhinho parecido ao de um apito, um chiado, uma cigarra ou um grilo no ouvido. Absolutamente, você não iria se sentir confortável. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, esta é a realidade de cerca de 278 milhões de pessoas no mundo e de cerca de 28 milhões de brasileiros que sofrem com o zumbido.
O problema não é exatamente uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por diversos fatores, que em alguns casos é acompanhado de um certo grau de perda de audição. Este barulho incômodo pode ser causado pela exposição prolongada a ruídos intensos, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula. Para quem sofre de zumbido, não há motivo para se assustar, pois ele tem cura.
Na próxima sexta-feira, 7 de maio, o Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ), receberá a psicóloga Lesle Maciel, que abordará o tema “aspectos emocionais relacionados ao zumbido” e tem como objetivo tirar todas as dúvidas de quem sofre desse mal. “Pelas palestras dadas, já sabemos que o paciente com este problema precisa de um suporte intenso, pois após o diagnóstico vem acompanhado de mudanças nos hábitos e valores deles”, afirma Lesle.
Segundo a psicóloga, é preciso que o paciente aceite o tratamento, pois a não adesão dele certamente irá ajudar no surgimento de outras doenças com a vinda da idade. Em muitos casos o zumbido por ser irritante, pode desencadear uma série de sintomas psicológicos.
“É nesse momento que a psicologia intervém para auxiliar na mudança e procura desenvolver uma consciência do que esta acontecendo. Além de baixar a ansiedade e tensões frente a todas essas novidades” finaliza Lesle.
Mas antes de procurar uma psicóloga e ao sentir os sintomas, o ortodontista e ortopedista facial Gerson Köhler, membro da GAPZ Curitiba, recomenda que o paciente marque uma consulta com otorrinolaringologista. “Ao descartar a possibilidade de problema nas estruturas internas do ouvido, o médico encaminha para as outras especialidades”, explica.
De acordo com Köhler é a partir desse primeiro diagnóstico que há uma análise da face, onde é possível detectar se o zumbido tem este componente também do aparelho mastigatório.
A coordenadora do GAPZ-Curitiba, Rita Mendes, complementa: “Como o zumbido pode ter várias causas é importante que seja feito exames detalhados. Por isso GAPZ-Curitiba conta com uma equipe multidisciplinar – com otorrinolaringologistas, dentistas, fonoaudiógolos, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros profissionais”, conclui.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 07 de Maio
Tema: “Aspectos emocionais relacionados ao zumbido”
Palestrante: Lesle Maciel, psicóloga
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

GAPZ trás esperança para aqueles que sofrem com o Zumbido

Entender o que é o zumbido e esclarecer as dúvidas com profissionais qualificados, este é o objetivo do Grupo de Apoio as Pessoas com Zumbido (GAPZ) que teve sua segunda reunião anual na última sexta-feira. O encontro reuniu profissionais e pacientes para debater o tema e compreender as causas do zumbido e os sintomas.
A segunda reunião anual teve no centro do debate “Como explicar os diferentes graus de incômodo zumbido”, durante a exposição da coordenadora do grupo, Otorrinolaringologista e Otoneurologista Rita Mendes, os presentes puderam aprender sobre as diferentes causas e também entender pequenos detalhes que podem auxiliar na diminuição do incomodo durante o dia. “As pessoas que procuram o grupo querem compreender melhor o que acontece com elas, ter informações atualizadas e corretas. E é um estimulo saber que tem tratamento”, afirma Rita.
Durante a exposição Rita apontou algumas das principais causas do zumbido e apontou a importância do diagnóstico ser realizado por profissionais de diversas áreas trabalhando em conjunto. “O diagnóstico deverá ser realizado por um especialista em doenças do ouvido, mas poderá pedir exames de ortodontista, fonaudiólogos, fisioterapeutas e até psicólogos”, lembra.
Para o ortodontista e ortopedista fácil Gerson Köhler, que também participa do grupo de profissionais do GAPZ, esta investigação não deve ser limitada, é necessário que todas as áreas próximas do ouvido sejam examinadas. “É ai que entra a ortodontia, o problema pode ser causado também por uma disfunção das articulações da mandíbula, ou o pressionamento inadequado das articulações da boca. Nestes casos o tratamento é possível e poderá eliminar o desconforto do zumbido”, afirma Köhler.
Para os participantes a experiência foi gratificante e puderam perceber que não estão sozinhos e principalmente que o zumbido tem tratamento. “Em casa estava numa escuridão, agora encontrei a luz a esperança de que vou melhorar”, afirma Marie Miyamura de 56 anos que conta que sofre de zumbido a mais de 10 anos. “Eu já acordo irritada, agora sei que tem tratamento e que minha vida vai melhorar”, afirma.
Já Ademar Walter, 59, que participa do encontro pela segunda vez e sofre com o zumbido a mais de 20 anos aponta a importância do grupo, “Acho fantástica esta oportunidade, assim podemos despertar a consciência para a importância da qualidade da nossa vida, e também da perda de audição”.
O que é o Zumbido
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerce de 278 milhões de pessoas no mundo têm perda da audição, em maior ou menor grau, só no Brasil cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem com o zumbido, aquele chiado constante nos ouvidos.
O zumbido em si não é uma doença, mas um sintoma que pode ser provocado por diversas causas, na maioria das vezes é acompanhado de algum grau de perda de audição decorrente de alterações da via auditiva e pode ser causado por exposição prolongada à ruídos intensos, pressão alta, diabetes e até disfunções da mandíbula.
Serviço: Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido
Próximo e encontro: 07 de Maio
Tema: “Aspectos emocionais relacionados ao zumbido”
Palestrante: Lesle Maciel, psicóloga
Horário: a partir das 14h
Local: 5º andar anexo B do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná

Palestra dupla no Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido de hoje

Dr. Gerson Kohler

Dr. Gerson Kohler

Acontece hoje, a partir das 14h, a reunião do Grupo de Apoio a Pessoas com Zumbido. O evento acontece no anfiteatro de Otorrinolaringologia do Hospital de Clínicas da UFPR. Excepcionalmente, a reunião terá duas palestras. Uma sobre a atuação do fisioterapeuta nos casos de zumbido, ministrada por Vivian Pasqualim, e outra sobre as diversas terapias que existem para o problema, sob responsabilidade da otorrinolaringologista Rita Mendes.
O GAPZ é um trabalho voluntário que especialistas realizam para orientar e esclarecer dúvidas de pessoas que sofrem com o sintoma. “Informação também é tratamento. Quando a pessoa entende o que está acontecendo, é mais fácil lidar com o problema, assim, o paciente fica mais acessível para a terapia que o médico receitar”, comenta o Dr. Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista-facial e integrante do Grupo.
Ele explica que o zumbido demanda uma atuação interdisciplinar, com profissionais de várias áreas, para garantir que o tratamento tenha sucesso. O primeiro passo é sempre passar pela avaliação de um otorrino ou otoneurologista, que irão indicar quais os rumos corretos para tratar o problema. “Caso a raiz do zumbido esteja na musculatura mastigatória e nas ATMs, é aí que entra o ortodontista. Mas, dependendo do diagnóstico, o paciente também ser encaminhado para um fisioterapeuta, fonoaudiólogo ou psicólogo”.
A última reunião do GAPZ, que aconteceu no início de setembro, foi a primeira do senhor Edemar Lobo. Já são cerca de dois anos que ele escuta o zumbido, mas o sintoma alcançou um grau de incômodo que já não poderia mais ser ignorado. Ele descobriu o grupo de apoio em um busca na internet. “A gente está procurando ajuda, então onde existe uma possibilidade, uma luz no fim do túnel, nós vamos lá”.

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